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    <title>Conservação Internacional</title>
    <link>http://www.conservacao.org/</link>
    <description>Conservação Internacional</description>
    <language>en-us</language>

<item><title>Observatório do Clima discute Serviços Ambientais no Brasil</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=599</link><description><![CDATA[<p>
	O Observat&oacute;rio do Clima junto ao Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Escola de Administra&ccedil;&atilde;o de Empresas de S&atilde;o Paulo da Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas (FGV-EAESP), promove amanh&atilde;, dia 17 de maio, o semin&aacute;rio &ldquo;Tend&ecirc;ncias das Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas de Pagamento por Servi&ccedil;os Ambientais e REDD+ no Brasil&rdquo;. A CI-Brasil &eacute; uma das entidades participantes do Observat&oacute;rio do Clima. O evento trar&aacute; uma discuss&atilde;o qualificada e objetiva sobre a situa&ccedil;&atilde;o real e atual, bem como as poss&iacute;veis tend&ecirc;ncias da cria&ccedil;&atilde;o de um sistema de Pagamento por Servi&ccedil;os Ambientais (PSA) e Redu&ccedil;&atilde;o de Emiss&otilde;es por Desmatamento e Degrada&ccedil;&atilde;o Florestal (REDD+) no Brasil.</p>
<div>
	Como base para essa discuss&atilde;o, ser&aacute; apresentado o estudo &ldquo;Marco Regulat&oacute;rio sobre PSA no Brasil&rdquo;, realizado em parceria entre Imazon e o GVces. Ele consiste no mapeamento de iniciativas de PSA e REDD+, tendo como foco principal os servi&ccedil;os ambientais florestais, n&atilde;o apenas da floresta amaz&ocirc;nica, mas dos outros biomas do territ&oacute;rio brasileiro. O estudo, que ser&aacute; apresentado por Brenda Brito, pesquisadora do Imazon, analisa 26 leis e decretos identificados em n&iacute;veis estadual e federal, assim como projetos de lei federais ainda em discuss&atilde;o relacionados &agrave; PSA e REDD+. O levantamento tamb&eacute;m aponta alguns dos componentes essenciais que tais normas devem abranger para estabelecer um regime eficiente de PSA. O estudo ser&aacute; publicado em junho, ap&oacute;s incorporar coment&aacute;rios a serem feitos no evento.</div>
<div>
	Artur Paiva, coordenador de servi&ccedil;os ambientais da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI-Brasil) afirma que a expectativa para a reuni&atilde;o &eacute; que haja um debate qualificado sobre os desafios e oportunidades para conseguir os marcos legais necess&aacute;rios para o bom desenvolvimento de REED+ e PSA. &ldquo;O evento ser&aacute; enriquecedor. As expectativas s&atilde;o as melhores&rdquo;, conclui.</div>
<div>
	A CI-Brasil em parceria com o Instituto Terra, &oacute;rg&atilde;os locais de Meio Ambiente e o The Nature Conservancy (TNC) realiza o projeto &ldquo;Produtores de &Aacute;gua e Floresta&rdquo; no munic&iacute;pio de Rio Claro, Rio de Janeiro. A iniciativa &eacute; uma aplica&ccedil;&atilde;o do sistema PSA e est&aacute; dando muito certo. J&aacute; com REED+, a CI-Brasil trabalha no projeto &ldquo;REED+ Calha Norte&rdquo; em uma parceria com o Imazon e a Secretaria de Meio ambiente do Par&aacute;. &ldquo;A gente mexe desde a quest&atilde;o da elabora&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas de REED+ a realiza&ccedil;&atilde;o de iniciativas pr&aacute;ticas, passando pela capacita&ccedil;&atilde;o de comunidades de base envolvidas&rdquo;, diz Artur Paiva. </div>
<div>
	Sistemas de PSA permitem que um provedor de servi&ccedil;os ambientais obtenha uma remunera&ccedil;&atilde;o daqueles que demandam esses servi&ccedil;os, resultando em pr&aacute;ticas de conserva&ccedil;&atilde;o, restaura&ccedil;&atilde;o e uso sustent&aacute;vel dos recursos naturais. J&aacute; REDD+ &eacute; um mecanismo criado para compensar financeiramente atividades em pa&iacute;ses em desenvolvimento que evitam o desmatamento e a degrada&ccedil;&atilde;o de florestas e que, portanto, reduzem as emiss&otilde;es de gases de efeito estufa na atmosfera. REDD+ inclui tamb&eacute;m benef&iacute;cios a atividades de conserva&ccedil;&atilde;o e manejo florestal, bem como aumento dos estoques de carbono florestal atrav&eacute;s do plantio de &aacute;rvores e da recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas.</div>
<div>
	Para o semin&aacute;rio, foi convocada uma mesa redonda, que ser&aacute; composta por Helena Carrascosa (SEMA-SP), que participou ativamente da constru&ccedil;&atilde;o de iniciativas pioneiras de PSA no Brasil; Marcos Sossai (Governo do Estado do Esp&iacute;rito Santo), que integrou o processo de elabora&ccedil;&atilde;o do marco legal de PSA em seu estado; Anita Diederischsen, membro da The Nature Conservancy; Andr&eacute; Ferretti, membro da Funda&ccedil;&atilde;o O Botic&aacute;rio de Prote&ccedil;&atilde;o &agrave; Natureza; e Rodrigo Fernandes das Neves, procurador geral do Estado do Acre. A media&ccedil;&atilde;o &eacute; de Guarany Os&oacute;rio, coordenador do Programa Pol&iacute;tica e Economia Ambiental do GVces.</div>
<div>
	O evento, que ter&aacute; transmiss&atilde;o online ao vivo (<a href="http://www.livestream.com/gvces">http://www.livestream.com/gvces</a>), acontece na FGV-EAESP (Rua Itapeva, 432, 4&ordm; andar &ndash; Bela Vista) das 9h00 &agrave;s 12h30 e &eacute; aberto ao p&uacute;blico que confirmar presen&ccedil;a atrav&eacute;s do link: <a href="http://comunicacao.gvces.com.br/comunicados/2012/oc/psa/index.html">http://comunicacao.gvces.com.br/comunicados/2012/oc/psa/index.html</a></div>
<div>
	<strong>Servi&ccedil;o: Semin&aacute;rio &ldquo;Tend&ecirc;ncias das Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas de Pagamento por Servi&ccedil;os Ambientais e REDD+ no Brasil&rdquo;</strong></div>
<div>
	<strong>Data: 17 de maio de 2012</strong></div>
<div>
	<strong>Local: FGV-EAESP (Rua Itapeva, 432, 4&ordm; andar &ndash; Bela Vista, SP)</strong></div>
<div>
	<strong>Inscri&ccedil;&otilde;es:<a href="http://comunicacao.gvces.com.br/comunicados/2012/oc/psa/index.html"> C</a><a href="http://comunicacao.gvces.com.br/comunicados/2012/oc/psa/index.html">lique aqui para fazer sua inscri&ccedil;&atilde;o</a></strong></div>
]]></description>
<pubDate>16/05/12</pubDate></item><item><title>AMPs em Abrolhos: consultas públicas nesta semana</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=598</link><description><![CDATA[<p>
	As consultas p&uacute;blicas para amplia&ccedil;&atilde;o e cria&ccedil;&atilde;o de unidades de conserva&ccedil;&atilde;o no Banco dos Abrolhos ser&atilde;o realizadas nesta semana, entre 16 e 19 de maio, nos estados da Bahia e Esp&iacute;rito Santo. O aviso foi publicado no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o pelo Instituto Chico Mendes de Conserva&ccedil;&atilde;o da Biodiversidade (ICMBio) no dia 25 de abril, convidando &oacute;rg&atilde;os ambientais, entidades p&uacute;blicas federais, estaduais e municipais, organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais, propriet&aacute;rios de terras, representantes dos setores produtivos e a comunidade em geral para participarem das discuss&atilde;o das propostas para:</p>
<div>
	 </div>
<div>
	1) Cria&ccedil;&atilde;o da <strong>&Aacute;rea de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental do Banco dos Abrolhos</strong> abrangendo os munic&iacute;pios de Belmonte, Santa Cruz Cabr&aacute;lia, Porto Seguro, Prado, Alcoba&ccedil;a, Caravelas, Nova Vi&ccedil;osa e Mucuri, no estado da Bahia e Concei&ccedil;&atilde;o da Barra, S&atilde;o Mateus e Linhares no estado do Esp&iacute;rito Santo;</div>
<div>
	2) Amplia&ccedil;&atilde;o do <strong>Parque Nacional Marinho dos Abrolhos</strong>, abrangendo os munic&iacute;pios de Caravelas, Alcoba&ccedil;a, Nova Vi&ccedil;osa e Mucuri, no Estado da Bahia;</div>
<div>
	3) Cria&ccedil;&atilde;o do<strong> Ref&uacute;gio de Vida Silvestre Baleia Jubarte</strong>, abrangendo os munic&iacute;pios de Concei&ccedil;&atilde;o da Barra, S&atilde;o Mateus e Linhares, no estado do Esp&iacute;rito Santo;</div>
<div>
	4) Cria&ccedil;&atilde;o da <strong>Reserva de Desenvolvimento Sustent&aacute;vel Foz do Rio Doce</strong>, abrangendo os munic&iacute;pios de Linhares e Aracruz no estado do Esp&iacute;rito Santo. </div>
<div>
	 </div>
<div>
	As reuni&otilde;es acontecer&atilde;o nos munic&iacute;pios, datas, hor&aacute;rios e locais descritos a seguir:</div>
<div>
	 </div>
<div>
	&bull; Munic&iacute;pio de Porto Seguro/BA: <strong>16 de Maio de 2012, &agrave;s 18:00 horas</strong>, na Casa da Cultura, Rua XV de novembro s/n&ordm; - Bairro Pacat&aacute;;</div>
<div>
	&bull; Munic&iacute;pio de Caravelas/BA: <strong>17 de Maio de 2012, &agrave;s 16:00 horas</strong>, na Sede do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, localizado na Praia do Kitongo, s/n&ordm;;</div>
<div>
	&bull; Munic&iacute;pio de S&atilde;o Mateus/ES: <strong>18 de Maio de 2012, &agrave;s 16:00 horas</strong>, no Audit&oacute;rio do SESC, localizado na Rua Coronel Constantino Cunha, 1.738 - Bairro Ch&aacute;cara do Morro;</div>
<div>
	&bull; Munic&iacute;pio de Linhares, distrito de Reg&ecirc;ncia: <strong>19 de Maio de 2012, &agrave;s 14:00 horas</strong>, no Centro Ecol&oacute;gico de Reg&ecirc;ncia &ndash; Projeto TAMAR, localizado na Rua Esp&iacute;rito Santo s/n&ordm;, Reg&ecirc;ncia.</div>
<div>
	 </div>
<div>
	Qualquer manifesta&ccedil;&atilde;o sobre estas propostas devem ser enviadas por correio eletr&ocirc;nico para <a href="mailto:consultapublica@icmbio.gov.br">consultapublica@icmbio.gov.br</a></div>
<div>
	 </div>
<div>
	Ou por correspond&ecirc;ncia para:</div>
<div>
	 Instituto Chico Mendes de Conserva&ccedil;&atilde;o da Biodiversidade</div>
<div>
	Diretoria de Cria&ccedil;&atilde;o e Manejo de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o &ndash; DIMAN, </div>
<div>
	Coordena&ccedil;&atilde;o de Cria&ccedil;&atilde;o de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o &ndash; COCUC, </div>
<div>
	Endere&ccedil;o: EQSW 103/104, Bloco D, Complexo Administrativo, Setor Sudoeste &ndash; </div>
<div>
	Bras&iacute;lia/ DF. CEP: 70.670-350.</div>
<div>
	 </div>
<div>
	Informa&ccedil;&otilde;es oficiais sobre o processo de amplia&ccedil;&atilde;o e cria&ccedil;&atilde;o das UCs no Banco dos Abrolhos podem ser acessadas em:</div>
<div>
	<a href="http://www.icmbio.gov.br/portal/o-que-fazemos/criacao-de-unidades-de-conservacao/lista-de-consultas-publicas">http://www.icmbio.gov.br/portal/o-que-fazemos/criacao-de-unidades-de-conservacao/lista-de-consultas-publicas</a></div>
]]></description>
<pubDate>10/05/12</pubDate></item><item><title>Edital destina R$ 400 mil para RPPNs na Mata Atlântica </title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=597</link><description><![CDATA[<p>
	O Programa de Incentivos &agrave;s Reservas Particulares do Patrim&ocirc;nio Natural (RPPNs) abre hoje (26/04) inscri&ccedil;&otilde;es para seu <em>XI Edital</em>, que destinar&aacute; R$ 400 mil &agrave; cria&ccedil;&atilde;o e gest&atilde;o de RPPNs na Mata Atl&acirc;ntica. O edital conta com recursos do Bradesco Capitaliza&ccedil;&atilde;o e parceria da The Nature Conservancy (TNC).</p>
<p>
	O Programa de Incentivo &agrave;s RPPNs da Mata Atl&acirc;ntica, coordenado pela Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional e Funda&ccedil;&atilde;o SOS Mata Atl&acirc;ntica, visa ampliar a &aacute;rea do bioma preservada no Pa&iacute;s, estimulando a cria&ccedil;&atilde;o de novas reservas e a gest&atilde;o das j&aacute; existentes. As RPPNs protegem, atualmente, mais de 698 mil hectares do territ&oacute;rio nacional, distribu&iacute;dos em 1.073 reservas. S&oacute; na Mata Atl&acirc;ntica e seus ecossistemas associados, elas somam 734 e protegem mais de 136 mil hectares do bioma. Em 2012, o programa completou nove anos e, neste per&iacute;odo, possibilitou a cria&ccedil;&atilde;o de 467 destas reservas, al&eacute;m da gest&atilde;o de 84, totalizando mais de 57 mil hectares de &aacute;reas protegidas particulares na Mata Atl&acirc;ntica. </p>
<p>
	De acordo com Mariana Machado, coordenadora do Programa, com quase 10 anos de exist&ecirc;ncia, os parceiros continuam inovando e atentos &agrave;s demandas dos propriet&aacute;rios de RPPNs. &ldquo;Nesta edi&ccedil;&atilde;o, lan&ccedil;amos a linha de apoio ao georreferenciamento de RPPNs, que tem por objetivo atender a uma demanda dos propriet&aacute;rios, em especial de reservas antigas, que n&atilde;o t&ecirc;m seus limites georreferenciados&rdquo;. </p>
<p>
	Mariana explica que o apoio a essa atividade &eacute; importante para a RPPN se regularizar perante a legisla&ccedil;&atilde;o atual. &ldquo;Conhecer os limites da reserva &eacute; fundamental para o propriet&aacute;rio realizar as a&ccedil;&otilde;es de prote&ccedil;&atilde;o e manejo da &aacute;rea e, tamb&eacute;m, para que os &oacute;rg&atilde;os ambientais possam incluir as reservas em suas a&ccedil;&otilde;es de planejamento territorial e licenciamento ambiental&rdquo;. </p>
<p>
	Outra novidade deste edital &eacute; a possibilidade de submeter a proposta via sistema informatizado, o que reduz a gera&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos. &ldquo;O sistema gerencial do Programa, que est&aacute; em constru&ccedil;&atilde;o, visa aprimorar o acompanhamento e a gest&atilde;o dos projetos apoiados. Propriet&aacute;rios poder&atilde;o acompanhar a an&aacute;lise de relat&oacute;rios e a libera&ccedil;&atilde;o de parcelas, ao passo que os patrocinadores do Programa poder&atilde;o acompanhar o andamento dos projetos&rdquo;, exemplifica. </p>
<p>
	<strong>Incentivo &agrave; Conserva&ccedil;&atilde;o </strong></p>
<p>
	As RPPNs j&aacute; garantiram a prote&ccedil;&atilde;o de diversas esp&eacute;cies amea&ccedil;adas, como os primatas mico-le&atilde;o-dourado (<em>Leontopithecus rosalia</em>) e macaco-prego-do-peito-amarelo (<em>Cebus xanthosternos</em>), a ave Formigueiro-de-cauda-ruiva (<em>Myrmeciza ruficauda</em>) e o pau-brasil (<em>Caesalpina echinata</em>), entre outras. </p>
<p>
	&ldquo;Uma grande parcela dos fragmentos florestais existentes na Mata Atl&acirc;ntica est&aacute; localizada dentro de propriedades particulares. Portanto, a cria&ccedil;&atilde;o, a manuten&ccedil;&atilde;o e a gest&atilde;o de RPPNs s&atilde;o fundamentais para a conserva&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies amea&ccedil;adas e de trechos importantes do bioma&rdquo;, destaca Mariana Machado.   </p>
<p>
	<strong>XI Edital</strong></p>
<p>
	As propostas apresentadas dever&atilde;o obrigatoriamente se encaixar em um dos seguintes perfis:    </p>
<ul>
	<li>
		<strong>Propostas de apoio ao georreferenciamento de RPPN</strong>: n&atilde;o devem exceder o valor de R$ 5 mil por RPPN e devem apresentar obrigatoriamente contrapartida no mesmo valor solicitado ao Programa. Ser&atilde;o financiadas despesas de georreferenciamento da RPPN para fins de adequa&ccedil;&atilde;o do processo de reconhecimento da reserva &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o atual (Decreto 5.746/2006). Poder&atilde;o concorrer a esse benef&iacute;cio RPPNs que n&atilde;o tenham tido, no ato da cria&ccedil;&atilde;o, seus limites georreferenciados. </li>
	<li>
		<strong>Propostas de apoio &agrave; cria&ccedil;&atilde;o de RPPN</strong>: n&atilde;o devem exceder o valor de R$ 10 mil por RPPN. Poder&atilde;o ser financiadas despesas com georreferenciamento, viagens, certid&otilde;es cartoriais, etc., necess&aacute;rias para o protocolo do processo de reconhecimento da RPPN junto ao &oacute;rg&atilde;o ambiental. </li>
	<li>
		<strong>Propostas de apoio &agrave; elabora&ccedil;&atilde;o de Planos de Manejo em RPPN</strong>: n&atilde;o devem exceder o valor de R$ 30 mil por RPPN. Poder&atilde;o ser financiadas atividades que subsidiem a elabora&ccedil;&atilde;o do plano de manejo da RPPN tais como invent&aacute;rios, mapeamentos e oficinas. O documento deve estar de acordo com o Roteiro Metodol&oacute;gico para Elabora&ccedil;&atilde;o de Plano de Manejo para Reservas Particulares do Patrim&ocirc;nio Natural (RPPNs), IBAMA (2004) ou Roteiro Metodol&oacute;gico aprovado pelo &Oacute;rg&atilde;o Estadual de Meio Ambiente e dever&aacute; ser entregue como produto final e encaminhado para aprova&ccedil;&atilde;o do &oacute;rg&atilde;o ambiental competente. </li>
</ul>
<p>
	As propostas devem ter como proponente a pessoa f&iacute;sica ou jur&iacute;dica, propriet&aacute;ria da RPPN, organiza&ccedil;&otilde;e<strong>s</strong> ambientalistas sem fins lucrativos ou associa&ccedil;&otilde;es de propriet&aacute;rios. No caso de propostas encaminhadas por terceiros &ndash; pessoa f&iacute;sica (pesquisador, t&eacute;cnico, consultor) ou jur&iacute;dica (ONG, OSCIP, empresa, universidade, associa&ccedil;&atilde;o) &ndash;, deve ser apresentada c&oacute;pia de instrumento de acordo formal entre as partes. </p>
<p>
	Na sele&ccedil;&atilde;o das propostas, o programa n&atilde;o leva em considera&ccedil;&atilde;o somente crit&eacute;rios como integridade da documenta&ccedil;&atilde;o apresentada, qualidade, coer&ecirc;ncia e pertin&ecirc;ncia do projeto, mas tamb&eacute;m a contribui&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea para a prote&ccedil;&atilde;o da biodiversidade e de recursos h&iacute;dricos, proximidade com outras unidades de conserva&ccedil;&atilde;o, beleza c&ecirc;nica e paisag&iacute;stica, presen&ccedil;a de esp&eacute;cies amea&ccedil;adas de extin&ccedil;&atilde;o e/ou end&ecirc;micas, grau de amea&ccedil;a da regi&atilde;o onde a RPPN ser&aacute; criada, entre outros. </p>
<p>
	Propostas, em qualquer categoria, que contemplem um conjunto de RPPNs e que sejam conduzidas de maneira integrada ter&atilde;o prioridade.</p>
<p>
	Clique <a href="http://www.conservacao.org/arquivos/xi_edital_programa_de_incentivo_as_rppns_da_mata_atlantica.pdf">aqui</a> e confira o Edital para inscrever sua proposta.</p>
<p>
	Interessados t&ecirc;m at&eacute; o dia 26 de junho para submeter suas propostas no site http://gerencia.sosma.org.br/rppn. As proposta tamb&eacute;m podem ser enviadas pelo correio, aos cuidados de Mariana Machado, para Avenida Paulista, 2073, Conjunto Nacional, Torre Horsa 1 &ndash; 24&ordm; andar &ndash; CJ. 2407-2408, Bela Vista &ndash; CEP: 01311-300 &ndash; S&atilde;o Paulo/SP. D&uacute;vidas e mais informa&ccedil;&otilde;es no email <a href="mailto:programarppn@sosma.org.br">programarppn@sosma.org.br</a>ou no telefone (11) 3262-4088 &ndash; ramal 2226.</p>
<p>
	<strong>Sobre a Funda&ccedil;&atilde;o SOS Mata Atl&acirc;ntica</strong></p>
<p>
	Criada em 1986, a Funda&ccedil;&atilde;o SOS Mata Atl&acirc;ntica &eacute; uma organiza&ccedil;&atilde;o privada sem fins lucrativos, que tem como miss&atilde;o promover a conserva&ccedil;&atilde;o da diversidade biol&oacute;gica e cultural do Bioma Mata Atl&acirc;ntica e ecossistemas sob sua influ&ecirc;ncia. Assim, estimula a&ccedil;&otilde;es para o desenvolvimento sustent&aacute;vel, promove a educa&ccedil;&atilde;o e o conhecimento sobre a Mata Atl&acirc;ntica, mobiliza, capacita e incentiva o exerc&iacute;cio da cidadania socioambiental. A Funda&ccedil;&atilde;o desenvolve projetos de conserva&ccedil;&atilde;o ambiental, produ&ccedil;&atilde;o de dados, mapeamento e monitoramento da cobertura florestal do Bioma, campanhas, estrat&eacute;gias de a&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, programas de educa&ccedil;&atilde;o ambiental e restaura&ccedil;&atilde;o florestal, voluntariado, desenvolvimento sustent&aacute;vel, prote&ccedil;&atilde;o e manejo de ecossistemas. Mais informa&ccedil;&otilde;es em <a href="http://www.sosma.org.br/">www.sosma.org.br</a>.</p>
<p>
	<strong>Sobre a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional</strong></p>
<p>
	A Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI) &eacute; uma organiza&ccedil;&atilde;o privada, sem fins lucrativos, fundada em 1987 com o objetivo de promover o bem-estar humano fortalecendo a sociedade no cuidado respons&aacute;vel e sustent&aacute;vel para com a natureza &ndash; nossa biodiversidade global &ndash; amparada em uma base s&oacute;lida de ci&ecirc;ncia, parcerias e experi&ecirc;ncias de campo. Como uma organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o governamental (ONG) global, a CI atua em mais de 40 pa&iacute;ses, distribu&iacute;dos por quatro continentes. Em 1988, iniciou seus primeiros projetos no Brasil e, em 1990, se estabeleceu como uma ONG nacional. Possui escrit&oacute;rios em Belo Horizonte-MG, Bel&eacute;m-PA, Bras&iacute;lia-DF e Rio de Janeiro-RJ, al&eacute;m de uma unidade avan&ccedil;ada em Caravelas-BA. Para mais informa&ccedil;&otilde;es sobre os programas da CI no Brasil, visite www.conservacao.org. ou nossa conta no twitter @CIBrasil e facebookhttp://www.facebook.com/#!/pages/Conserva%C3%A7%C3%A3o-Internacional-CI-Brasil/231538486861792</p>
]]></description>
<pubDate>27/04/12</pubDate></item><item><title>Região de Abrolhos abriga o maior banco de rodolitos mundial</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=595</link><description><![CDATA[<p>
	Estudo realizado durante dois anos na plataforma continental no Sul da Bahia e Norte do Esp&iacute;rito Santo confirmou que o Banco dos Abrolhos abriga o maior banco cont&iacute;nuo de rodolitos do planeta - 20.900 km&sup2; -, o que corresponde a tr&ecirc;s vezes e meia o tamanho do Distrito Federal.</p>
<div>
	O estudo, conduzido por cientistas de diversas institui&ccedil;&otilde;es que comp&otilde;em a Rede Abrolhos, uma das iniciativas do Sistema Nacional de Pesquisas em Biodiversidade (SISBIOTA) e da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional, foi publicado na &uacute;ltima sexta-feira, 20, na conceituada revista cient&iacute;fica PLoS ONE. Com a utiliza&ccedil;&atilde;o de sonar de varredura lateral, ve&iacute;culos submarinos de opera&ccedil;&atilde;o remota (VORs) e equipamentos de mergulho, os pesquisadores avaliaram a distribui&ccedil;&atilde;o, extens&atilde;o, composi&ccedil;&atilde;o e estrutura do banco de rodolitos no Banco dos Abrolhos.</div>
<div>
	<a href="https://www.facebook.com/media/set/?set=a.436075399741432.121551.231538486861792&amp;type=1"><strong>Veja &aacute;lbum: Rodolitos</strong></a></div>
<div>
	Algumas vezes confundido com os corais, os rodolitos possuem forma arredondada e s&atilde;o formados por v&aacute;rias camadas, principalmente de algas calc&aacute;rias incrustrantes. </div>
<div>
	&quot;Encontrar o maior banco de rodolitos do mundo no Banco dos Abrolhos, no Brasil, evidencia a extrema import&acirc;ncia desta parte do Oceano Atl&acirc;ntico,&quot; disse Rodrigo Moura, Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e co-autor do estudo. &quot;Os rodolitos desempenham papel fundamental em um ecossistema marinho saud&aacute;vel, fornecendo habitat prim&aacute;rio que pode abrigar diversas e abundantes comunidades de peixes e invertebrados de elevado valor comercial.&quot;</div>
<div>
	Os rodolitos constituem-se de estruturas calc&aacute;rias (CaCO3 &ndash; carbonato de c&aacute;lcio) bioconstru&iacute;das, o que lhes conferem uma estrutura r&iacute;gida, complexa, que servem de habitats para outras esp&eacute;cies. Os pesquisadores tamb&eacute;m estimam que os rodolitos do Banco dos Abrolhos s&atilde;o respons&aacute;veis por cerca de 5% da produ&ccedil;&atilde;o mundial de carbonato de c&aacute;lcio (mineral que forma a carapa&ccedil;a de moluscos e crust&aacute;ceos e o esqueleto dos corais).</div>
<div>
	 &quot;Bancos de rodolitos como estes s&atilde;o gigantescas biof&aacute;bricas de carbonato de c&aacute;lcio e podem desempenhar um papel significativo na regula&ccedil;&atilde;o do clima global,&quot; disse Les Kaufman, cientista marinho s&ecirc;nior da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional. &quot;Mas para entender qual &eacute; e qu&atilde;o significativo pode ser o seu papel, temos que aprender mais sobre eles.&quot;</div>
<div>
	 Os bancos de rodolitos enfrentam uma s&eacute;rie de amea&ccedil;as, incluindo a acidifica&ccedil;&atilde;o dos oceanos, o aumento da sedimenta&ccedil;&atilde;o de origem costeira e, em grande escala, a dragagem e a minera&ccedil;&atilde;o. Embora a acidifica&ccedil;&atilde;o dos oceanos n&atilde;o possa ser controlada em uma escala regional, as outras amea&ccedil;as aos bancos de rodolitos de Abrolhos merecem aten&ccedil;&atilde;o e podem ser controladas localmente.</div>
<div>
	O Banco dos Abrolhos se estende por uma &aacute;rea de 46,000 quil&ocirc;metros quadrados, onde a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional trabalha com organiza&ccedil;&otilde;es governamentais e comunit&aacute;rias brasileiras para a conserva&ccedil;&atilde;o e gest&atilde;o dos recursos marinhos.</div>
<div>
	&ldquo;Com base na vulnerabilidade relativamente elevada das algas coral&iacute;neas &agrave; acidifica&ccedil;&atilde;o dos oceanos, &eacute; muito prov&aacute;vel que os bancos dos rodolitos sofrer&atilde;o uma profunda reestrutura&ccedil;&atilde;o nas pr&oacute;ximas d&eacute;cadas,&quot; disse o autor do estudo, Gilberto M. Amado-Filho, pesquisador do Instituto de Pesquisas Jardim Bot&acirc;nico do Rio de Janeiro. &quot;Considerando a produ&ccedil;&atilde;o de cerca de 25 milh&otilde;es de toneladas de carbonato de c&aacute;lcio por ano, a prote&ccedil;&atilde;o e o estudo continuado da plataforma do Banco dos Abrolhos devem ser priorizados.&quot;</div>
<div>
	Al&eacute;m dos bancos de rodolitos, o estudo revelou tamb&eacute;m enormes &aacute;reas de fundo do mar cobertas por algas, depress&otilde;es no assoalho marinho (&ldquo;buracas&rdquo;) povoadas por densas popula&ccedil;&otilde;es de peixes e recifes compostos por corais e algas coral&iacute;neas.  Essas novas descobertas redimensionam &aacute;reas marinhas de elevada import&acirc;ncia ecol&oacute;gica, como o megahabitat rodolito, ressaltando a import&acirc;ncia do Banco dos Abrolhos no contexto da biodiversidade e equil&iacute;brio ecol&oacute;gico da por&ccedil;&atilde;o sul do Oceano Atl&acirc;ntico. </div>
<div>
	<strong><a href="http://www.conservacao.org/arquivos/resumoartigorodolithsbeds.pdf">Resumo adaptado do estudo, em portugu&ecirc;s</a></strong></div>
<div>
	<strong><a href="http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0035171">Veja o artigo publicado, em ingl&ecirc;s</a></strong></div>
<div>
	<strong>Sobre a Rede Abrolhos</strong></div>
<div>
	A <strong>Rede Abrolhos</strong> &eacute; uma iniciativa financiada pelo Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o (MCTI) no &acirc;mbito do Sistema Nacional de Pesquisa em Biodiversidade (SISBIOTA), coordenada por pesquisadores da Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo (UFES), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Instituto de Pesquisas Jardim Bot&acirc;nico do Rio de Janeiro (JBRJ), Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Universidade Federal da Para&iacute;ba (UFPB), Universidade de S&atilde;o Paulo (USP) e Universidade Estadual de Maring&aacute; (UEM).</div>
<div>
	<strong>Sobre a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional</strong></div>
<div>
	A <strong>Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI)</strong> &eacute; uma organiza&ccedil;&atilde;o privada, sem fins lucrativos, fundada em 1987 com o objetivo de promover o bem-estar humano fortalecendo a sociedade no cuidado respons&aacute;vel e sustent&aacute;vel para com a natureza &ndash; nossa biodiversidade global &ndash; amparada em uma base s&oacute;lida de ci&ecirc;ncia, parcerias e experi&ecirc;ncias de campo. Como uma organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o governamental (ONG) global, a CI atua em mais de 40 pa&iacute;ses, distribu&iacute;dos por quatro continentes. Em 1988, iniciou seus primeiros projetos no Brasil e, em 1990, se estabeleceu como uma ONG nacional. Possui escrit&oacute;rios em Belo Horizonte-MG, Bel&eacute;m-PA, Bras&iacute;lia-DF e Rio de Janeiro-RJ, al&eacute;m de unidades avan&ccedil;adas em Campo Grande-MS e Caravelas-BA. Para mais informa&ccedil;&otilde;es sobre os programas da CI no Brasil, visite <a href="http://www.conservacao.org">www.conservacao.org</a>. ou nossa conta no twitter <a href="https://twitter.com/#!/CIBrasil">@CIBrasil </a>e facebook <a href="http://www.facebook.com/#!/pages/Conserva%C3%A7%C3%A3o-Internacional-CI-Brasil/231538486861792">http://www.facebook.com/#!/pages/Conserva%C3%A7%C3%A3o-Internacional-CI-Brasil/231538486861792</a></div>
<div>
	<strong>Para mais informa&ccedil;&otilde;es:</strong></div>
<div>
	<div>
		Ana C&iacute;ntia Guazzelli, Coordenadora de Comunica&ccedil;&atilde;o do Programa Marinho, da CI-Brasil</div>
	<div>
		Telefone: + 55 21 2173-6373 / celular: + 55 21 7913-7785 / email: a.guazzelli@conservacao.org </div>
	<div>
		Kevin Connor, Gerente de M&iacute;dia, Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional </div>
	<div>
		Telefone: +1 703 341 2405/ celular: +1 571 232 0455/ email: kconnor@conservation.org </div>
</div>
]]></description>
<pubDate>25/04/12</pubDate></item><item><title>Edital para incentivo às RPPNS é lançado</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=596</link><description><![CDATA[<p>
	Nesta quinta-feira (26), acontecer&aacute; em Macei&oacute; (AL) o encontro &ldquo;Reservas Particulares do Patrim&ocirc;nio Natural - RPPNs&rdquo;. O evento ser&aacute; das 9h &agrave;s 12h30, na Sede da Associa&ccedil;&atilde;o das Irm&atilde;s do Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus, no bairro Serraria. A realiza&ccedil;&atilde;o &eacute; do Programa de Incentivo &agrave;s RPPNs da Mata Atl&acirc;ntica, uma iniciativa das organiza&ccedil;&otilde;es Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI), Funda&ccedil;&atilde;o SOS Mata Atl&acirc;ntica e da Associa&ccedil;&atilde;o para Prote&ccedil;&atilde;o da Mata Atl&acirc;ntica no Nordeste (AMANE). O apoio &eacute; do Instituto de Meio Ambiente de Alagoas.</p>
<p>
	O objetivo &eacute; divulgar o conceito de RPPN e o procedimento para sua cria&ccedil;&atilde;o, as experi&ecirc;ncias bem sucedidas e as fontes financiadoras para a implementa&ccedil;&atilde;o das reservas no Estado. A programa&ccedil;&atilde;o contar&aacute; com a participa&ccedil;&atilde;o de representantes das organiza&ccedil;&otilde;es realizadoras do evento e de propriet&aacute;rios de RPPNs no Estado.</p>
<p>
	<strong>Incentivo &agrave; cria&ccedil;&atilde;o de RPPNs </strong></p>
<p>
	No encontro ser&aacute; lan&ccedil;ado o XI edital do Programa de Incentivo &agrave;s RPPNs da Mata Atl&acirc;ntica. Em Alagoas, o Programa de Incentivo &agrave;s RPPNs da Mata Atl&acirc;ntica j&aacute; apoiou a cria&ccedil;&atilde;o de 28 RPPNs, que, quando reconhecidas oficialmente, proteger&atilde;o cerca de 3 mil hectares de mata nativa, contribuindo para a melhoria n&atilde;o s&oacute; da qualidade de vida da popula&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m para a economia local e a conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade. No total, o Programa j&aacute; apoiou a cria&ccedil;&atilde;o de 467 RPPNs no bioma Mata Atl&acirc;ntica.</p>
<p>
	&ldquo;De acordo com o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atl&acirc;ntica, divulgado em maio de 2011 pela SOS Mata Atl&acirc;ntica e o Inpe, a Mata Atl&acirc;ntica cobria originalmente 53% de Alagoas e, atualmente, ocupa apenas 10% do territ&oacute;rio. Uma grande parcela destes fragmentos florestais existentes no Estado est&aacute; localizada dentro de propriedades  particulares. Por este motivo, &eacute; importante que a popula&ccedil;&atilde;o conhe&ccedil;a o processo de cria&ccedil;&atilde;o das RPPNs&rdquo;, destaca a coordenadora do Programa de Incentivo &agrave;s RPPNs, Mariana Machado.</p>
<p>
	 Para a Diretora Executiva da AMANE, Dorinha Melo, &eacute; essencial que os propriet&aacute;rios conhe&ccedil;am o processo e os benef&iacute;cios das RPPNs e os compartilhem entre si. &ldquo;Para viabilizar as reservas &eacute; muito importante que ocorra a articula&ccedil;&atilde;o dos propriet&aacute;rios de terra na busca por solu&ccedil;&otilde;es bem sucedidas e apoios financeiros e institucionais. Al&eacute;m disso, &eacute; preciso que realizem a troca de experi&ecirc;ncias e divulguem para outros propriet&aacute;rios os benef&iacute;cios econ&ocirc;micos e ambientais que as RPPNs podem trazer, facilitando o processo de divulga&ccedil;&atilde;o&rdquo;, ressalta Dorinha.</p>
<p>
	 </p>
<table border="1" cellpadding="0" cellspacing="0">
	<tbody>
		<tr>
			<td style="width: 576px">
				<p align="center">
					 </p>
				<p align="center">
					<strong>PROGRAMA&Ccedil;&Atilde;O</strong></p>
				<p>
					 </p>
				<p>
					<strong>9h</strong>&ndash; Abertura</p>
				<p>
					<strong>9h15</strong>&ndash; Conceito e procedimentos para cria&ccedil;&atilde;o de RPPNs em Alagoas &ndash; Alex Naz&aacute;rio/ Instituto de Meio Ambiente de Alagoas</p>
				<p>
					<strong>9h40</strong>&ndash; Relato de propriet&aacute;rios de RPPNs em Alagoas</p>
				<p>
					<strong>10h</strong>&ndash; Atua&ccedil;&atilde;o da AMANE em prol das RPPNs &ndash; Maria das Dores Melo/AMANE</p>
				<p>
					<strong>10h20</strong>&ndash; Espa&ccedil;o para perguntas</p>
				<p>
					<strong>11h</strong>&ndash; Lanche e Conversas</p>
				<p>
					<strong>11h30</strong>&ndash; Programa de Incentivo &agrave;s RPPNs da Mata Atl&acirc;ntica e Lan&ccedil;amento do XI edital &ndash; Mariana Machado/ Programa RPPN Mata Atl&acirc;ntica</p>
				<p>
					<strong>12h</strong>&ndash; Espa&ccedil;o para perguntas</p>
				<p>
					<strong>12h30</strong>&ndash; Encerramento</p>
				<p>
					 </p>
			</td>
		</tr>
	</tbody>
</table>
<p>
	<strong>Sobre a Funda&ccedil;&atilde;o SOS Mata Atl&acirc;ntica</strong></p>
<p>
	Criada em 1986, a Funda&ccedil;&atilde;o SOS Mata Atl&acirc;ntica &eacute; uma organiza&ccedil;&atilde;o privada sem fins lucrativos, que tem como miss&atilde;o promover a conserva&ccedil;&atilde;o da diversidade biol&oacute;gica e cultural do Bioma Mata Atl&acirc;ntica e ecossistemas sob sua influ&ecirc;ncia. Assim, estimula a&ccedil;&otilde;es para o desenvolvimento sustent&aacute;vel, promove a educa&ccedil;&atilde;o e o conhecimento sobre a Mata Atl&acirc;ntica, mobiliza, capacita e incentiva o exerc&iacute;cio da cidadania socioambiental. A Funda&ccedil;&atilde;o desenvolve projetos de conserva&ccedil;&atilde;o ambiental, produ&ccedil;&atilde;o de dados, mapeamento e monitoramento da cobertura florestal do Bioma, campanhas, estrat&eacute;gias de a&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, programas de educa&ccedil;&atilde;o ambiental e restaura&ccedil;&atilde;o florestal, voluntariado, desenvolvimento sustent&aacute;vel, prote&ccedil;&atilde;o e manejo de ecossistemas. Mais informa&ccedil;&otilde;es em <a href="http://www.sosma.org.br/">www.sosma.org.br</a>.</p>
<p>
	<strong>Sobre a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional</strong></p>
<p>
	A Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI) &eacute; uma organiza&ccedil;&atilde;o privada, sem fins lucrativos, fundada em 1987 com o objetivo de promover o bem-estar humano fortalecendo a sociedade no cuidado respons&aacute;vel e sustent&aacute;vel para com a natureza &ndash; nossa biodiversidade global &ndash; amparada em uma base s&oacute;lida de ci&ecirc;ncia, parcerias e experi&ecirc;ncias de campo. Como uma organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o governamental (ONG) global, a CI atua em mais de 40 pa&iacute;ses, distribu&iacute;dos por quatro continentes. Em 1988, iniciou seus primeiros projetos no Brasil e, em 1990, se estabeleceu como uma ONG nacional. Possui escrit&oacute;rios em Belo Horizonte-MG, Bel&eacute;m-PA, Bras&iacute;lia-DF e Rio de Janeiro-RJ, al&eacute;m de unidades avan&ccedil;adas em Campo Grande-MS e Caravelas-BA. Para mais informa&ccedil;&otilde;es sobre os programas da CI no Brasil, visite www.conservacao.org. ou nossa conta no twitter @CIBrasil e facebookhttp://www.facebook.com/#!/pages/Conserva%C3%A7%C3%A3o-Internacional-CI-Brasil/231538486861792 </p>
<p>
	<strong>Sobre a AMANE</strong></p>
<p>
	A <strong>AMANE</strong>, Associa&ccedil;&atilde;o para a Prote&ccedil;&atilde;o da Mata Atl&acirc;ntica do Nordeste, &eacute; uma Organiza&ccedil;&atilde;o da Sociedade Civil de Interesse P&uacute;blico (OSCIP) de cunho ambientalista, sem fins lucrativos. Atua em prol da conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade da Mata Atl&acirc;ntica do Nordeste e do desenvolvimento de benef&iacute;cios socioambientais. Nasceu em 2005 por meio do Pacto Murici, acordo feito por oito organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o-governamentais para proteger a regi&atilde;o de Murici-AL.</p>
]]></description>
<pubDate>23/04/12</pubDate></item><item><title>Pró-Viveiros apresenta os primeiros resultados do programa</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=594</link><description><![CDATA[<p>
	No dia 20 de abril, no Audit&oacute;rio da Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado do Rio de Janeiro &ndash; FIRJAN, o programa Pr&oacute;-Viveiros apresentar&aacute; os resultados do seu projeto piloto. A iniciativa &eacute; da ONG Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional e conta com a parceria da Natural Partners e Refloresta, com apoio do Citi Brasil, e patroc&iacute;nio da Citi Foundation. O Pr&oacute;-Viveiros visa a implanta&ccedil;&atilde;o de um programa de desenvolvimento e qualifica&ccedil;&atilde;o de viveiros para a restaura&ccedil;&atilde;o florestal em &aacute;reas priorit&aacute;rias da Mata Atl&acirc;ntica, no estado do Rio de Janeiro. Al&eacute;m da entrega dos certificados da primeira turma, a ocasi&atilde;o ir&aacute; proporcionar a aproxima&ccedil;&atilde;o entre os produtores dos potenciais e atuais grandes demandadores de mudas do estado do Rio de Janeiro. </p>
<div>
	Segundo Carlos Alberto Mesquita, diretor do programa Mata Atl&acirc;ntica da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional, o evento servir&aacute; tamb&eacute;m como base de apoio para a cria&ccedil;&atilde;o de uma associa&ccedil;&atilde;o de produtores de mudas na regi&atilde;o, oportunidade em que empresas e institui&ccedil;&otilde;es governamentais poder&atilde;o conhecer os viveiros participantes do programa, bem como trocar informa&ccedil;&otilde;es sobre demandas presentes e futuras do setor. &ldquo;Como pr&oacute;ximos passos, esperamos a consolida&ccedil;&atilde;o da associa&ccedil;&atilde;o, com a ades&atilde;o de novos produtores, e a capta&ccedil;&atilde;o de investimentos, via cr&eacute;dito ou contratos de produ&ccedil;&atilde;o, para a implanta&ccedil;&atilde;o dos planos de neg&oacute;cios desenhados&rdquo;, destaca o diretor do programa.</div>
<div>
	Em sua fase inicial, o Pr&oacute;-Viveiros apoiou o fortalecimento de 14 viveiros, localizados em diferentes regi&otilde;es do estado do Rio de Janeiro, por meio de um programa de treinamento para a produ&ccedil;&atilde;o de mudas e aspectos relacionados ao empreendedorismo e gest&atilde;o do neg&oacute;cio. Os viveiros participantes foram beneficiados tamb&eacute;m com orienta&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica para regulariza&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o de mudas, facilitando o cadastro dos mesmos junto ao Registro Nacional de Sementes e Mudas &ndash; Renasem. A primeira turma do projeto &eacute; composta por produtores individuais e pequenas empresas. A capacidade de produ&ccedil;&atilde;o depende do porte dos viveiros, variando de 30 mil a 200 mil mudas por ano.</div>
<div>
	Para Mesquita, &ldquo;o papel do programa Pr&oacute;-Viveiros n&atilde;o &eacute; o de produzir mudas, mas, sim, qualificar os viveiros do estado, tanto do ponto de vista t&eacute;cnico quanto do ponto de vista da gest&atilde;o de neg&oacute;cios, para que a produ&ccedil;&atilde;o de sementes e mudas, elo b&aacute;sico fundamental da cadeia produtiva da restaura&ccedil;&atilde;o florestal, seja fortalecida e se consolide como um segmento relevante da economia verde no estado&rdquo;. Ele acredita que, com a amplia&ccedil;&atilde;o dos neg&oacute;cios dos viveiros, a iniciativa ir&aacute; contribuir para a gera&ccedil;&atilde;o trabalho e renda em locais economicamente menos favorecidos.</div>
<div>
	Nesta primeira fase do piloto, 12 viveiros obtiveram o Registro Nacional de Produtores de Sementes e Mudas (Renasem), do Minist&eacute;rio da Agricultura, documento que &eacute; pr&eacute;-requisito para que o viveiro seja fornecedor de grandes empreendimentos, p&uacute;blicos ou privados. Outros dois viveiros j&aacute; possu&iacute;am o registro. Al&eacute;m disso, no in&iacute;cio do projeto, nenhum dos 14 viveiros possu&iacute;a um plano de neg&oacute;cio, documento essencial para seu planejamento e gest&atilde;o. Ao final do programa, todos os viveiros participantes estar&atilde;o com seus planos elaborados. </div>
<div>
	A parceria entre a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional e o Citi Brasil para a realiza&ccedil;&atilde;o desse projeto surge em um momento importante para o pa&iacute;s e para o estado, com v&aacute;rios empreendimentos de porte em constru&ccedil;&atilde;o e a realiza&ccedil;&atilde;o de dois grandes eventos esportivos. Dentro do programa de a&ccedil;&otilde;es para as Olimp&iacute;adas de 2016, por exemplo, o governo do estado do Rio de Janeiro se comprometeu a plantar 24 milh&otilde;es de &aacute;rvores, sendo uma parte delas para compensar as emiss&otilde;es de CO2 dos jogos. Apoiar os pequenos e m&eacute;dios empreendedores florestais do estado em sua inser&ccedil;&atilde;o qualificada nestas oportunidades de neg&oacute;cios associadas &agrave; recupera&ccedil;&atilde;o da Mata Atl&acirc;ntica &eacute; a meta do Pr&oacute;-Viveiros.</div>
<div>
	<strong>Sobre a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional</strong></div>
<div>
	A <strong>Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI)</strong> &eacute; uma organiza&ccedil;&atilde;o privada, sem fins lucrativos, fundada em 1987 com o objetivo de promover o bem-estar humano fortalecendo a sociedade no cuidado respons&aacute;vel e sustent&aacute;vel para com a natureza &ndash; nossa biodiversidade global &ndash; amparada em uma base s&oacute;lida de ci&ecirc;ncia, parcerias e experi&ecirc;ncias de campo. Como uma organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o governamental (ONG) global, a CI atua em mais de 40 pa&iacute;ses, distribu&iacute;dos por quatro continentes. Em 1988, iniciou seus primeiros projetos no Brasil e, em 1990, se estabeleceu como uma ONG nacional. Possui escrit&oacute;rios em Belo Horizonte-MG, Bel&eacute;m-PA, Bras&iacute;lia-DF e Rio de Janeiro-RJ, al&eacute;m de unidades avan&ccedil;adas em Campo Grande-MS e Caravelas-BA. Para mais informa&ccedil;&otilde;es sobre os programas da CI no Brasil, visite www.conservacao.org. ou nossa conta no twitter @CIBrasil e facebookhttp://www.facebook.com/#!/pages/Conserva%C3%A7%C3%A3o-Internacional-CI-Brasil/231538486861792</div>
<div>
	<strong>Sobre a Citi Foundation</strong></div>
<div>
	A<strong> Citi Foundation</strong> est&aacute; comprometida com o desenvolvimento econ&ocirc;mico e a inclus&atilde;o financeira de indiv&iacute;duos e fam&iacute;lias, principalmente nas comunidades onde o banco est&aacute; presente, para que possam melhorar o seu padr&atilde;o de vida. Globalmente, a Citi Foundation estabelece seus objetivos estrat&eacute;gicos priorizando &aacute;reas como: Educa&ccedil;&atilde;o Financeira, Microfinan&ccedil;as, Empreendedorismo, Gera&ccedil;&atilde;o de Renda e Educa&ccedil;&atilde;o de Jovens. Informa&ccedil;&otilde;es adicionais podem ser encontradas em www.citifoundation.com.</div>
<div>
	Para mais informa&ccedil;&otilde;es, visite www.citigroup.com ou www.citibank.com.br / Twitter - @CitiBrasil / Blog - CitiBrasil.wordpress.com / YouTube - youtube.com/CitiBrasil</div>
<div>
	<strong>Mais informa&ccedil;&otilde;es &agrave; imprensa:</strong></div>
<div>
	<div>
		Coordenadora de Comunica&ccedil;&atilde;o da CI-Brasil</div>
	<div>
		Marcele Bastos &ndash; m.bastos@conservacao.org &ndash; 31 3261-3889</div>
</div>
<div>
	G&amp;A Comunica&ccedil;&atilde;o Empresarial</div>
<div>
	Marcelo de Andrade &ndash; marcelo.de.andrade@citi.com &ndash; 11 4009-3172</div>
<div>
	Renata Torres &ndash; renata@gaspar.com.br &ndash; 11 3037-3217</div>
<div>
	Assessoria de Imprensa Citi Brasil</div>
<div>
	Leonardo Guerra &ndash; leonardo.guerra@citi.com &ndash; 11 4009-7232</div>
]]></description>
<pubDate>19/04/12</pubDate></item><item><title>Jovem brasileira ganha prêmio mundial de conservação</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=593</link><description><![CDATA[<p>
	Diana Nascimento &eacute; uma ga&uacute;cha de 23 anos que atualmente mora em Matinhos, no Paran&aacute;. A jovem ind&iacute;gena &eacute; da etnia Kaingang e nasceu na Terra Ind&iacute;gena (TI) Nonoai, no norte do Rio Grande do Sul. L&aacute;, onde tamb&eacute;m vive sua fam&iacute;lia, a jovem cursa durante as f&eacute;rias o curso de Gest&atilde;o Ambiental da Universidade Federal do Paran&aacute; (UFPR). Diana foi um dos tr&ecirc;s ganhadores do pr&ecirc;mio &ldquo;Indigenous and Traditional Peoples Conservation 2012&rdquo;, pr&ecirc;mio patrocinado pela Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI) e pela Conven&ccedil;&atilde;o da Diversidade Biol&oacute;gica (CDB). Tamb&eacute;m foram contemplados a queniana Ikal Angelei e o peruano Zen&oacute;n Gomel Apaza. Para concorrer os candidatos precisavam inscrever um projeto de pesquisa envolvendo a tem&aacute;tica das comunidades tradicionais. Cada um dos escolhidos ganhar&aacute; uma bolsa no valor de U$ 30.000,00 (aproximadamente, R$ 55.119,00). Metade deve ser usada para aprimoramento profissional e a outra no projeto. Veja abaixo a entrevista que Diana Nascimento concedeu &agrave; <strong>CI-Brasil</strong>.</p>
<div>
	<strong>1.<span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre"> </span>O que significou para voc&ecirc; ter ganhado o pr&ecirc;mio? </strong></div>
<div>
	Significou a realiza&ccedil;&atilde;o de um projeto que venho tentando por em pr&aacute;tica h&aacute; um bom tempo, e por falta de financiamento e incentivo, era muito dif&iacute;cil criar parcerias para sua realiza&ccedil;&atilde;o. Com essa bolsa poderei - da forma que mais amo - ajudar na prote&ccedil;&atilde;o da biodiversidade, na gest&atilde;o e na prote&ccedil;&atilde;o do territ&oacute;rio Kaingang. </div>
<div>
	Estou muito feliz em ter sido um dos tr&ecirc;s escolhidos entre mais de 140 candidatos. Tenho percebido que &eacute; poss&iacute;vel e enriquecedor cruzar conhecimentos. Tudo isso me auxiliar&aacute; no desenvolvimento de projetos como esse ou em outros que ajudem na revitaliza&ccedil;&atilde;o da cultura Kaingang, como oficinas, palestras, trilhas, rodas de conversas com anci&atilde;os. A abordagem socioambiental, aplicada &agrave; gest&atilde;o de terras ind&iacute;genas, &eacute; uma estrat&eacute;gia que se torna cada vez mais uma forma n&atilde;o s&oacute; de manter viva a cultura, mas principalmente manter vivo o modo de vida e rela&ccedil;&atilde;o com o meio ambiente.</div>
<div>
	<strong>2.<span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre"> </span>Qual &eacute; o trabalho que voc&ecirc; faz com os povos tradicionais? </strong></div>
<div>
	J&aacute; venho h&aacute; algum tempo trabalhando no projeto &ldquo;Recupera&ccedil;&atilde;o e restaura&ccedil;&atilde;o etnoambiental em terras ind&iacute;genas&rdquo;. Venho estudando metodologias para entrela&ccedil;ar conhecimentos cient&iacute;ficos adquiridos na universidade com os conhecimentos tradicionais. Trabalho em conjunto com a comunidade, enriquecendo o projeto cada vez mais.  Na minha Terra Ind&iacute;gena, h&aacute; um parque ambiental  que corresponde a uma &aacute;rea de 17.499 ha, a segunda maior &aacute;rea cont&iacute;nua de preserva&ccedil;&atilde;o da Mata Atl&acirc;ntica do Rio Grande do Sul. Esse parque s&oacute; foi devolvido &agrave;s terras ind&iacute;genas em 1999. Houve uma diminui&ccedil;&atilde;o bastante significativa dos bancos gen&eacute;ticos de sua biodiversidade, devido &agrave; explora&ccedil;&atilde;o madeireira e &agrave; press&atilde;o humana n&atilde;o-ind&iacute;gena.  Principalmente de colonos que moram no entorno, que desejam aumentar suas &aacute;reas de plantio (monocultura de soja). &Eacute; nesse cen&aacute;rio que surgiu meu desejo de fazer este projeto de recupera&ccedil;&atilde;o e restaura&ccedil;&atilde;o. Ser&aacute; realizado inicialmente com a comunidade da Terra Ind&iacute;gena Nonoai, e envolver&aacute; desde seu inicio a comunidade e as escolas ind&iacute;genas, com a escolha das esp&eacute;cies a serem usadas na recupera&ccedil;&atilde;o, as &aacute;reas a serem recuperadas, de que forma isso poder&aacute; ser feito etc. </div>
<div>
	<strong>3.       De onde surgiu esse interesse de trabalhar com os povos tradicionais? </strong></div>
<div>
	Eu sempre tive o sonho de estudar, me formar, e voltar pra minha terra. Cresci vendo meu povo lutar por seus direitos, direitos esses que na maioria das vezes n&atilde;o s&atilde;o respeitados ou s&atilde;o desconhecidos para a maioria dos ind&iacute;genas que est&atilde;o nas aldeias, e o fato de eu querer sair pra estudar, desde sempre foi com o intuito de conhecer esses direitos e traz&ecirc;-los para meu povo. Como sempre gostei da &aacute;rea ambiental, &eacute; atrav&eacute;s dela que venho tentando ajud&aacute;-los na prote&ccedil;&atilde;o da biodiversidade e do territ&oacute;rio que foi conquistado por meio de grandes e longas lutas.  </div>
<div>
	<strong>4       No Dia do &Iacute;ndio, como voc&ecirc; v&ecirc; o tratamento do governo dado aos povos tradicionais e sua cultura? </strong></div>
<div>
	Certamente tem se melhorado em certas &aacute;reas se tratando da quest&atilde;o Ind&iacute;gena, mas estamos presenciando um triste retrocesso nas pol&iacute;ticas ind&iacute;genas, devido.. como o projeto de Lei PEC 215, que est&aacute; em andamento no Congresso. Parlamentares querem alterar a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal para garantirem a amplia&ccedil;&atilde;o de lucros de um pequeno grupo que j&aacute; &eacute; intensamente privilegiado de latifundi&aacute;rios e grandes empresas transnacionais que atuam no pa&iacute;s. Essa proposta assim como [a usina] de Belo Monte e outros empreendimentos de menor porte afetam comunidades tradicionais e que na maioria das vezes a m&iacute;dia n&atilde;o mostra. &Eacute; uma afronta aos ind&iacute;genas e seus direitos. &Eacute; uma tentativa de exterm&iacute;nio aos territ&oacute;rios e, consequentemente, das culturas ind&iacute;genas, quando deveriam estar melhorando as pol&iacute;ticas para que se preserve ao m&aacute;ximo a diversidade cultural, j&aacute; que uma boa parte dessa riqueza j&aacute; foi perdida, ou melhor, tirada de n&oacute;s.</div>
<div>
	<strong>5.       Que mensagem voc&ecirc; deixa para as pessoas que trabalham com povos tradicionais?</strong></div>
<div>
	Para se trabalhar com uma comunidade tradicional ou para que os projetos d&ecirc;em certo nessas comunidades, antes de tudo, deve-se trabalhar em conjunto com as comunidades, respeitando e valorizando seus conhecimentos. A maioria dos &oacute;rg&atilde;os externos chega com projetos prontos sem dar aten&ccedil;&atilde;o ou, muitas vezes, sem conversar com os principais interessados. Est&aacute; na hora de mudar essa ideia de que s&oacute; &eacute; conhecimento o conhecimento cientifico. &Eacute; hora de cruzar os conhecimentos, enxergar de forma mais intercultural e diversificada, parar de colocar uma cultura acima da outra e p&ocirc;r em pr&aacute;tica projetos conjuntos, respeitando o conhecimento do outro e agregando esses valores. Somente assim, dar&aacute; certo o trabalho em comunidades tradicionais e conseguiremos fazer algo de sucesso.</div>
]]></description>
<pubDate>19/04/12</pubDate></item><item><title>Mudanças climáticas dobram o custo da conservação</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=592</link><description><![CDATA[<p>
	As mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas far&atilde;o a conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade, bem como seus benef&iacute;cios associados &ndash; como &aacute;gua pot&aacute;vel e ar puro &ndash; mais desafiadores e caros, com custos crescendo mais de 100% em alguns casos, de acordo com tr&ecirc;s novos estudos de um grupo de pesquisadores internacionais conveniados &agrave; Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI). Os pesquisadores chamaram os estudos de uma esp&eacute;cie de &ldquo;alerta&rdquo; para a conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade e estabiliza&ccedil;&atilde;o clim&aacute;tica de custo eficaz.</p>
<div>
	Os cientistas tinham como foco as esp&eacute;cies e ecossistemas da &Aacute;frica do Sul, Madagascar e Calif&oacute;rnia. Os resultados foram apresentados hoje em tr&ecirc;s trabalhos publicados de forma conjunta no peri&oacute;dico Conservation Biology, intitulado &ldquo;Foco na conserva&ccedil;&atilde;o: custos da adapta&ccedil;&atilde;o da conserva&ccedil;&atilde;o &agrave;s mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas&rdquo;. Os estudos est&atilde;o entre os primeiros a estimar os custos da conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade sob os efeitos das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas.</div>
<div>
	<a href="https://www.facebook.com/media/set/?set=a.429128193769486.120390.231538486861792&amp;type=1"><strong>Confira fotos de Madagscar e da Cape Floristic Region na &Aacute;frica do Sul</strong></a></div>
<div>
	&ldquo;Os efeitos das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas nas esp&eacute;cies da &Aacute;frica do Sul, Madagascar e Calif&oacute;rnia s&atilde;o muito diferentes, mas os custos de conserv&aacute;-las, certamente, aumentar&atilde;o de forma consider&aacute;vel em todas as tr&ecirc;s regi&otilde;es sob os efeitos das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas&rdquo;, diz o principal autor do estudo, Lee Hannah, cientista s&ecirc;nior para a biologia das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI).. &ldquo;N&oacute;s podemos ter um planeta saud&aacute;vel e manter os custos extras no m&iacute;nimo se agirmos r&aacute;pido a fim de reduzir emiss&otilde;es e incorporar as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas nos planos de conserva&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</div>
<div>
	&ldquo;Esse conjunto de estudos ao redor do mundo &eacute; um alerta&rdquo;, diz Rebecca Shaw, cientista clim&aacute;tica e vice presidente associada do Fundo de Defesa ao Meio Ambiente. &ldquo;A verdade &eacute; que n&oacute;s temos lutado para conservar a natureza da qual dependemos para ter ar e &aacute;gua limpos sem contabilizar as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas. Esses trabalhos mostram que ser&aacute; mais dif&iacute;cil e mais caro conservar a natureza no futuro. &Eacute; tempo de ter muito mais criatividade a respeito de incentivos privados com bom custo-benef&iacute;cio e inovadores para sermos mais eficientes  na conserva&ccedil;&atilde;o do sistema de suporte &agrave; vida no planeta, beneficiando assim a n&oacute;s mesmos e a nossas crian&ccedil;as.&rdquo;</div>
<div>
	&ldquo;A conserva&ccedil;&atilde;o &eacute; cara&rdquo;, diz Belinda Reyers, cientista chefe dos servi&ccedil;os de biodiversidade e ecossistema do Conselho Para a Pesquisa Cient&iacute;fica e Industrial da &Aacute;frica do Sul, &ldquo;e provavelmente se tornar&aacute; mais cara com as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas &ndash; entretanto, levando em conta que j&aacute; existem investimentos para a conserva&ccedil;&atilde;o, e os custos que representam a falta de a&ccedil;&atilde;o, chega-se &agrave; conclus&atilde;o de que quanto antes, melhor. Nossas mensagens n&atilde;o s&atilde;o negativas e pessimistas no todo, de fato o estudo de caso da &Aacute;frica do Sul destacou o importante papel que novas abordagens para a conserva&ccedil;&atilde;o e novas parcerias podem ter a fim de reduzir esses custos&rdquo;.</div>
<div>
	Em Madagascar, um dos pa&iacute;ses mais biodiversos no mundo, onde a vasta maioria das florestas nativas t&ecirc;m sido perdidas, pesquisadores fizeram uma previs&atilde;o das chances de sobreviv&ecirc;ncia de 74 esp&eacute;cies de plantas end&ecirc;micas (que s&oacute; s&atilde;o encontradas ali) baseados em diferentes cen&aacute;rios de altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas entre 2000 e 2080. Eles perceberam que, conforme o clima muda ao longo do tempo, esp&eacute;cies que est&atilde;o em florestas protegidas hoje ser&atilde;o empurradas para fora, em &aacute;reas n&atilde;o protegidas &ndash; que poder&atilde;o desaparecer &ndash; como poderia ser o caso da Rhopalocarpus coriaceus, uma &aacute;rvore nativa de Madagascar. Restaurar florestas para evitar a extin&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies como essa, eles concluem, &eacute; mais dif&iacute;cil e caro que a manuten&ccedil;&atilde;o das florestas. Conservar florestas em &aacute;reas mantidas por comunidades tradicionais custa cde US$160 a US$576 por hectare, enquanto a restaura&ccedil;&atilde;o de florestas nas mesmas &aacute;reas custaria seis vezes mais. </div>
<div>
	&ldquo;Protegendo as plantas e animais de suas florestas, Madagascar est&aacute; protegendo as fontes de medicamentos que podem salvar vidas, &aacute;gua limpa para a agricultura, e oportunidades de trabalho para a popula&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea do turismo&rdquo; diz Jonah Busch, economista de clima e floresta da CI e autor principal de &ldquo;Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas e o custo da conserva&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies em Madagascar&rdquo;. &ldquo;A mais alta prioridade de conserva&ccedil;&atilde;o &eacute; parar o desmatamento e destrui&ccedil;&atilde;o  dos &uacute;ltimos remanescentes florestais da ilha, protegendo assim  suas esp&eacute;cies &uacute;nicas da mudan&ccedil;a do clima&rdquo;.</div>
<div>
	Na Calif&oacute;rnia, pesquisadores pegaram 11 esp&eacute;cies que ocorrem dentro de uma &aacute;rea de conserva&ccedil;&atilde;o na Costa Central da Calif&oacute;rnia e projetaram os custos da conserva&ccedil;&atilde;o dessas esp&eacute;cies atrav&eacute;s dos anos de 2050 e 2100 sob um cen&aacute;rio real de mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas. Os resultados mostram que os limites da &aacute;rea de conserva&ccedil;&atilde;o teriam que ser dramaticamente expandidos e que muitas esp&eacute;cies precisar&atilde;o de interven&ccedil;&otilde;es tal qual a cria&ccedil;&atilde;o em cativeiro e realoca&ccedil;&atilde;o para obter os ganhos de hoje com medidas de conserva&ccedil;&atilde;o em um futuro cen&aacute;rio de mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas. As mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas aumentaram os custos da conserva&ccedil;&atilde;o em cerca de 150% at&eacute; 2050 e em cerca de 220% at&eacute; 2100 &ndash; que significam um total de US$2,63 bilh&otilde;es. Mesmo assim, algumas esp&eacute;cies n&atilde;o s&atilde;o aptas para sobreviver &agrave;s mudan&ccedil;as.</div>
<div>
	Na &Aacute;frica do Sul, pesquisadores estudaram a sobreviv&ecirc;ncia de 316 esp&eacute;cies da fam&iacute;lia Proteaceae (de plantas com flores), que existem apenas nessa regi&atilde;o pr&oacute;xima da Cidade do Cabo rica em biodiversidade flor&iacute;stica. O estudo apontou  a prote&ccedil;&atilde;o de uma &aacute;rea suficiente para a sobreviv&ecirc;ncia dessa fam&iacute;lia poderia custar por volta US$1 bilh&atilde;o. No entanto, medidas de get&atilde;o da conserva&ccedil;&atilde;o em conjunto com os propriet&aacute;rios locais poderia reduzir significativamente os custos. </div>
<div>
	Os tr&ecirc;s estudos foram conduzidos por autores das seguintes institui&ccedil;&otilde;es: Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional, Conselho para a Pesquisa Cient&iacute;fica e Industrial da &Aacute;frica do Sul, Fundo de Defesa do Meio Ambiente, Missouri Botanical Garden, Universidade Belfast do Queen, Instituto Nacional Sul Africano de Biodiversidade, The Nature Conservancy, Universidade da Calif&oacute;rnia Berkeley e Universidade da Calif&oacute;rnia Santa B&aacute;rbara, e tiveram apoio financeiro da Funda&ccedil;&atilde;o Nacional de Ci&ecirc;ncia dos Estados Unidos. Os estudos foram publicados em meio aos preparativos para as duas maiores confer&ecirc;ncias da ONU este ano &ndash; Rio+20, no Rio de Janeiro, de 20 a 22 de junho, , e Confer&ecirc;ncia das Partes da Conven&ccedil;&atilde;o de Diversidade Biol&oacute;gica, que acontece em Hyderabad, &Iacute;ndia, de 8 a 19 de outrubro.</div>
<div>
	&ldquo;Se os l&iacute;deres mundiais querem ser efetivos tanto para desacelerar a taxa de degrada&ccedil;&atilde;o ambiental quanto para ajudar os pobres a prosperar agora e no futuro, eles deveriam colocar a conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade no topo de suas agendas&rdquo;, diz Hannah.</div>
<div>
	<strong>Para fazer o download do estudo na &iacute;ntegra</strong>: <a href="http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1523-1739.2012.01824.x/abstract">http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1523-1739.2012.01824.x/abstract </a></div>
<div>
	<strong>Sobre a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional:</strong></div>
<div>
	A <strong>Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI)</strong> &eacute; uma organiza&ccedil;&atilde;o privada, sem fins lucrativos, fundada em 1987 com o objetivo de promover o bem-estar humano fortalecendo a sociedade no cuidado respons&aacute;vel e sustent&aacute;vel para com a natureza &ndash; nossa biodiversidade global &ndash; amparada em uma base s&oacute;lida de ci&ecirc;ncia, parcerias e experi&ecirc;ncias de campo. Como uma organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o governamental (ONG) global, a CI atua em mais de 40 pa&iacute;ses, distribu&iacute;dos por quatro continentes. Em 1988, iniciou seus primeiros projetos no Brasil e, em 1990, se estabeleceu como uma ONG nacional. Possui escrit&oacute;rios em Belo Horizonte-MG, Bel&eacute;m-PA, Bras&iacute;lia-DF e Rio de Janeiro-RJ, al&eacute;m de unidades avan&ccedil;adas em Campo Grande-MS e Caravelas-BA. Para mais informa&ccedil;&otilde;es sobre os programas da CI no Brasil, visite <a href="http://www.conservacao.org">www.conservacao.org</a>. ou nossa conta no twitter <a href="https://twitter.com/#!/CIBrasil">@CIBrasil</a> e facebook <a href="https://www.facebook.com/pages/Conserva%C3%A7%C3%A3o-Internacional-CI-Brasil/231538486861792?ref=tn_tnmn">http://www.facebook.com/#!/pages/Conserva%C3%A7%C3%A3o-Internacional-CI-Brasil/231538486861792</a></div>
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<pubDate>17/04/12</pubDate></item><item><title>PHDs formam centro de excelência em ciência na Amazônia</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=591</link><description><![CDATA[<p style="text-align: justify">
	&ldquo;Eu sempre quis estudar as florestas, desde o mestrado esse &eacute; o meu objeto de estudo&rdquo;, confessa Leidiane Oliveira. Ela defendeu nesta quinta- feira (12/04) a tese de doutorado &quot;Intera&ccedil;&otilde;es da Estrutura da vegeta&ccedil;&atilde;o com a topografia, solo e hidrologia na Floresta Nacional do Amap&aacute;&quot;. Essa paraense de 30 anos, formada em meteorologia, estudou no mestrado a Floresta Nacional de Caxiuan&atilde;, no Par&aacute;, at&eacute; quando decidiu ir para o Amap&aacute; fazer o doutorado no Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Biodiversidade Tropical (PPGBio) para estudar a Floresta Nacional do Amap&aacute;. Mais conhecida como Flona do Amap&aacute;, esta unidade de conserva&ccedil;&atilde;o &eacute; a mais antiga do estado na categoria de desenvolvimento sustent&aacute;vel e tem mais de 400 mil hectares. &ldquo;No doutorado, eu fui verificar a quantidade de biomassa e qual a contribui&ccedil;&atilde;o de vapor d&rsquo;&aacute;gua na atmosfera na Floresta Nacional do Amap&aacute;. O estudo mostrou que 45% da precipita&ccedil;&atilde;o anual depositada na floresta &eacute; devolvida &agrave; atmosfera por vapor d, &aacute;gua, ou seja, como a gente fala, h&aacute; uma ciclagem da &aacute;gua. Al&eacute;m disso, foi verificado que h&aacute; 522 toneladas de biomassa por hectare na floresta. Informa&ccedil;&otilde;es que s&atilde;o importantes, tanto para a biodiversidade, quanto para o manejo da floresta, como para o futuro mercado de carbono e vapor d&#39;&aacute;gua&rdquo;, explica Leidiane. Hoje ela trabalha como professora na universidade estadual do Amap&aacute; e pretende continuar produzindo ci&ecirc;ncia no estado.</p>
<p style="text-align: justify">
	Para Daniel Neves, as dificuldades de infra-estrutura, acesso &agrave; internet, ainda comuns no Amap&aacute; foram um desafio a mais para a conclus&atilde;o da tese &quot;Influencia da vegeta&ccedil;&atilde;o na precipita&ccedil;&atilde;o pluvimetrica sazonal do estado do Amap&aacute;: Um estudo de sensibilidade clim&aacute;tica&quot;, cuja defesa acontece nesta sexta-feira (13/04).&ldquo;Eu propus uma atualiza&ccedil;&atilde;o no modelo de previs&atilde;o clim&aacute;tica, chamado de REGCM3 (em ingl&ecirc;s, modelo clim&aacute;tico regional), usando diferentes tipos de vegeta&ccedil;&atilde;o para o Amap&aacute;, ou seja, calibrar esse modelo de maneira mais atualizada para o estado. A complexidade do estudo exigia muito acesso a Internet, uso de computadores espec&iacute;ficos, dificuldades a mais no Amap&aacute;&rdquo;, confessa Daniel. &ldquo;A partir das pesquisas desenvolvidas na tese, ser&aacute; poss&iacute;vel em breve, come&ccedil;ar a se criar cen&aacute;rios futuros de clima para a regi&atilde;o, como ser&aacute; o clima no Amap&aacute; daqui a 50 anos, e assim apoiar a constru&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e da gest&atilde;o da biodiversidade do estado&rdquo;, afirma Daniel, que tamb&eacute;m coordena o N&uacute;cleo de Hidrometeorologia e Energias Renov&aacute;veis, do Instituto de Pesquisas Cient&iacute;ficas e Tecnol&oacute;gicas do Estado do Amap&aacute; (IEPA).</p>
<p style="text-align: justify">
	Os dois recentesdoutores fazem parte de um grupo de novos profissionais que o Amap&aacute; tem ganhado nos &uacute;ltimos anos gra&ccedil;as ao PPGBIO. Para Helenilza Cunha, coordenadora do programa, o mais importante &eacute; a contribui&ccedil;&atilde;o para a forma&ccedil;&atilde;o de recursos humanos no estado. &ldquo;Os alunos dos nossos programas tanto de mestrado quanto de doutorado est&atilde;o se estabelecendo aqui mesmo no Amap&aacute;. Eles est&atilde;o na &aacute;rea do ensino, em consultorias, e todos est&atilde;o empregados&rdquo;, conclui Helenilza. At&eacute; o final de 2012, v&atilde;o ocorrer mais cinco defesas de doutorado. Desde 2006, o programa j&aacute; teve 60 alunos, entre mestrado e doutorado.</p>
<p style="text-align: justify">
	A Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional &eacute; uma das criadoras do PPGBIO, dentro de v&aacute;rias a&ccedil;&otilde;es que vem desenvolvendo no Amap&aacute; desde 2003, que v&atilde;o al&eacute;m da cria&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o de unidades de conserva&ccedil;&atilde;o, mas da cria&ccedil;&atilde;o de um pensamento local para lidar com a biodiversidade do estado. &ldquo;Al&eacute;m da gera&ccedil;&atilde;o de conhecimento no estado, os novos doutores poder&atilde;o contribuir para a gest&atilde;o efetiva do rico capital natural do Amap&aacute;, gerando desenvolvimento econ&ocirc;mico e social com bases sustent&aacute;veis&rdquo;, afirma Patr&iacute;cia Bai&atilde;o, diretora do Programa Amaz&ocirc;nia da CI-Brasil.</p>
<p style="text-align: justify">
	<strong>PPGBIO</strong>- O Programa de P&oacute;s Gradua&ccedil;&atilde;o em Biodiversidade Tropical foi criado em 2006 atrav&eacute;s de uma parceria &uacute;nica entre a Universidade Federal do Amap&aacute; (UNIFAP), a Embrapa Amap&aacute;, o Instituto de Pesquisa do Estado do Amap&aacute; (IEPA) e a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional do Brasil (CI-Brasil). O curso tem como objetivo gerar conhecimento sobre a biodiversidade amaz&ocirc;nica, em especial do Amap&aacute; e contribuir para a gest&atilde;o efetiva dos recursos naturais criando capacidade local. As linhas de pesquisa oferecidas s&atilde;o: 1) Caracteriza&ccedil;&atilde;o da biodiversidade; 2) Gest&atilde;o e conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade; e 3) Uso sustent&aacute;vel da biodiversidade.</p>
<p style="text-align: justify">
	 </p>
<p style="text-align: justify">
	<strong>CONSERVA&Ccedil;&Atilde;O INTERNACIONAL</strong><br />
	<em>A Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI) &eacute; uma organiza&ccedil;&atilde;o privada, sem fins lucrativos, fundada em 1987 com o objetivo de promover o bem-estar humano fortalecendo a sociedade no cuidado respons&aacute;vel e sustent&aacute;vel para com a natureza &ndash; nossa biodiversidade global -, amparada em uma base s&oacute;lida de ci&ecirc;ncia, parcerias e experi&ecirc;ncias de campo. Como uma organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o governamental (ONG) global, a CI atua em mais de 30 pa&iacute;ses, distribu&iacute;dos por quatro continentes. Em 1988, iniciou seus primeiros projetos no Brasil e, em 1990, se estabeleceu como uma ONG nacional. Possui  escrit&oacute;rios no Rio de Janeiro-RJ, Belo Horizonte-MG, Bras&iacute;lia-DF e Bel&eacute;m-PA, al&eacute;m de unidade avan&ccedil;ada em Caravelas-BA. Para mais informa&ccedil;&otilde;es sobre a CI no Brasil, visite </em><a href="http://www.conservacao.org/"><em>www.conservacao.org</em></a>; <a href="http://www.facebook.com/pages/Conservação-Internacional-CI-Brasil/231538486861792"><em>www.facebook.com/pages/Conserva&ccedil;&atilde;o-Internacional-CI-Brasil/231538486861792</em></a>;  <a href="http://www.twitter.com/cibrasil">www.twitter.com/cibrasil</a> <a href="http://www.youtube.com/cibrasil"><em>www.youtube.com/cibrasil</em></a></p>
<p>
	<em> </em></p>
<p>
	<strong>Mais informa&ccedil;&otilde;es com assessoria de imprensa da CI-Brasil:</strong></p>
<p>
	Fernando Cardoso </p>
<p>
	(91) 3225-3848  (91) 3225-3707 (91) 8135-6644</p>
<p>
	 <a href="mailto:f.cardoso@consercavao.org">f.cardoso@consercavao.org</a><br />
	<em> </em></p>
]]></description>
<pubDate>13/04/12</pubDate></item><item><title>ONGS reivindicam mudanças na agenda ambiental a Dilma</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=590</link><description><![CDATA[<p>
	Integrantes da sociedade civil aproveitaram reuni&atilde;o ontem com a presidente Dilma Rousseff e integrantes do F&oacute;rum Brasileiro de Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas (FBMC), no Pal&aacute;cio do Planalto, em Bras&iacute;lia, para reivindicarem mudan&ccedil;as na pol&iacute;tica energ&eacute;tica e clim&aacute;tica brasileira. Em carta entregue &agrave; presidente na ocasi&atilde;o tamb&eacute;m foi pedido o veto ao C&oacute;digo Florestal que est&aacute; em tramita&ccedil;&atilde;o na C&acirc;mara dos Deputados.</p>
<p>
	No evento, a sociedade civil/ONGs foi representada pelos coletivos do Observat&oacute;rio do Clima (OC) e do F&oacute;rum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (FBOMS), que re&uacute;nem mais de 700 organiza&ccedil;&otilde;es. A CI-Brasil comp&otilde;e as duas redes. Andr&eacute; Ferretti, coordenador geral do OC, e a secret&aacute;ria executiva do FBOMS, Silvia Alc&acirc;ntara Picchioni, pronunciaram-se em nome do grupo e entregaram &agrave; presidente Dilma uma mensagem com o posicionamento coletivo.</p>
<p>
	A presidente Dilma Rousseff  n&atilde;o se mostrou muito receptiva aos pedidos do grupo de mudan&ccedil;a nos rumos do desenvolvimento energ&eacute;tico do pa&iacute;s. Ela chegou a afirmar que as pessoas contr&aacute;rias &agrave; constru&ccedil;&atilde;o de hidrel&eacute;tricas vivem em um estado de &quot;fantasia&quot;.</p>
<p>
	Para Artur Paiva, coordenador de servi&ccedil;os ambientais da CI-Brasil e representante da institui&ccedil;&atilde;o no OC, essa foi uma boa ocasi&atilde;o para que a sociedade civil expressasse seu posicionamento sobre a agenda ambiental e social atual, principalmente por estarmos &agrave; v&eacute;spera da Rio+20. Paiva tamb&eacute;m questionou as diferen&ccedil;as entre o discurso do governo e a pr&aacute;tica. &ldquo;A impress&atilde;o que se tem &eacute; que o que o governo diz n&atilde;o est&aacute; <strong>se</strong> refletindo com o que a sociedade civil observa na pr&aacute;tica&rdquo;, conclui.</p>
<p>
	<u>Leia abaixo a &iacute;ntegra MENSAGEM DA SOCIEDADE CIVIL/ONGs PARA A REUNI&Atilde;O DO FBMC COM A PRESIDENTA DILMA</u></p>
<p>
	Agradecendo ao convite e oportunidade da manifesta&ccedil;&atilde;o da sociedade civil, aqui representada pelos coletivos do Observat&oacute;rio do Clima e do FBOMS, que re&uacute;nem mais de 700 organiza&ccedil;&otilde;es</p>
<p>
	Registramos aqui nosso reconhecimento em rela&ccedil;&atilde;o aos importantes avan&ccedil;os no combate a pobreza e desigualdade ao longo de seu governo.</p>
<p>
	Mas, apesar de avan&ccedil;os alcan&ccedil;ados, estamos aqui para manifestar nossa preocupa&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o a alguns pontos.</p>
<p>
	Os governos, apesar dos discursos, na pr&aacute;tica desconhecem, solenemente, a quest&atilde;o de Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas e n&atilde;o incluem em suas a&ccedil;&otilde;es essa perspectiva.</p>
<p>
	Quase 30 meses ap&oacute;s o Presidente Lula ter sancionado a Lei Federal n&ordm; 12.187, os Planos Setoriais de Mitiga&ccedil;&atilde;o das Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas pouco progrediram. H&aacute; problemas cr&iacute;ticos na sua elabora&ccedil;&atilde;o, com destaque para a falta de padroniza&ccedil;&atilde;o na metodologia e regras de participa&ccedil;&atilde;o da sociedade. Os planos em constru&ccedil;&atilde;o s&atilde;o, na grande maioria, compila&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es j&aacute; em andamento e que n&atilde;o foram elaboradas sobre a &oacute;tica da mitiga&ccedil;&atilde;o e adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas.</p>
<p>
	A implementa&ccedil;&atilde;o da Lei da Pol&iacute;tica Nacional de Clima, apesar de j&aacute; regulamentada, est&aacute; em ritmo extremamente lento, colocando em risco os compromissos assumidos na pr&oacute;pria Lei e nos acordos internacionais.</p>
<p>
	Mesmo com o atraso nos prazos de divulga&ccedil;&atilde;o dos planos setoriais, os documentos que ser&atilde;o entregues a Senhora na semana que vem (16 de abril) s&atilde;o inconclusivos e n&atilde;o atendem ao determinado em Lei ou em metas previstas.</p>
<p>
	Por exemplo: o plano setorial de energia compila o Plano Decenal de Energia, o qual dedica 68% do volume de investimentos do Governo Federal voltado para a ind&uacute;stria do petr&oacute;leo e g&aacute;s, sujando nossa matriz energ&eacute;tica. Impulsionado pelas reservas do pr&eacute;-sal, em 2020, o Brasil produzir&aacute; 6,09 milh&otilde;es de barris de petr&oacute;leo por dia, o que representar&aacute; 955,82 milh&otilde;es de toneladas de CO&sup2; na conta de emiss&otilde;es mundiais - um crescimento de 197% comparado aos n&uacute;meros atuais. Essas emiss&otilde;es consolidar&atilde;o o Brasil na inc&ocirc;moda posi&ccedil;&atilde;o de estar entre os tr&ecirc;s maiores emissores globais de gases do efeito estufa.</p>
<p>
	Precisamos mudar esse cen&aacute;rio. O mundo quer e precisa de diversifica&ccedil;&atilde;o da matriz energ&eacute;tica e incentivos econ&ocirc;micos para energia limpa. O Brasil n&atilde;o pode ir na contra-m&atilde;o da hist&oacute;ria.</p>
<p>
	Outro aspecto de extrema urg&ecirc;ncia trata da elabora&ccedil;&atilde;o de um Plano Nacional de Adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas, para identifica&ccedil;&atilde;o de vulnerabilidades e &aacute;reas de risco. Nos &uacute;ltimos anos a sociedade brasileira tem sofrido, de Norte a Sul, enormes preju&iacute;zos socioecon&ocirc;micos e ambientais devido a eventos clim&aacute;ticos extremos. As popula&ccedil;&otilde;es menos favorecidas s&atilde;o as mais atingidas, mas de modo geral toda a sociedade tem sofrido as consequ&ecirc;ncias.</p>
<p>
	O Brasil precisa investir mais em preven&ccedil;&atilde;o do que em respostas emergenciais a desastres, que devem ser conduzidas de forma partilhada com as popula&ccedil;&otilde;es nas diferentes regi&otilde;es considerando as particularidades.</p>
<p>
	Outro tema de preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; o projeto de lei que altera o C&oacute;digo Florestal, que tramita na C&acirc;mara nesse momento. Se aprovado resultar&aacute;, inevitavelmente, na emiss&atilde;o de milh&otilde;es de toneladas de gases de efeito estufa, na perda de biodiversidade e servi&ccedil;os ambientais essenciais &agrave; nossa civiliza&ccedil;&atilde;o. Nem o texto do Senado nem o da C&acirc;mara podem ser aprovados na medida em que os dois desfiguram de tal forma o atual C&oacute;digo Florestal, que a sociedade civil aqui representada n&atilde;o v&ecirc; alternativa sen&atilde;o pedir o VETO PRESIDENCIAL integral daquele PL.</p>
<p>
	A sociedade civil espera este veto e estar&aacute; junto apoiando sua atitude.</p>
<p>
	Tamb&eacute;m relevante &eacute; a quest&atilde;o de REDD+ que carece de um amplo processo de discuss&atilde;o para tratar desse sistema e da estrat&eacute;gia nacional a ser adotada no Brasil. Iniciativas isoladas de estados, munic&iacute;pios, comunidades ind&iacute;genas e tradicionais, e propriet&aacute;rios rurais est&atilde;o sendo realizadas em todo o territ&oacute;rio nacional e precisam ser consideradas e harmonizadas.</p>
<p>
	Diante do exposto, destacamos que, apesar da exist&ecirc;ncia formal de espa&ccedil;os de participa&ccedil;&atilde;o para a sociedade civil, na pr&aacute;tica, as nossas contribui&ccedil;&otilde;es n&atilde;o t&ecirc;m sido devidamente consideradas ou incorporadas nos processos em curso. A sociedade civil organizada reivindica ter as condi&ccedil;&otilde;es m&iacute;nimas necess&aacute;rias para estar, de fato, envolvida na discuss&atilde;o, elabora&ccedil;&atilde;o, implementa&ccedil;&atilde;o e monitoramento de toda Pol&iacute;tica Nacional de Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas.</p>
<p>
	Nesse sentido, registramos ainda nossa preocupa&ccedil;&atilde;o e esperan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o a formula&ccedil;&atilde;o de um novo marco regulat&oacute;rio para nossa atua&ccedil;&atilde;o. Entidades s&eacute;rias que vem realizando um trabalho relevante para a sociedade n&atilde;o podem ser equiparadas e tratadas como se fossem advers&aacute;rias do interesse p&uacute;blico ou inid&ocirc;neas. Aguardamos com expectativa os resultados do Grupo de Trabalho institu&iacute;do por V. Excia. coordenado pela SGPR.</p>
<p>
	&Agrave;s v&eacute;speras da Rio+20, grande parte das conquistas da sociedade brasileira na &aacute;rea socioambiental desde a Constitui&ccedil;&atilde;o de 1988, podem ser perdidas, e isso seguramente ser&aacute; amplamente denunciado na C&uacute;pula dos Povos.</p>
<p>
	A humanidade precisa tra&ccedil;ar o caminho a ser trilhado nas pr&oacute;ximas d&eacute;cadas para conciliar as necessidades de uma popula&ccedil;&atilde;o de 7 bilh&otilde;es de habitantes (que em 2050 chegar&aacute; a 9 bilh&otilde;es), com o patrim&ocirc;nio natural dispon&iacute;vel. Existem pessoas, conhecimentos, tecnologias e recursos financeiros para fazer do s&eacute;culo XXI um per&iacute;odo virtuoso.</p>
<p>
	O Brasil tem tudo para ser protagonista no maior evento mundial sobre a sustentabilidade do planeta e de sua civiliza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>
	Confiamos na sua coragem para tomar as decis&otilde;es corretas que fa&ccedil;am o diferencial na busca desse caminho!</p>
<p>
	 </p>
]]></description>
<pubDate>05/04/12</pubDate></item><item><title>Expedição documenta áreas pouco conhecidas de Abrolhos</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=589</link><description><![CDATA[<p>
	Pesquisadores da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI) e das universidades e institutos de pesquisa que integram a Rede Abrolhos, com o apoio do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos/ICMBio (Instituto Chico Mendes para a Biodiversidade), documentaram diversos habitats ainda pouco conhecidos na regi&atilde;o dos Abrolhos, no sul da Bahia e norte do Esp&iacute;rito Santo. A Expedi&ccedil;&atilde;o Abrolhos: Novas Fronteiras, realizada entre 7 e 25 de mar&ccedil;o, registrou esses ambientes para  divulgar a import&acirc;ncia do estabelecimento de medidas de manejo e de amplia&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas marinhas protegidas (AMPs) nessa regi&atilde;o priorit&aacute;ria para a conserva&ccedil;&atilde;o marinha no Brasil.</p>
<div>
	A regi&atilde;o dos Abrolhos &eacute; conhecida por abrigar os maiores e mais ricos recifes coral&iacute;neos do Atl&acirc;ntico Sul. O trabalho de pesquisadores ao longo dos &uacute;ltimos anos tem mostrado que esta &aacute;rea de recifes &eacute; muito maior do que se supunha. Segundo Guilherme Dutra, Diretor do Programa Marinho da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional, &quot;os recifes dos Abrolhos estendem-se por uma &aacute;rea 20 vezes maior do que a  que constava nos mapas oficiais. Hoje sabemos que conhec&iacute;amos apenas 5% destes recifes.&rdquo; Os recifes rec&eacute;m mapeados est&atilde;o entre 25 e 90 metros de profundidade, possuem vida marinha abundante e foram documentados durante a Expedi&ccedil;&atilde;o Abrolhos: Novas Fronteiras. </div>
<div>
	<strong><a href="https://www.facebook.com/media/set/?set=a.418398631509109.118274.231538486861792&amp;type=1">Confira fotos dos cientistas da CI-Brasil na &quot;Expedi&ccedil;&atilde;o Abrolhos: Novas Fronteiras&quot;</a></strong></div>
<div>
	Documentar &aacute;reas de ocorr&ecirc;ncia de algas calc&aacute;rias foi o segundo objetivo da expedi&ccedil;&atilde;o. Elas cobrem a parte externa do Banco dos Abrolhos e acredita-se ser o maior banco de algas calc&aacute;rias do mundo. Estas algas formam estruturas r&iacute;gidas, que crescem em camadas formando n&oacute;dulos do tamanho aproximado de uma bola de t&ecirc;nis, conhecidos como rodolitos. &ldquo;&Eacute; uma capa calc&aacute;ria viva e cheia de vida&rdquo;, diz o pesquisador Gilberto M. Amado Filho, do Instituto de Pesquisas Jardim Bot&acirc;nico do Rio de Janeiro. </div>
<div>
	As algas calc&aacute;rias representam um grande dep&oacute;sito de carbono e s&atilde;o de grande import&acirc;ncia para o ciclo de vida dos peixes na regi&atilde;o. &ldquo;Os rodolitos dos Abrolhos podem ser uma das maiores lojas do mundo do que chamamos de &lsquo;carbono azul&rsquo; &mdash; carbono absorvido e armazenado por ecossistemas costeiros que ajudam a mitigar a mudan&ccedil;a clim&aacute;tica&rdquo;, afirmou Les Kaufman, pesquisador s&ecirc;nior do Programa Marinho da CI e professor da Universidade de Boston.</div>
<div>
	Mas o maior desafio da viagem foi documentar os habitats conhecidos como buracas: grandes depress&otilde;es na plataforma do Banco dos Abrolhos, que s&atilde;o ambientes &uacute;nicos, com grande concentra&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;ria org&acirc;nica e peixes. Esses ambientes foram filmados e fotografados por profissionais da comunica&ccedil;&atilde;o, com o objetivo de disseminar sua import&acirc;ncia para a sociedade. </div>
<div>
	Para atingir as metas propostas, pesquisadores utilizaram diferentes t&eacute;cnicas de pesquisas: mergulho aut&ocirc;nomo at&eacute; cerca de 40 metros de profundidade e mergulho t&eacute;cnico, com gases especiais, permitindo que o mergulhador des&ccedil;a a cerca 100 metros de profundidade; c&acirc;meras de v&iacute;deo de alta sensibilidade submersas nos pontos de interesse; e um ve&iacute;culo operado remotamente (ROV - um tipo de rob&ocirc; que pode ser dirigido embaixo da &aacute;gua). </div>
<div>
	A documenta&ccedil;&atilde;o dos tr&ecirc;s habitats visitados pela expedi&ccedil;&atilde;o foi poss&iacute;vel gra&ccedil;as aos resultados obtidos numa s&eacute;rie de campanhas cient&iacute;ficas promovidas pela Rede Abrolhos (coordenada pela UFES e UFRJ), pelo projeto Pr&oacute;-Abrolhos (coordenado pela USP) e pelo Programa Ci&ecirc;ncia de &Aacute;reas Marinhas Manejadas (MMAS &ndash; coordenado pela CI). Nestes programas, dezenas de pesquisadores dedicam-se, desde 2005, &agrave; amplia&ccedil;&atilde;o do conhecimento sobre a biodiversidade brasileira e &agrave; melhoria da capacidade de resposta &agrave;s mudan&ccedil;as globais, associando as pesquisas &agrave; forma&ccedil;&atilde;o de recursos humanos, educa&ccedil;&atilde;o ambiental e divulga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica. &ldquo;Com o conjunto de informa&ccedil;&otilde;es geradas nos &uacute;ltimos anos, a ci&ecirc;ncia tem buscado responder a uma s&eacute;rie de demandas do setor produtivo e do governo&rdquo;, garantiu Rodrigo Le&atilde;o de Moura, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro. &ldquo;Essa grande quantidade de informa&ccedil;&otilde;es qualificadas pode agora come&ccedil;ar a ser aplicada para planejar adequadamente as melhores formas de conservar e usar racionalmente a biodiversidade da regi&atilde;o&rdquo;, afirmou Moura.</div>
<div>
	<strong>Abrolhos</strong></div>
<div>
	A regi&atilde;o dos Abrolhos, localizada entre os estados da Bahia e do Esp&iacute;rito Santo, &eacute; um mosaico de ecossistemas importantes por abrigar grande biodiversidade e prover servi&ccedil;os ecossist&ecirc;micos, incluindo recifes coral&iacute;neos, estu&aacute;rios, manguezais e praias, entre outros. Com a maior biodiversidade marinha do Atl&acirc;ntico Sul, abriga esp&eacute;cies end&ecirc;micas e amea&ccedil;adas, como o coral c&eacute;rebro, tartarugas, aves e mam&iacute;feros marinhos, al&eacute;m de peixes de grande import&acirc;ncia comercial. Anualmente, mais de 7.000 baleias jubarte concentram-se em Abrolhos para reprodu&ccedil;&atilde;o. </div>
<div>
	Abrolhos tamb&eacute;m tem especial import&acirc;ncia econ&ocirc;mica e social, principalmente para os moradores da regi&atilde;o que dependem do oceano: trabalham como pescadores, na coleta de caranguejos nos manguezais e no setor tur&iacute;stico. </div>
<div>
	<strong>&Aacute;reas Marinhas Protegidas (AMPs)</strong></div>
<div>
	Atualmente, a rede de &aacute;reas marinhas protegidas (AMPs) na regi&atilde;o dos Abrolhos, inclui quatro &aacute;reas protegidas federais: o Parque Nacional Marinho de Abrolhos e as Reservas Extrativistas de Corumbau, Canavieiras e Cassurub&aacute;. O grande desafio das institui&ccedil;&otilde;es que trabalham em Abrolhos &eacute; desenvolver alternativas para o manejo integrado e sustent&aacute;vel de &aacute;reas marinhas protegidas, aliando conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade e dos servi&ccedil;os ecossist&ecirc;micos &agrave; gera&ccedil;&atilde;o de renda.</div>
<div>
	<strong>Parceiros e Apoio</strong></div>
<div>
	A Expedi&ccedil;&atilde;o Abrolhos: Novas Fronteiras foi coordenada pela Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional e pelo Parque Nacional Marinho dos Abrolhos/ICMBio, com participa&ccedil;&atilde;o da  Rede Abrolhos e suporte financeiro da Waitt Foundation, The Pew Charitable Trust e Funda&ccedil;&atilde;o Veolia Environnement.</div>
<div>
	A Rede Abrolhos &eacute; uma iniciativa financiada pelo Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o (MCTI) no &acirc;mbito do Sistema Nacional de Pesquisa em Biodiversidade (SISBIOTA), coordenada por pesquisadores da Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo (UFES), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Instituto de Pesquisas Jardim Bot&acirc;nico do Rio de Janeiro (JBRJ), Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Universidade Federal da Para&iacute;ba (UFPB), Universidade de S&atilde;o Paulo (USP) e Universidade Estadual de Maring&aacute; (UEM).</div>
<div>
	<strong>Para mais informa&ccedil;&otilde;es</strong>:</div>
<div>
	Ana C&iacute;ntia Guazzelli &ndash; Comunica&ccedil;&atilde;o do Programa Marinho da CI-Brasil - a.guazzelli@conservacao.org &ndash; (21) 2163-6373 ou (21) 7913-7785.</div>
<div>
	Guilherme Dutra &ndash; CI-Brasil &ndash; g.dutra@conservation.org.br &ndash; (21) 2173-6360</div>
<div>
	Rodrigo L. Moura &ndash; Rede Abrolhos &ndash; moura@biologia.ufrj.br &ndash; (21) 9609-2724</div>
]]></description>
<pubDate>04/04/12</pubDate></item><item><title>Coletores de sementes nativas recebem treinamento na Bahia</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=588</link><description><![CDATA[<p>
	Cerca de 40 pessoas de comunidades rurais de Luis Eduardo Magalh&atilde;es se reuniram no dia 28 de mar&ccedil;o no Parque Fioravanti para aprender sobre t&eacute;cnicas de beneficiamento e armazenamento de sementes nativas do Cerrado. O treinamento foi dado para os integrantes da Rede Coletora de Sementes, fomentada pela Campanha LEM APP 100% Legal.</p>
<p>
	A iniciativa, que tem a realiza&ccedil;&atilde;o do Instituto Lina Galvani e da Prefeitura de Luis Eduardo Magalh&atilde;es, faz parte do <strong>Programa Produzir e Conservar</strong>, que a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional em parceria com a Monsanto desenvolve desde 2008. O programa atua na conserva&ccedil;&atilde;o dos corredores de biodiversidade Jalap&atilde;o-Oeste da Bahia, no Cerrado, e do Nordeste, na Mata Atl&acirc;ntica, al&eacute;m de promover a implementa&ccedil;&atilde;o por parte da Monsanto de uma pol&iacute;tica interna de sustentabilidade.</p>
<p>
	O treinamento para os integrantes da Rede Coletora definiu regras para a entrada e sa&iacute;da de coletores e para os pre&ccedil;os de sementes a serem pagos, que v&atilde;o variar principalmente pelo tipo, disponibilidade no meio ambiente e pela demanda para o plantio das sementes. O grupo recebeu, durante o encontro, um material informativo para identificar, beneficiar e armazenar sementes de 56 esp&eacute;cies do Cerrado, principalmente as mais resistentes e f&aacute;ceis de serem encontradas na natureza.</p>
<p>
	As sementes ser&atilde;o destinadas &agrave; restaura&ccedil;&atilde;o de &Aacute;reas de Preserva&ccedil;&atilde;o Permanente com plantio mecanizado, utilizando-se a t&eacute;cnica de muvuca, que consiste na mistura de sementes nativas e sementes agr&iacute;colas, plantadas por maquin&aacute;rio agr&iacute;cola. A t&eacute;cnica reduz os custos da restaura&ccedil;&atilde;o, se comparados ao plantio manual de mudas, e demanda cerca de 300 mil sementes por hectare.  Poder&atilde;o ter suas &aacute;reas restauradas os propriet&aacute;rios rurais que aderirem e se cadastrarem na Campanha LEM APP 100% Legal.</p>
<p>
	Segundo o coordenador de socioeconomia da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI-Brasil), Fernando Ribeiro, o treinamento tamb&eacute;m foi um momento de integra&ccedil;&atilde;o entre as comunidades para consolidar a Rede Coletora. &ldquo;&Eacute; preciso manter esse grupo mobilizado e interessado na continuidade da coleta&rdquo;, complementa.</p>
<p>
	<strong>Exemplo - </strong>&Eacute; o caso do pequeno agricultor Firmino Silva Rocha, morador da Vila II do Assentamento Rio de Ondas, que ap&oacute;ia a Rede Coletora de Sementes, principalmente por saber que essas sementes est&atilde;o sendo utilizadas para proteger o Cerrado. &ldquo;Embora seja uma forma de aumentar renda, &eacute; importante participar de um projeto que vai ajudar o nosso meio ambiente&rdquo;, afirma.</p>
<p>
	Rosa Maria Schwanke, que coordena as atividades de artesanato na Vila II do Assentamento Rio de Ondas, est&aacute; bastante entusiasmada com a iniciativa da Rede, que propicia aos moradores estabelecerem uma nova rela&ccedil;&atilde;o com o Cerrado local. &ldquo;Agora eles come&ccedil;am a se preocupar mais com a mata. Ao inv&eacute;s de cortar as &aacute;rvores, eles sabem que precisam daquelas sementes para gerar uma renda extra e v&atilde;o at&eacute; mesmo proteger a mata nativa contra o fogo&rdquo;, afirma.</p>
<p>
	Na opini&atilde;o da secret&aacute;ria de meio ambiente de Luis Eduardo Magalh&atilde;es, Fernanda Aguiar, esta mudan&ccedil;a de comportamento mostra a for&ccedil;a da Rede Coletora de Sementes, que conseguiu unir a gest&atilde;o econ&ocirc;mica e ecol&oacute;gica. &ldquo;Essas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o mais r&aacute;pidas e duradouras e as pessoas passam a ver o meio ambiente como uma renda extra e a proteg&ecirc;-lo&rdquo;. At&eacute; o momento os coletores j&aacute; foram remunerados em duas oportunidades, sedo a verba financiada pelo Fundo Municipal de Meio Ambiente de Luis Eduardo Magalh&atilde;es.</p>
<p>
	 </p>
<p>
	<strong>Sobre a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional:</strong></p>
<p>
	A Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI) &eacute; uma organiza&ccedil;&atilde;o privada, sem fins lucrativos, fundada em 1987 com o objetivo de promover o bem-estar humano fortalecendo a sociedade no cuidado respons&aacute;vel e sustent&aacute;vel para com a natureza &ndash; nossa biodiversidade global &ndash; amparada em uma base s&oacute;lida de ci&ecirc;ncia, parcerias e experi&ecirc;ncias de campo. Como uma organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o governamental (ONG) global, a CI atua em mais de 40 pa&iacute;ses, distribu&iacute;dos por quatro continentes. Em 1988, iniciou seus primeiros projetos no Brasil e, em 1990, se estabeleceu como uma ONG nacional. Possui escrit&oacute;rios em Belo Horizonte-MG, Bel&eacute;m-PA, Bras&iacute;lia-DF e Rio de Janeiro-RJ, al&eacute;m de unidades avan&ccedil;adas em Campo Grande-MS e Caravelas-BA. Para mais informa&ccedil;&otilde;es sobre os programas da CI no Brasil, visite <a href="http://www.conservacao.org/">www.conservacao.org</a>. ou nossa conta no twitter @CIBrasil e facebook http://www.facebook.com/#!/pages/Conserva%C3%A7%C3%A3o-Internacional-CI-Brasil/231538486861792</p>
<p>
	<strong>Sobre a Monsanto:</strong></p>
<p>
	A Monsanto &eacute; uma empresa dedicada &agrave; agricultura. Pioneira no desenvolvimento de produtos com tecnologia de ponta na &aacute;rea agr&iacute;cola &ndash; herbicidas, sementes convencionais e geneticamente modificadas &ndash;, a Monsanto busca solu&ccedil;&otilde;es sustent&aacute;veis que proporcionem aos agricultores produzir mais, conservar mais e melhorar vidas. Para isso, investe anualmente mais de US$ 1 bilh&atilde;o em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, e compartilha seu conhecimento com produtores para ampliar o seu acesso a modernas tecnologias agr&iacute;colas, especialmente em pa&iacute;ses pobres e em desenvolvimento.</p>
<p>
	A Monsanto est&aacute; presente no Brasil desde 1963. Em 2010, destinou R$ 6 milh&otilde;es &agrave; sustentabilidade com diversos projetos socioambientais em todo o Pa&iacute;s, realizados em 90 cidades, de 12 estados brasileiros. Mais de 200 mil pessoas foram beneficiadas. Al&eacute;m da distribui&ccedil;&atilde;o gratuita de 60 mil livros, tamb&eacute;m foram realizadas 200 palestras sobre conscientiza&ccedil;&atilde;o ambiental e plantadas 2,2 mil &aacute;rvores, com a participa&ccedil;&atilde;o de 30 mil crian&ccedil;as de todas as regi&otilde;es do pa&iacute;s.</p>
<p>
	A Monsanto faturou R$ 2,048 bilh&otilde;es no Brasil em 2010, produzindo e comercializando a linha de herbicidas Roundup, sementes de soja convencional (Monsoy) e geneticamente modificada (Roundup Ready&reg;), sementes convencionais e geneticamente modificadas de milho (Agroeste, Sementes Agroceres e Dekalb), sementes de sorgo, algod&atilde;o (Deltapine) e, ainda, sementes de hortali&ccedil;as (Seminis e De Ruiter). Em novembro de 2008, passou a atuar no mercado de cana-de-a&ccedil;&uacute;car, com a aquisi&ccedil;&atilde;o das empresas Canavialis e Alellyx, do Grupo Votorantim. Em fevereiro de 2009, a Monsanto adquiriu os 49% restantes da MDM, refor&ccedil;ando sua posi&ccedil;&atilde;o no mercado de algod&atilde;o. Para mais informa&ccedil;&otilde;es sobre a Monsanto, visite: www.monsanto.com.br</p>
<p>
	 </p>
<p>
	<strong>Informa&ccedil;&otilde;es para a imprensa</strong></p>
<p>
	Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional:</p>
<p>
	Gabriela Michelotti &ndash; (61) 3226 2491 &ndash; <a href="mailto:g.michelotti@conservacao.org">g.michelotti@conservacao.org</a></p>
]]></description>
<pubDate>02/04/12</pubDate></item><item><title>Oceanógrafa vem ao Brasil para defender metas de proteção</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=587</link><description><![CDATA[<p>
	Nesta semana, a renomada pesquisadora e ocean&oacute;grafa norte-americana Sylvia Earle esteve no Brasil a convite da CI-Brasil para participar do Forum Mundial de Sustentabilidade, em Manaus, e defender a meta de 10% de &aacute;reas protegidas marinhas no Brasil. Sylvia tamb&eacute;m fez palestra sobre o tema no ICMBio e se reuniu com o presidente do Senado, Jos&eacute; Sarney, em Bras&iacute;lia.</p>
<p>
	Sylvia, uma das mais importantes defensoras dos oceanos da atualidade, ressaltou em suas palestras a redu&ccedil;&atilde;o substancial j&aacute; comprovada em estudos de esp&eacute;cies marinhas e corais em todo o mundo. &ldquo;Globalmente, j&aacute; perdemos 50% dos recifes de corais. Mas h&aacute; regi&otilde;es, como no Caribe, onde cerca de 80% dos recifes de corais j&aacute; foram destru&iacute;dos. No Brasil, os corais ainda est&atilde;o em bom estado de conserva&ccedil;&atilde;o em compara&ccedil;&atilde;o com outros pa&iacute;ses, mas precisamos agir. Os corais, assim como as florestas tropicais, s&atilde;o os h&aacute;bitats mais biodiversos do planeta, com o maior n&uacute;mero de ocorr&ecirc;ncia de esp&eacute;cies distintas.&rdquo;</p>
<p>
	Sylvia tamb&eacute;m defendeu o aumento da propor&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas protegidas marinhas no Brasil. &ldquo;Hoje, no mundo, apenas 1% dos oceanos s&atilde;o protegidos. O Brasil est&aacute; um pouco &agrave; frente, com 1,5% de prote&ccedil;&atilde;o. Mas &eacute; muito pouco. Os oceanos s&atilde;o como o cora&ccedil;&atilde;o do planeta. Voc&ecirc; acharia suficiente proteger somente 10% de seu cora&ccedil;&atilde;o?&rdquo;, questiona.</p>
<p>
	&ldquo;A vinda de Sylvia &eacute; motivadora para construir uma agenda desafiadora para os oceanos, tendo em vista a Rio+20 com novos rumos e di&aacute;logos a serem debatidos&rdquo;, afirmou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que estava presente &agrave; palestra no ICMbio.</p>
<p>
	Sylvia participou ainda no Brasil de um encontro com empres&aacute;rios do Rio de Janeiro para discutir a sa&uacute;de dos oceanos, a conserva&ccedil;&atilde;o marinha no Brasil e os esfor&ccedil;os de prote&ccedil;&atilde;o da regi&atilde;o de Abrolhos (BA).</p>
<p>
	Guilherme Dutra, diretor do Programa Marinho da CI-Brasil, ressaltou que a visita de Sylvia foi muito produtiva, com destaque especial para o discurso forte e emocionante da ocean&oacute;grafa no F&oacute;rum Mundial de Sustentabilidade.</p>
<p>
	Sylvia Earle trabalhou como diretora da CI de 1999 a 2002 e seu trabalho em defesa dos oceanos se destacou principalmente pela iniciativa de construir uma agenda global de conserva&ccedil;&atilde;o marinha, por meio do encontro intitulado &ldquo;Desafiando o fim dos oceanos&rdquo; (DOE, em ingl&ecirc;s), que aconteceu na cidade mexicana de Los Cabos, em 2003.</p>
<p>
	Saiba mais sobre o trabalho de Sylvia: <a href="http://www.sylviaearlealliance.org/">http://www.sylviaearlealliance.org/</a></p>
]]></description>
<pubDate>29/03/12</pubDate></item><item><title>Protestos pelo país pedem o veto ao novo Código Florestal</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=586</link><description><![CDATA[<p>
	Duas mil pessoas, aproximadamente, foram &agrave; Esplanada dos Minist&eacute;rios, em Bras&iacute;lia, na quarta-feira, para protestar contra as mudan&ccedil;as no C&oacute;digo Florestal. O texto aprovado no Senado em dezembro retornou agora &agrave; C&acirc;mara e deve ser votado na semana que vem. Os manifestantes, vindos de 24 estados, permaneceram durante parte da manh&atilde; em frente ao espelho d&rsquo;&aacute;gua do Congresso Nacional, na manifesta&ccedil;&atilde;o organizada pelo Comit&ecirc; Brasil em Defesa das Florestas, da qual a CI-Brasil e mais 180 institui&ccedil;&otilde;es fazem parte. </p>
<div>
	<a href="https://www.facebook.com/media/set/?set=a.400585206623785.114170.231538486861792&amp;type=3"><strong>Veja fotos da #VetaDilma - Manifesta&ccedil;&atilde;o na Esplanada</strong></a><strong></strong></div>
<div>
	A manifesta&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ou com uma caminhada da Catedral Metropolitana de Bras&iacute;lia, local da concentra&ccedil;&atilde;o, at&eacute; o gramado do Congresso. Ali, houve v&aacute;rios acontecimentos simb&oacute;licos: pesca no espelho d&rsquo;&aacute;gua &ndash; &lsquo;pescaram&rsquo; at&eacute; o deputado federal Ivan Valente (PSOL/SP), um dos &aacute;rduos defensores do veto &agrave; mudan&ccedil;as, durante seu discurso no megafone&ndash;, al&eacute;m de apresenta&ccedil;&atilde;o de capoeira com o grupo Berimbazu de Bras&iacute;lia, anima&ccedil;&atilde;o com bonecos gigantes e atos em defesa dos manguezais. A todo momento ouviam-se gritos de guerra e frases de protesto como &ldquo;Veta Dilma!&rdquo; ou &ldquo;Veta Tudo!&rdquo;.</div>
<div>
	<strong>Contradi&ccedil;&otilde;es no texto</strong></div>
<div>
	Para Guilherme Dutra, diretor do Programa Marinho da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI-Brasil) e um dos presentes na manifesta&ccedil;&atilde;o, a vers&atilde;o do novo C&oacute;digo aprovada no Senado permite atividades danosas aos manguezais. &ldquo;Eles s&atilde;o extremamente importantes para a vida marinha. Eles s&atilde;o ber&ccedil;&aacute;rios. A pesca artesanal depende dos recursos que v&ecirc;m deles&rdquo;, afirma Dutra.</div>
<div>
	&ldquo;Esse novo C&oacute;digo representa um retrocesso na pol&iacute;tica. Pode propiciar danos irrepar&aacute;veis para o Brasil&rdquo;, diz a integrante do Comit&ecirc; Fluminense em Defesa das Florestas, Euzimar Gomes. Ela &eacute; bi&oacute;loga e mestre em ecologia e afirma que n&atilde;o se pode continuar fazendo altera&ccedil;&otilde;es irrelevantes e deixando outras inaceit&aacute;veis como a anistia aos desmatadores, o desmate nas &aacute;reas de morros acima de 45&ordm; e a ocupa&ccedil;&atilde;o e carcinicultura [ cria&ccedil;&atilde;o de camar&atilde;o ] nos manguezais. </div>
<div>
	O deputado federal Ivan Valente (PSOL/SP) pensa que a bancada ruralista &eacute; defensora apenas dos interesses dos produtores de soja, arroz e dos madeireiros. &ldquo;O que estamos pedindo aqui &eacute; o cumprimento das promessas de campanha da presidente Dilma, como o desmate zero e a recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas. Ter ainda anistia aos madeireiros &eacute; absurdo&rdquo;, afirma o deputado. </div>
<div>
	Mario Mantovani, diretor da SOS Mata Atl&acirc;ntica, afirma que a participa&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios setores da sociedade como pescadores e membros do Movimento dos Sem-Terra faz com que mais pessoas sejam ouvidas, pois todos precisam se manifestar. </div>
<div>
	<strong>Estudantes</strong></div>
<div>
	A presen&ccedil;a de estudantes foi grande, principalmente de cursos com rela&ccedil;&atilde;o direta com o meio ambiente. Esse &eacute; o caso de Ant&ocirc;nio Dutra e de Lidiane do Nascimento. Ant&ocirc;nio cursa agronomia na Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF), em Campos dos Goytacazes (RJ). Segundo ele, o apoio &agrave; manifesta&ccedil;&atilde;o &eacute; para pressionar a presidente Dilma para que ela veja o descontentamento popular e vete o texto do C&oacute;digo Florestal. O estudante de agronomia veio com um grupo de aproximadamente 36 pessoas. J&aacute; Lidiane &eacute; de Jo&atilde;o Pessoa, onde cursa ecologia na Universidade Federal da Para&iacute;ba (UFPB) e afirma que &eacute; essencial para um estudante de biologia participar, pois disso depende o futuro profissional dele. &ldquo;Estou aqui, tamb&eacute;m, como cidad&atilde;, pois sou afetada por isso&rdquo;, diz.</div>
<div>
	Jo&atilde;o Carlos Pereira, membro da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Estudantes de Engenharia Florestal (ABEEF) e estudante da Universidade de Bras&iacute;lia (UnB), afirmou que foi ao protesto por ser da &aacute;rea ambiental e para levar esse contraponto para a universidade, que n&atilde;o trabalha muito com essas discuss&otilde;es. Junto dele, havia um grupo de mais sete pessoas da ABEEF, entre elas tr&ecirc;s de outros estados. &ldquo;Esses protestos causam a sensibiliza&ccedil;&atilde;o das pessoas. Elas come&ccedil;am a compreender melhor o assunto&rdquo;, conclui.</div>
<div>
	<strong>Por todo o pa&iacute;s</strong></div>
<div>
	Protestos como esse aconteceram de norte a sul do Brasil. Na ter&ccedil;a-feira, aconteceram no Rio Grande do Sul, Paran&aacute;, Pernambuco e Par&aacute;. Anteriormente, houve em S&atilde;o Paulo, Bahia, Goi&aacute;s, Alagoas, Rio Grande do Norte e Cear&aacute;. </div>
<div>
	Para quem n&atilde;o p&ocirc;de ou n&atilde;o estava sabendo das manifesta&ccedil;&otilde;es em sua cidade, &eacute; s&oacute; ajudar a campanha nas redes sociais pela rashtag #VetaDilma e assinando a peti&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica no site do Greenpeace. </div>
<div>
	 </div>
<div>
	<strong>Saiba mais sobre a <a href="http://conservacao.org.br/noticias/noticia.php?id=565">opini&atilde;o da CI-Brasil sobre o texto do novo C&oacute;digo florestal</a></strong></div>
<div>
	<strong>Leia o <a href="http://conservacao.org.br/noticias/noticia.php?id=568">Manifesto contra o C&oacute;digo assinado por diversas institui&ccedil;&otilde;es</a>, inclusive pela CI-Brasil </strong></div>
]]></description>
<pubDate>09/03/12</pubDate></item><item><title>Evento na Bahia tem campanha para restauração de APPs</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=585</link><description><![CDATA[<p>
	Como forma de apresentar novas t&eacute;cnicas de recupera&ccedil;&atilde;o de vegeta&ccedil;&atilde;o nativa aos produtores rurais, a Campanha Lem APP 100% Legal integrou as atividades do Dia de Campo Oilema, promovido no &uacute;ltimo s&aacute;bado, dia 3, no Condom&iacute;nio Irm&atilde;os Gatto. Foram distribu&iacute;das cerca de 450 mudas nativas do Cerrado, como ip&ecirc;-rosa, aroeira e mutamba. Segundo a organiza&ccedil;&atilde;o, cerca de mil pessoas passaram pelo evento, que tem o objetivo de atualizar os produtores e profissionais do setor agr&iacute;cola em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s novas tecnologias relacionadas &agrave;s sementes e cultivares de soja para a pr&oacute;xima safra.</p>
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	Uma realiza&ccedil;&atilde;o da Prefeitura de Luis Eduardo Magalh&atilde;es, Instituto Lina Galvani e Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional, com a parceria da Monsanto, a Campanha tem o objetivo de oferecer apoio t&eacute;cnico e cient&iacute;fico &agrave;queles que possuem vegeta&ccedil;&atilde;o nativa degradada em nascentes e margens de rio, veredas e topos de serra, classificadas pela legisla&ccedil;&atilde;o brasileira como &Aacute;reas de Preserva&ccedil;&atilde;o Permanente (APPs). Tamb&eacute;m foi distribu&iacute;do durante o evento um material de divulga&ccedil;&atilde;o da Campanha, uma iniciativa pioneira em toda a Bahia.</p>
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	Segundo Paulo Levinski, um dos organizadores do evento, a participa&ccedil;&atilde;o da Campanha LEM APP 100% Legal no dia de campo foi importante como forma de refor&ccedil;ar a import&acirc;ncia da conserva&ccedil;&atilde;o e da manuten&ccedil;&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o em APPs. &ldquo;Hoje o produtor tem uma consci&ecirc;ncia bem maior, e consegue dialogar com a quest&atilde;o ambiental&rdquo;, afirma.</p>
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	Das 12 propriedades inicialmente inseridas na Campanha LEM APP 100% Legal, duas pertencem ao Condom&iacute;nio Gatto, sendo que uma delas recebeu  pela primeira vez na Bahia o plantio mecanizado de sementes nativas que contempla a t&eacute;cnica da &ldquo;muvuca&rdquo;, que consiste na mistura das mais variadas sementes nativas como cara&iacute;ba, pequi, timb&oacute; e ip&ecirc; com sementes agr&iacute;colas como feij&atilde;o catador, guandu, crotol&aacute;ria e milheto.</p>
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	De acordo com Georgina Cardinot, gerente do Programa Cerrado Pantanal da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional, a participa&ccedil;&atilde;o em dias de campo &eacute; uma oportunidade para a campanha levar ao conhecimento dos produtores novas t&eacute;cnicas de recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas com um menor custo e tempo, utilizando maquin&aacute;rio e uma din&acirc;mica de campo semelhantes &agrave;s utilizadas nas culturas agr&iacute;colas. &ldquo;Queremos que os produtores que possuem necessidade de recuperar APPs conhe&ccedil;am experi&ecirc;ncias que d&atilde;o certo em outras regi&otilde;es e tentem adaptar essas novas t&eacute;cnicas &agrave; realidade da sua propriedade&rdquo;, avalia,. &ldquo;&Eacute; preciso desmistificar entre os produtores que recupera&ccedil;&atilde;o de vegeta&ccedil;&atilde;o nativa &eacute; dif&iacute;cil e cara&rdquo;, conclui..</p>
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	<strong>Campanha APP Lem 100% Legal </strong></p>
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	Com participa&ccedil;&atilde;o da Associa&ccedil;&atilde;o dos Irrigantes e Agricultores da Bahia (AIBA), Sindicato Rural dos Produtores Rurais de LEM e Associa&ccedil;&atilde;o Baiana de Produtores de Algod&atilde;o (Abapa), a Campanha selecionou nesta primeira etapa 12 propriedades de Luis Eduardo Magalh&atilde;es, que ter&atilde;o apoio t&eacute;cnico e cient&iacute;fico para restaurar suas &aacute;reas degradadas. Para refor&ccedil;ar a import&acirc;ncia das APPs para a melhoria dos servi&ccedil;os ambientais, como qualidade de &aacute;gua e prote&ccedil;&atilde;o dos solos, fauna e flora, a Campanha trabalha na mobiliza&ccedil;&atilde;o de estudantes da rede p&uacute;blica de ensino com o Festival das Sementes, e na forma&ccedil;&atilde;o de uma rede de coletores para estimular a valoriza&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies nativas do Cerrado local.</p>
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	<strong>Sobre a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional:</strong></p>
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	A Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI) &eacute; uma organiza&ccedil;&atilde;o privada, sem fins lucrativos, fundada em 1987 com o objetivo de promover o bem-estar humano fortalecendo a sociedade no cuidado respons&aacute;vel e sustent&aacute;vel para com a natureza &ndash; nossa biodiversidade global &ndash; amparada em uma base s&oacute;lida de ci&ecirc;ncia, parcerias e experi&ecirc;ncias de campo. Como uma organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o governamental (ONG) global, a CI atua em mais de 40 pa&iacute;ses, distribu&iacute;dos por quatro continentes. Em 1988, iniciou seus primeiros projetos no Brasil e, em 1990, se estabeleceu como uma ONG nacional. Possui escrit&oacute;rios em Belo Horizonte-MG, Bel&eacute;m-PA, Bras&iacute;lia-DF e Rio de Janeiro-RJ, al&eacute;m de unidades avan&ccedil;adas em Campo Grande-MS e Caravelas-BA. Para mais informa&ccedil;&otilde;es sobre os programas da CI no Brasil, visite <a href="http://www.conservacao.org/">www.conservacao.org</a>. ou nossa conta no twitter @CIBrasil e facebook http://www.facebook.com/#!/pages/Conserva%C3%A7%C3%A3o-Internacional-CI-Brasil/231538486861792</p>
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	<strong>Sobre a Monsanto:</strong></p>
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	A Monsanto &eacute; uma empresa dedicada &agrave; agricultura. Pioneira no desenvolvimento de produtos com tecnologia de ponta na &aacute;rea agr&iacute;cola &ndash; herbicidas, sementes convencionais e geneticamente modificadas &ndash;, a Monsanto busca solu&ccedil;&otilde;es sustent&aacute;veis que proporcionem aos agricultores produzir mais, conservar mais e melhorar vidas. Para isso, investe anualmente mais de US$ 1 bilh&atilde;o em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, e compartilha seu conhecimento com produtores para ampliar o seu acesso a modernas tecnologias agr&iacute;colas, especialmente em pa&iacute;ses pobres e em desenvolvimento.</p>
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	A Monsanto est&aacute; presente no Brasil desde 1963. Em 2010, destinou R$ 6 milh&otilde;es &agrave; sustentabilidade com diversos projetos socioambientais em todo o Pa&iacute;s, realizados em 90 cidades, de 12 estados brasileiros. Mais de 200 mil pessoas foram beneficiadas. Al&eacute;m da distribui&ccedil;&atilde;o gratuita de 60 mil livros, tamb&eacute;m foram realizadas 200 palestras sobre conscientiza&ccedil;&atilde;o ambiental e plantadas 2,2 mil &aacute;rvores, com a participa&ccedil;&atilde;o de 30 mil crian&ccedil;as de todas as regi&otilde;es do pa&iacute;s.</p>
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	A Monsanto faturou R$ 2,048 bilh&otilde;es no Brasil em 2010, produzindo e comercializando a linha de herbicidas Roundup, sementes de soja convencional (Monsoy) e geneticamente modificada (Roundup Ready&reg;), sementes convencionais e geneticamente modificadas de milho (Agroeste, Sementes Agroceres e Dekalb), sementes de sorgo, algod&atilde;o (Deltapine) e, ainda, sementes de hortali&ccedil;as (Seminis e De Ruiter). Em novembro de 2008, passou a atuar no mercado de cana-de-a&ccedil;&uacute;car, com a aquisi&ccedil;&atilde;o das empresas Canavialis e Alellyx, do Grupo Votorantim. Em fevereiro de 2009, a Monsanto adquiriu os 49% restantes da MDM, refor&ccedil;ando sua posi&ccedil;&atilde;o no mercado de algod&atilde;o. Para mais informa&ccedil;&otilde;es sobre a Monsanto, visite: <a href="http://www.monsanto.com.br">www.monsanto.com.br</a></p>
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<pubDate>05/03/12</pubDate></item></channel>
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