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    <title>Conservação Internacional</title>
    <link>http://www.conservacao.org/</link>
    <description>Conservação Internacional</description>
    <language>en-us</language>

<item><title>Corumbau, Caravelas e Alcobaça no Globo Ecologia de sábado</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=659</link><description><![CDATA[<p>
	A import&acirc;ncia do budi&atilde;o-azul para a sa&uacute;de dos corais e mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas s&atilde;o destaques do &lsquo;Oceanos e Clima&rsquo;, pr&oacute;ximo programa do Globo Ecologia, que vai ao ar amanh&atilde; (s&aacute;bado), dia 25, &agrave;s 06h50, na Rede Globo de Televis&atilde;o. As grava&ccedil;&otilde;es, realizadas no in&iacute;cio de abril, nos munic&iacute;pios de Caravelas, Alcoba&ccedil;a e na Reserva Extrativista Marinha do Corumbau, contaram com a participa&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica da ONG ambientalista Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional, Renata Pereira; do pesquisador da Universidade Federal do Paran&aacute;, Matheus Freitas; do professor doutor da Universidade Federal da Bahia e Ruy Kikuchi; do professor doutor do Instituto Jardim Bot&acirc;nico do Rio de Janeiro, Gilberto Amado e de Nina Braga, diretora do Instituto E.</p>
<div>
	Os programas &lsquo;Pesca Sustent&aacute;vel&rsquo; e `Ordenamento do Turismo&rsquo; tamb&eacute;m abordam quest&otilde;es relacionadas &agrave; regi&atilde;o dos Abrolhos e v&atilde;o ao ar &agrave;s 6h50, dos dias 08 e 22 de junho, respectivamente. Ronaldo Oliveira, do ICMBio; Danieli Marinho, t&eacute;cnica da Resex do Cassurub&aacute;; Jer&ocirc;nimo Amaral, da CI-Brasil; Juliana Prataviera, mestranda da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Milton do Carmo e o pescador Gilmar de Jesus, da comunidade do Bugig&atilde;o, al&eacute;m de Gustavo Duarte, do Coral Vivo e Ben&eacute; Gouveia, Secret&aacute;rio Municipal de Meio Ambiente de Porto Seguro completaram o quadro dos entrevistados. Reprises dos programas entrar&atilde;o na grade do Canal Futura na pr&oacute;xima semana, em diferentes hor&aacute;rios.</div>
<div>
	Durante uma semana, a equipe, dirigida por F&aacute;bio Correa e L&iacute;gia Feliciano, percorreu algumas cidades do sul da Bahia, gravando imagens e depoimentos para os programas &ldquo;Oceanos&rdquo;, apresentados pelo ator Max Fercondini. A maioria das imagens subaqu&aacute;ticas &eacute; de Enrico Marcovaldi, cedidas ao programa pela CI-Brasil.</div>
<div>
	Renata Pereira, coordenadora dos Servi&ccedil;os Ecossist&ecirc;micos da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional, falou sobre mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas, seus efeitos no oceano e na vida das pessoas, destacando a import&acirc;ncia das contribui&ccedil;&otilde;es individuais para minimizar esses efeitos. </div>
<div>
	Escassez dos recursos pesqueiros foi abordada por Jer&ocirc;nimo Amaral, coordenador de Socioeconomia da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional, que apresentou as Reservas Extrativistas e &Aacute;reas Marinhas Protegidas como uma parte das solu&ccedil;&otilde;es para os problemas relativos &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o dos estoques dos recursos naturais. Abordou tamb&eacute;m a agrega&ccedil;&atilde;o de valor ao pescado sustent&aacute;vel e as pescarias artesanais aliadas &agrave; conserva&ccedil;&atilde;o por meio de boas pr&aacute;ticas.</div>
<div>
	J&aacute; o pesquisador Matheus Freitas, doutorando em Ecologia e Conserva&ccedil;&atilde;o da Universidade Federal do Paran&aacute;, falou sobre o Projeto Budi&atilde;o e o trabalho que desenvolve junto aos pescadores, peixarias e comunidades pesqueiras do Banco dos Abrolhos, para a compreens&atilde;o da biologia da esp&eacute;cie e da import&acirc;ncia desta na manuten&ccedil;&atilde;o dos recifes de corais. Durante a entrevista, Matheus explicou que o budi&atilde;o-azul &eacute; uma importante esp&eacute;cie marinha de Abrolhos e, por ser um peixe herb&iacute;voro que se alimenta de algas, &eacute; respons&aacute;vel por controlar o desenvolvimento delas sobre os corais e, por isso, hoje representa um dos principais focos de prote&ccedil;&atilde;o. </div>
<div>
	Danieli Marinho, t&eacute;cnica de Educa&ccedil;&atilde;o Ambiental da APESCA, contou sua hist&oacute;ria de vida, seu envolvimento com projetos nas comunidades locais e falou sobre a import&acirc;ncia da conserva&ccedil;&atilde;o dos recursos naturais.</div>
<div>
	A paulista Juliana Prataviera, mestranda da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), h&aacute; sete anos se mudou para a Reserva Extrativista Marinha do Corumbau. Ela estuda alternativas para uma pesca mais sustent&aacute;vel e foi uma das entrevistadas do programa.</div>
<div>
	A Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI-Basil), ONG ambientalista que trabalha na regi&atilde;o dos Abrolhos h&aacute; 15 anos, e possui um escrit&oacute;rio em Caravelas, &eacute; consultora do Globo Ecologia e colaborou ativamente da produ&ccedil;&atilde;o destes programas no Sul da Bahia.</div>
<div>
	<strong>Maiores informa&ccedil;&otilde;es:</strong></div>
<div>
	Ana C&iacute;ntia Guazzelli (21) 7913-7785 </div>
<div>
	Madjara Saint&rsquo;yves (73)8838-8871.</div>
]]></description>
<pubDate>24/05/13</pubDate></item><item><title>RPPNs: entrevista com Luiz Paulo Ferraz </title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=658</link><description><![CDATA[<p>
	O Programa de Incentivo &agrave;s  Reservas Particulares do Patrim&ocirc;nio Natural (RPPNs) da Mata Atl&acirc;ntica, parceria entre Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional e Funda&ccedil;&atilde;o SOS Mata Atl&acirc;ntica, est&aacute; comemorando 10 anos em 2013! Nesse per&iacute;odo o programa apoiou a cria&ccedil;&atilde;o de 361 novas reservas particulares &ndash; sendo 194 j&aacute; reconhecidas &ndash; e a gest&atilde;o de outras 101 reservas j&aacute; existentes,  num total de 56 mil hectares protegidos. As RPPNs s&atilde;o unidades de conserva&ccedil;&atilde;o criadas pela vontade do propriet&aacute;rio rural, que decide transformar sua terra em uma reserva e assume compromisso com a conserva&ccedil;&atilde;o da natureza.</p>
<div>
	Como parte das celebra&ccedil;&otilde;es do anivers&aacute;rio do Programa, a CI-Brasil est&aacute; publicando at&eacute; o fim do ano, entrevistas com propriet&aacute;rios de RPPNs que foram apoiados pela iniciativa. Esse &eacute; o segundo post da s&eacute;rie. Conhe&ccedil;a a atua&ccedil;&atilde;o da Associa&ccedil;&atilde;o Mico Le&atilde;o Dourado no apoio &agrave;s reservas particulares e saiba mais sobre a conserva&ccedil;&atilde;o em terras privadas, na entrevista com Luiz Paulo Ferraz. Boa leitura!</div>
<div>
	<strong>Entrevistado:</strong> Luiz Paulo Ferraz &ndash; Secret&aacute;rio Executivo da Associa&ccedil;&atilde;o Mico-Le&atilde;o-Dourado</div>
<div>
	<strong>1)      Para voc&ecirc;, qual a import&acirc;ncia das Reservas Particulares do Patrim&ocirc;nio Natural, as chamadas RPPNs?</strong></div>
<div>
	As RPPNs s&atilde;o fundamentais para se pensar numa pol&iacute;tica de conserva&ccedil;&atilde;o dos recursos naturais no Brasil. &Eacute; uma forma de n&atilde;o s&oacute; envolver os propriet&aacute;rios privados na prote&ccedil;&atilde;o dos biomas brasileiros, mas tamb&eacute;m compartilhar com a sociedade o esfor&ccedil;o que n&atilde;o pode ser apenas do setor p&uacute;blico. Al&eacute;m disso, h&aacute; tamb&eacute;m a possibilidade de valoriza&ccedil;&atilde;o do patrim&ocirc;nio natural brasileiro, ou seja, &eacute; uma forma de as pessoas se sentirem propriet&aacute;rias de algo importante, sentirem que aquilo que existe dentro de suas propriedades tem um valor muito al&eacute;m do valor material e financeiro.</div>
<div>
	Nesses termos de legisla&ccedil;&atilde;o o Brasil est&aacute; bastante avan&ccedil;ado, tem um processo de cria&ccedil;&atilde;o que est&aacute; se consolidando, e isso &eacute; fundamental pra proteger os biomas brasileiros. No nosso caso, boa parte a Mata Atl&acirc;ntica ainda est&aacute; em propriedades privadas.</div>
<div>
	<strong>2)      Voc&ecirc; acha que as pessoas, sobretudo os propriet&aacute;rios de terra, em geral, sabem o que &eacute; uma RPPN e que qualquer cidad&atilde;o pode criar uma?</strong></div>
<div>
	Acho que ainda n&atilde;o. Esse conhecimento est&aacute; avan&ccedil;ando, mas ainda estamos longe de termos um processo em que os propriet&aacute;rios tomem a iniciativa, e se interessem em criar as suas RPPNs. Esse &eacute; um processo de longo prazo, mas acredito que ainda existem muitos esfor&ccedil;os a serem feitos. Nem todos v&ecirc;m na RPPN uma medida positiva, ou uma medida que v&aacute; lhe trazer grandes benef&iacute;cios. Inclusive, muitas vezes n&oacute;s encontramos propriet&aacute;rios que t&ecirc;m um entendimento positivo sobre o tema de conserva&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o t&ecirc;m nenhum interesse em derrubar a sua floresta.</div>
<div>
	Ao mesmo tempo, ele n&atilde;o se sente motivado, e considera a RPPN burocr&aacute;tica, n&atilde;o avalia nisso uma grande vantagem para sua ideia de preserva&ccedil;&atilde;o. Existem muitos que tomam a iniciativa e querem fazer, mas acho que a maioria ainda precisa de um trabalho de  conversa&ccedil;&atilde;o e de uma pol&iacute;tica de incentivo. Incentivos fiscais para a amplia&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de RPPNs no Brasil.</div>
<div>
	<strong>3)      Como e quando surgiu a atua&ccedil;&atilde;o da Associa&ccedil;&atilde;o Mico-Le&atilde;o-Dourado  junto a RPPNs?</strong></div>
<div>
	A Associa&ccedil;&atilde;o Civil se encontrou numa necessidade de articular com os propriet&aacute;rios rurais a preserva&ccedil;&atilde;o das suas matas. Os remanescentes florestais aonde ocorrem o mico-le&atilde;o-dourado, na grande maioria, est&atilde;o em propriedades particulares. O momento em que esse processo cresceu foi diante da reintrodu&ccedil;&atilde;o de micos-le&otilde;es-dourados na floresta, que ocorreu na d&eacute;cada de 1980 e 1990.</div>
<div>
	Muitos micos vieram de zool&oacute;gicos de outros pa&iacute;ses. Foi feito um processo muito importante de negocia&ccedil;&atilde;o de articula&ccedil;&atilde;o com os propriet&aacute;rios privados para poder reintroduzir os micos-le&otilde;es em suas propriedades, j&aacute; que o que hav&iacute;amos de &aacute;reas p&uacute;blicas &ndash; principalmente a Reserva Biol&oacute;gica de Po&ccedil;o das Antas e a Reserva Biol&oacute;gica Uni&atilde;o. Elas foram criadas mais tarde, &aacute;reas bastante reduzidas para receber essa popula&ccedil;&atilde;o toda de micos. Foi feito todo um trabalho de articula&ccedil;&atilde;o, de convencimento dos propriet&aacute;rios para reintroduzir esses micos na floresta, e isso levou a uma negocia&ccedil;&atilde;o para a cria&ccedil;&atilde;o de RPPN. Hoje, o munic&iacute;pio (Silva Jardim) &eacute; recordista nacional de RPPNs no Brasil. Isso &eacute; resultado desse trabalho, desse processo todo que foi estimulado pela Associa&ccedil;&atilde;o Mico Le&atilde;o Dourado.</div>
<div>
	<strong>4)      Como os recursos do edital ajudaram a Associa&ccedil;&atilde;o e a Mata Atl&acirc;ntica?</strong></div>
<div>
	Ajudaram porque nos apoiaram a fazer o trabalho de prepara&ccedil;&atilde;o do processo para a cria&ccedil;&atilde;o de RPPNs. Junto a isso, o acompanhamento no INEA &ndash; &oacute;rg&atilde;o ambiental do Estado do Rio de Janeiro. Recentemente, a Associa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o recebeu diretamente recursos do edital, mas ajudamos um propriet&aacute;rio a fazer a ponte com a Universidade Federal do Rio de Janeiro.  Eles est&atilde;o fazendo o plano de manejo da RPPN Bom retiro, aqui da regi&atilde;o. S&atilde;o recursos que t&ecirc;m sido muito importantes para ajudar na cria&ccedil;&atilde;o de RPPNs na regi&atilde;o. Isso &eacute; fundamental para a estrat&eacute;gia de conserva&ccedil;&atilde;o do mico-le&atilde;o-dourado.</div>
<div>
	&Eacute; importante termos registrado, porque trabalhamos com uma &aacute;rea muito fragmentada. Temos duas &aacute;reas de reserva biol&oacute;gica que s&atilde;o restritas. N&oacute;s temos mais de 2.600 hectares de &aacute;reas de RPPNs na nossa regi&atilde;o. Isso tem um papel muito importante para a prote&ccedil;&atilde;o de fragmentos da Mata Atl&acirc;ntica para o mico-le&atilde;o-dourado.</div>
<div>
	<strong>5)      Qual sua opini&atilde;o sobre as atividades realizadas?</strong></div>
<div>
	Acho fundamental a exist&ecirc;ncia de um programa de RPPN dentro de ONGs como a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional e a SOS Mata Atl&acirc;ntica. &Eacute; uma forma de encarar a estrat&eacute;gia de gest&atilde;o ambiental e de gest&atilde;o territorial para a conserva&ccedil;&atilde;o da Mata Atl&acirc;ntica. &Eacute; uma maneira do setor privado envolver outros intervenientes diretamente na prote&ccedil;&atilde;o.</div>
<div>
	N&oacute;s temos uma legisla&ccedil;&atilde;o, um cen&aacute;rio de grandes remanescentes ainda em propriedades privadas, o Estado n&atilde;o tem condi&ccedil;&atilde;o de desapropriar tudo. Portanto, a cria&ccedil;&atilde;o de RPPNs &eacute; fundamental para a exist&ecirc;ncia desse programa. O nosso caso &eacute; exemplar da import&acirc;ncia de termos RPPNs, e de termos tido esse apoio. &Eacute; um programa que tem que ter continuidade e segmento. Um programa s&eacute;rio, que sempre nos cobra resultados e acompanha o nosso trabalho. Que continue por mais muitos anos.</div>
<div>
	*** O Programa de Incentivo &agrave;s RPPNs da Mata Atl&acirc;ntica agradece o Luiz e a Associa&ccedil;&atilde;o Mico-Le&atilde;o-Dourado pelo depoimento e parceria!***</div>
<div>
	<strong>Sobre Reservas Particulares</strong></div>
<div>
	Reserva Particular do Patrim&ocirc;nio Natural (RPPN) &eacute; uma categoria de unidade de conserva&ccedil;&atilde;o criada pela vontade do propriet&aacute;rio rural, que decide transformar sua terra em uma reserva e assume compromisso com a conserva&ccedil;&atilde;o da natureza.</div>
<div>
	As RPPNs s&atilde;o importantes para proteger as riquezas naturais e ambientes hist&oacute;ricos, al&eacute;m de ajudar na preserva&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua, na regula&ccedil;&atilde;o do clima, na limpeza do ar, no desenvolvimento de pesquisas cient&iacute;ficas dentre outros servi&ccedil;os ambientais. Atividades recreativas, tur&iacute;sticas, de educa&ccedil;&atilde;o e pesquisa s&atilde;o permitidas na reserva, desde que sejam autorizadas pelo &oacute;rg&atilde;o ambiental respons&aacute;vel pelo seu reconhecimento.</div>
<div>
	Dessa forma, muitas RPPNs geram renda e conhecimento em sua regi&atilde;o, com atividades como ecoturismo, educa&ccedil;&atilde;o ambiental e artesanato.</div>
<div>
	O Programa de Incentivo &agrave;s RPPNs da Mata Atl&acirc;ntica apoia atrav&eacute;s de editais os propriet&aacute;rios interessados em criar suas reservas particulares. O programa &eacute; uma parceria entre as ONGs Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI-Brasil) e Funda&ccedil;&atilde;o SOS Mata Atl&acirc;ntica.  O programa completa 10 anos em 2013, tendo apoiado nesse per&iacute;odo a cria&ccedil;&atilde;o de 361 novas RPPNs &ndash; sendo 194 j&aacute; reconhecidas &ndash; e a gest&atilde;o de outras 101 reservas j&aacute; existentes. </div>
<div>
	Saiba mais:</div>
<div>
	<strong>&bull;<span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"> </span>Programa de Incentivo &agrave;s RPPNs</strong></div>
<div>
	<strong>&bull;<span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"> </span>Como participar</strong></div>
<div>
	&bull;<span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"> </span>Outras informa&ccedil;&otilde;es: <a href="http://www.reservasparticulares.org.br ewww.icmbio.gov.br/portal/servicos/crie-sua-reserva.html"><strong>www.reservasparticulares.org.br ewww.icmbio.gov.br/portal/servicos/crie-sua-reserva.html</strong></a></div>
<div>
	 </div>
]]></description>
<pubDate>17/05/13</pubDate></item><item><title>CI lança o guia mais completo do mundo para primatas</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=657</link><description><![CDATA[<p>
	A informa&ccedil;&atilde;o mais completa sobre 16 fam&iacute;lias, 77 g&ecirc;neros e 479 esp&eacute;cies de primatas est&aacute; presente no novo livro lan&ccedil;ado pela editora espanhola Lynx Edicions, em parceria com a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional e a Uni&atilde;o Internacional para a Conserva&ccedil;&atilde;o da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN). O 3&ordm; volume da s&eacute;rie Handbook of the Mammals of the World &eacute; inteiramente dedicado aos primatas e apresenta-os em sua not&aacute;vel variedade de formas, tamanhos, cores, h&aacute;bitats, h&aacute;bitos alimentares, organiza&ccedil;&atilde;o social e sua rela&ccedil;&atilde;o com os humanos.  Esse livro de 952 p&aacute;ginas apresenta, pela primeira vez na hist&oacute;ria, ilustra&ccedil;&otilde;es de todas as esp&eacute;cies, al&eacute;m de centenas de fotos e mapas.</p>
<div>
	&quot;Estamos esperan&ccedil;osos de que o novo livro, publicado como parte de uma s&eacute;rie de tanto prest&iacute;gio, vai proporcionar grandes avan&ccedil;os ao ajudar a estimular o interesse por primatas, dando assim uma contribui&ccedil;&atilde;o importante para a conserva&ccedil;&atilde;o desse importante grupo de animais&quot;, disse Russell Mittermeier, presidente da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional e Presidente do Grupo de Especialistas em Primatas da Comiss&atilde;o de Sobreviv&ecirc;ncia de Esp&eacute;cies da IUCN. &quot;A maioria das pessoas n&atilde;o percebem que os primatas s&atilde;o polinizadores e dispersores de sementes, desempenhando um papel fundamental na natureza e contribuindo para o bem-estar humano, atrav&eacute;s da manuten&ccedil;&atilde;o de florestas saud&aacute;veis, que nos d&atilde;o ar limpo, &aacute;gua e um clima est&aacute;vel&quot;.</div>
<div>
	De fato, os primeiros estudos sobre primatas estavam baseados no desejo de aprender mais sobre a evolu&ccedil;&atilde;o humana, a partir do estudo sobre nossos parentes vivos mais pr&oacute;ximos. Nos &uacute;ltimos anos, no entanto, pesquisas mostram que esses animais n&atilde;o s&atilde;o apenas essencialmente interessantes, mas tamb&eacute;m s&atilde;o componentes essenciais para a sa&uacute;de das florestas e, portanto, muito valiosos nos servi&ccedil;os vitais que prestam &agrave; humanidade.</div>
<div>
	Primatas podem ser encontrados principalmente nos tr&oacute;picos, e muitos deles s&atilde;o &ldquo;esp&eacute;cies-s&iacute;mbolo&rdquo; na divulga&ccedil;&atilde;o da necessidade de proteger as florestas onde vivem. Aqui no Brasil, por exemplo, o muriqui, que ocorre na Mata Atl&acirc;ntica, bioma fortemente impactado, &eacute; o maior mam&iacute;fero end&ecirc;mico do pa&iacute;s. Ele viaja por longas dist&acirc;ncias nas copas das &aacute;rvores, ajudando a regenerar a floresta, pois dispersa por onde passa as sementes das frutas que come. Em Madagascar, o indri &eacute; conhecido pelo alto ru&iacute;do que emite e que pode ser ouvido a quil&ocirc;metros de dist&acirc;ncia. O maior mam&iacute;fero do mundo que vive em &aacute;rvores &eacute; o orangotango, que pode pesar quase 200 quilos. Na Rep&uacute;blica Democr&aacute;tica do Congo, encontramos o nosso parente vivo mais pr&oacute;ximo, o bonobo, um tipo de chimpanz&eacute; popularmente conhecido por seu temperamento d&oacute;cil e um comportamento sexual bem variado, que inclui pr&aacute;ticas homossexuais entre as f&ecirc;meas. Nos anos 60, os bonobos eram comparados aos hippies.</div>
<div>
	Metade de todas as esp&eacute;cies de primatas, no entanto, est&aacute; amea&ccedil;ada, principalmente devido &agrave; ca&ccedil;a e &agrave; destrui&ccedil;&atilde;o generalizada de suas florestas. Anthony Rylands, co-editor chefe e vice-presidente do Grupo de Especialistas em Primatas, que dedicou tr&ecirc;s anos de trabalho a essa publica&ccedil;&atilde;o, disse: &quot;Tive o privil&eacute;gio de ter trabalhado com aqueles que contribu&iacute;ram de maneira t&atilde;o brilhante para essa cole&ccedil;&atilde;o extraordin&aacute;ria e &uacute;nica e, mais especialmente, com o artista Stephen D. Nash, que ilustrou pela primeira vez e t&atilde;o maravilhosamente todos os primatas que conhecemos hoje. No entanto, por tr&aacute;s dessa celebra&ccedil;&atilde;o est&aacute; a parte triste de que todas as esp&eacute;cies est&atilde;o agora em decl&iacute;nio &ndash; muitos em breve desaparecer&atilde;o por completo, a menos que seja interrompida a grave destrui&ccedil;&atilde;o das florestas tropicais &ndash; em n&uacute;meros devastadores, tanto para a sobreviv&ecirc;ncia dos primatas n&atilde;o humanos quanto para os humanos.  </div>
<div>
	Handbook of the Mammals of the World. Vol. 3 est&aacute; &agrave; venda no site: http://goo.gl/XIIah</div>
<div>
	<strong>Para mais informa&ccedil;&otilde;es e fotos, entrar em contato com:</strong></div>
<div>
	Gabriela Michelotti (61) 3226-2491 gmichelotti@conservacao.org</div>
<div>
	Mar&iacute;lia Figueredo (61) 3226-2491 mfigueredo@conservacao.org</div>
<div>
	<strong>Sobre a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional</strong></div>
<div>
	A Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI) &eacute; uma organiza&ccedil;&atilde;o privada, sem fins lucrativos, fundada em 1987 com o objetivo de promover o bem-estar humano fortalecendo a sociedade no cuidado respons&aacute;vel e sustent&aacute;vel para com a natureza &ndash; nossa biodiversidade global &ndash; amparada em uma base s&oacute;lida de ci&ecirc;ncia, parcerias e experi&ecirc;ncias de campo. Como uma organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o governamental (ONG) global, a CI atua em mais de 40 pa&iacute;ses, distribu&iacute;dos por quatro continentes. Em 1988, iniciou seus primeiros projetos no Brasil e, em 1990, se estabeleceu como uma ONG nacional. Possui escrit&oacute;rios em Belo Horizonte-MG, Bel&eacute;m-PA, Bras&iacute;lia-DF e Rio de Janeiro-RJ, al&eacute;m de uma unidade avan&ccedil;ada em Caravelas-BA.</div>
<div>
	<strong>Sobre o livro</strong></div>
<div>
	O Manual dos Mam&iacute;feros do Mundo ser&aacute; uma obra de refer&ecirc;ncia in&eacute;dita para a classe Mammalia. Esta s&eacute;rie de oito volumes ir&aacute; descrever todas as esp&eacute;cies de mam&iacute;feros atualmente reconhecidos, juntamente com uma vis&atilde;o geral de cada fam&iacute;lia de mam&iacute;feros. Ele ir&aacute; fornecer informa&ccedil;&otilde;es atualizadas sobre as rela&ccedil;&otilde;es sistem&aacute;ticas, hist&oacute;ria natural, ecologia e estado de conserva&ccedil;&atilde;o atual de todos os mam&iacute;feros. Cada esp&eacute;cie ser&aacute; ilustrada e cada cap&iacute;tulo incluir&aacute; tamb&eacute;m fotografias coloridas. O livro vai fornecer cobertura mundial abrangente, envolvendo um grupo internacional de autores especializados. Tr&ecirc;s volumes foram publicados at&eacute; agora: Volume 1 (carn&iacute;voros), em 2009, volume 2 (mam&iacute;feros com casco), em 2011, e, agora em 2013, est&aacute; sendo lan&ccedil;ado o volume 3 (primatas).</div>
<div>
	 </div>
]]></description>
<pubDate>15/05/13</pubDate></item><item><title>Leia a entrevista com o proprietário da RPPN Alto da Boa Vista</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=656</link><description><![CDATA[<p>
	 </p>
<p>
	O Programa de Incentivo &agrave;s  Reservas Particulares do Patrim&ocirc;nio Natural (RPPNs) da Mata Atl&acirc;ntica, parceria entre Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional e Funda&ccedil;&atilde;o SOS Mata Atl&acirc;ntica, est&aacute; comemorando 10 anos em 2013! Nesse per&iacute;odo o programa apoiou a cria&ccedil;&atilde;o de 361 novas reservas particulares &ndash; sendo 194 j&aacute; reconhecidas &ndash; e a gest&atilde;o de outras 101 reservas j&aacute; existentes,  num total de 56 mil hectares protegidos. As RPPNs s&atilde;o unidades de conserva&ccedil;&atilde;o criadas pela vontade do propriet&aacute;rio rural, que decide transformar sua terra em uma reserva e assume compromisso com a conserva&ccedil;&atilde;o da natureza.</p>
<p>
	Como parte das celebra&ccedil;&otilde;es do anivers&aacute;rio do Programa de Incentivo &agrave;s Reservas Particulares do Patrim&ocirc;nio Natural (RPPNs) da Mata Atl&acirc;ntica a CI-Brasil publicar&aacute;, por meio de suas m&iacute;dias sociais at&eacute; o fim do ano, entrevistas com propriet&aacute;rios de RPPNs que foram apoiados pela iniciativa. O nosso primeiro entrevistado &eacute; Helv&eacute;cio Rodrigues Pereira Filho &ndash; Propriet&aacute;rio da RPPN Alto da Boa Vista I e II. Ele conta sobre a import&acirc;ncia da conserva&ccedil;&atilde;o em terras privadas e como o Programa de Incentivo &agrave;s RPPNs ajudou a transformar sua propriedade em uma &aacute;rea de ecoturismo. Al&eacute;m disso, voc&ecirc; confere um v&iacute;deo com o depoimento do Helv&eacute;cio e ao fim da entrevista, est&atilde;o dispon&iacute;veis mais informa&ccedil;&otilde;es sobre o Programa de Incentivo &agrave;s RPPNs e sobre as reservas particulares. Boa leitura!</p>
<p>
	 </p>
<p>
	<strong>RPPN</strong> Alto da Boa Vista I e II<br />
	<strong>&Aacute;rea</strong> 118,00 hectares e 7,27 hectares<br />
	<strong>Munic&iacute;pio</strong> Descoberto (MG)<br />
	<strong>Entrevistado</strong> Helv&eacute;cio Rodrigues Pereira Filho &ndash; propriet&aacute;rio</p>
<p>
	<strong>1)     </strong> <strong>Para voc&ecirc;, qual a import&acirc;ncia das Reservas Particulares do Patrim&ocirc;nio Natural, as chamadas RPPNs?</strong></p>
<p>
	Favorecer a conex&atilde;o e o discernimento de floresta remanescente. Tamb&eacute;m para a produ&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua, de sementes, ondula&ccedil;&atilde;o do clima.</p>
<p>
	<strong>2)     </strong> <strong>Voc&ecirc; acha que as pessoas, sobretudo os propriet&aacute;rios de terra, em geral, sabem o que &eacute; uma RPPN e que qualquer cidad&atilde;o pode criar uma?</strong></p>
<p>
	N&atilde;o! Muita gente n&atilde;o tem nem ideia. Por mais que o assunto esteja sendo disseminado, quando falamos em reserva, as pessoas relacionam com reserva legal. Ent&atilde;o, pelo menos na minha regi&atilde;o, eu tenho certeza que ainda tem muita gente que n&atilde;o tem conhecimento da realidade, e quais os decretos que regem uma RPPN.</p>
<p>
	<strong>3)     </strong> <strong>Como e quando surgiu o seu interesse em criar uma RPPN?</strong></p>
<p>
	Logo que eu comprei uma &aacute;rea, h&aacute; mais de 20 anos, comecei a trabalhar no campo. Sou t&eacute;cnico agropecu&aacute;rio, e foi diminuindo cada vez o n&uacute;mero de pessoas que trabalha no &acirc;mbito rural. Conforme investia na minha &aacute;rea, a agropecu&aacute;ria, percebia que n&atilde;o estava tendo resultado. Resolvi entrar no ramo do ecoturismo, porque eu tinha potenciais dentro da minha propriedade. Com isso, meu interesse na cria&ccedil;&atilde;o de uma RPPN cresceu.</p>
<p>
	<strong>4)     </strong> <strong>Voc&ecirc; teve dificuldades para a cria&ccedil;&atilde;o da sua RPPN? Se sim, quais?</strong></p>
<p>
	N&atilde;o. Na &eacute;poca que criei a RPPN n&atilde;o existia a exig&ecirc;ncia de georreferenciamento. Fiz atrav&eacute;s de um croqui. Desenhei, tirei foto a&eacute;rea, fiz o desenho da planta da &aacute;rea.  Alguns anos depois fiz a segunda, e depois fiz a terceira. Foi quando eu concorri ao edital e fui selecionado para gerenciar toda a &aacute;rea.</p>
<p>
	<strong>5)     </strong> <strong>Como voc&ecirc; conheceu o Programa de RPPNs da Mata Atl&acirc;ntica? Qual foi o seu interesse em participar do edital?</strong></p>
<p>
	Atrav&eacute;s da Associa&ccedil;&atilde;o de Reservas Particulares de Minas Gerais, fui informado pela diretora. N&atilde;o estava muito ciente de onde alavancar recursos para a minha RPPN.</p>
<p>
	<strong>6)     </strong> <strong>De quantas edi&ccedil;&otilde;es voc&ecirc; j&aacute; participou?</strong></p>
<p>
	Quando eu li o edital do Programa de RPPNs da SOS Mata Atl&acirc;ntica e da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI), achei diferente de todos os que eu j&aacute; havia visto. Cheguei a montar o projeto para o Fundo Nacional do Meio Ambiente e Funda&ccedil;&atilde;o Botic&aacute;rio. Por&eacute;m, percebi que o edital do Programa de Incentivo de RPPNs da SOS Mata Atl&acirc;ntica e da CI n&atilde;o tinha muitas exig&ecirc;ncias burocr&aacute;ticas. A pr&oacute;pria pessoa f&iacute;sica poderia ser proponente, propriet&aacute;rio no caso.</p>
<p>
	<strong>7)     </strong> <strong>Qual foi o apoio do programa &agrave; sua reserva?</strong></p>
<p>
	Consegui aprovar tr&ecirc;s projetos no programa. No primeiro, de gest&atilde;o, consegui construir um centro de visitantes, no valor de R$ 25 mil. Depois, consegui o de cria&ccedil;&atilde;o, que foi quando eu mapeei minha &aacute;rea detalhadamente, no valor de R$ 8 mil. E no terceiro, que foi de plano de manejo, recebi R$ 20 mil.</p>
<p>
	<strong>8)     </strong> <strong>Como os recursos do edital ajudaram sua propriedade e a Mata Atl&acirc;ntica?</strong></p>
<p>
	Na minha propriedade foi minha salva&ccedil;&atilde;o. Eu n&atilde;o tinha nenhuma estrutura aqui dentro.</p>
<p>
	Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Mata Atl&acirc;ntica, eu comecei a disseminar todo o ideal de cria&ccedil;&atilde;o de RPPNs. Hoje, para as pessoas, &eacute; muito significativo a quest&atilde;o de conserva&ccedil;&atilde;o. Elas viram que eu tive um apoio efetivo, um desenvolvimento razo&aacute;vel.</p>
<p>
	<strong>9)     </strong> <strong>Qual sua opini&atilde;o sobre as atividades realizadas?</strong></p>
<p>
	A SOS Mata Atl&acirc;ntica e a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional foram a grande salva&ccedil;&atilde;o. Se n&atilde;o tivesse sido o programa de incentivo eu n&atilde;o teria chegado aonde cheguei. Foi o grande estimulador do meu projeto de conserva&ccedil;&atilde;o, de educa&ccedil;&atilde;o ambiental, de turismo ecol&oacute;gico. Todos eles j&aacute; tinham potencial, porque de qualquer forma as pessoas estavam explorando a regi&atilde;o sem muita din&acirc;mica. Agora, n&oacute;s temos uma metodologia. Com meu &uacute;ltimo projeto de plano de manejo ficou mais detalhada e espec&iacute;fica a utilidade e as normas que vamos usar. Posso dizer com toda certeza que o programa &eacute; excelente e tem tudo pra alcan&ccedil;ar muitos objetivos. Acho fenomenal, muito interessante. Ajudou-nos muito com a  pr&oacute;pria quest&atilde;o da conserva&ccedil;&atilde;o da Mata Atl&acirc;ntica.</p>
<p>
	<strong>10)  </strong> <strong>Voc&ecirc; pretende participar de novas edi&ccedil;&otilde;es?</strong></p>
<p>
	Ah, claro! Pretendo sim. Na pr&oacute;xima quero programar o plano de manejo. Dentro do poss&iacute;vel, realizar as atividades que planejei. Esse ano, abrindo um novo edital que contemple a gest&atilde;o do plano de manejo, vou participar de novo e fazer um bom trabalho para ser selecionado novamente.</p>
<p>
	*** O Programa de Incentivo &agrave;s RPPNs da Mata Atl&acirc;ntica agradece o Helv&eacute;cio pelo depoimento e parceria!***</p>
<p>
	Confira o v&iacute;deo completo da entrevista <a href="http://youtu.be/AxKANEir-ec">clicando aqui</a></p>
<p>
	<strong>Sobre Reservas Particulares</strong></p>
<p>
	Reserva Particular do Patrim&ocirc;nio Natural (RPPN) &eacute; uma categoria de unidade de conserva&ccedil;&atilde;o criada pela vontade do propriet&aacute;rio rural, que decide transformar sua terra em uma reserva e assume compromisso com a conserva&ccedil;&atilde;o da natureza.</p>
<p>
	As RPPNs s&atilde;o importantes para proteger as riquezas naturais e ambientes hist&oacute;ricos, al&eacute;m de ajudar na preserva&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua, na regula&ccedil;&atilde;o do clima, na limpeza do ar, no desenvolvimento de pesquisas cient&iacute;ficas dentre outros servi&ccedil;os ambientais. Atividades recreativas, tur&iacute;sticas, de educa&ccedil;&atilde;o e pesquisa s&atilde;o permitidas na reserva, desde que sejam autorizadas pelo &oacute;rg&atilde;o ambiental respons&aacute;vel pelo seu reconhecimento.</p>
<p>
	Dessa forma, muitas RPPNs geram renda e conhecimento em sua regi&atilde;o, com atividades como ecoturismo, educa&ccedil;&atilde;o ambiental e artesanato.</p>
<p>
	O Programa de Incentivo &agrave;s RPPNs da Mata Atl&acirc;ntica apoia atrav&eacute;s de editais os propriet&aacute;rios interessados em criar suas reservas particulares. O programa &eacute; uma parceria entre as ONGs CI-Brasil e Funda&ccedil;&atilde;o SOS Mata Atl&acirc;ntica.  O programa completa 10 anos em 2013, tendo apoiado nesse per&iacute;odo a cria&ccedil;&atilde;o de 361 novas RPPNs &ndash; sendo 194 j&aacute; reconhecidas &ndash; e a gest&atilde;o de outras 101 reservas j&aacute; existentes. Saiba mais:</p>
<p style="margin-left:9.0pt;">
	&middot;        <a href="http://www.sosma.org.br/projeto/programa-de-incentivo-rppns-da-mata-atlantica/" target="_blank"><strong>Programa de Incentivo &agrave;s RPPNs</strong></a></p>
<p style="margin-left:9.0pt;">
	&middot;        <a href="http://www.sosma.org.br/projeto/programa-de-incentivo-rppns-da-mata-atlantica/como-participar/" target="_blank"><strong>Como participar</strong></a></p>
<p style="margin-left:9.0pt;">
	&middot;        Outras informa&ccedil;&otilde;es: <a href="http://www.reservasparticulares.org.br/" target="_blank"><strong>www.reservasparticulares.org.br</strong></a> e<a href="http://www.icmbio.gov.br/portal/servicos/crie-sua-reserva.html" target="_blank"><strong>www.icmbio.gov.br/portal/servicos/crie-sua-reserva.html</strong></a></p>
<p>
	 </p>
<p>
	 </p>
<p>
	 </p>
<p>
	 </p>
]]></description>
<pubDate>09/05/13</pubDate></item><item><title>ONGs cobram Planos Setoriais de Mudança do Clima</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=655</link><description><![CDATA[<p>
	Representantes do Observat&oacute;rio do Clima (OC) e do F&oacute;rum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e Desenvolvimento (FBOMS) cobraram nesta quinta-feira da Casa Civil a apresenta&ccedil;&atilde;o dos quatro Planos Setoriais de Mitiga&ccedil;&atilde;o e Adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas, em Audi&ecirc;ncia P&uacute;blica sobre o processo de revis&atilde;o do Plano Nacional de Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas (PNMC), que aconteceu hoje na C&acirc;mara dos Deputados.</p>
<div>
	<p>
		Antes da audi&ecirc;ncia, as duas organiza&ccedil;&otilde;es, da qual a CI-Brasil faz parte, protocolaram uma carta solicitando &agrave; ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Helena Hoffmann, que apresente a vers&atilde;o final de quatro Planos Setoriais de Mitiga&ccedil;&atilde;o e Adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s Mudan&ccedil;as do Clima: da Ind&uacute;stria, dos Transportes, da Sa&uacute;de e da Minera&ccedil;&atilde;o.</p>
	<p>
		Durante a Audi&ecirc;ncia, foi ressaltada a necessidade de que a revis&atilde;o do PNMC seja feita de forma a transformar o documento em um plano estrat&eacute;gico de fato, com a inclus&atilde;o de metas e a&ccedil;&otilde;es governamentais relativas &agrave;s mudan&ccedil;as do clima global. </p>
	<p>
		<span lang="PT-BR">Para o representante da CI-Brasil, Artur Paiva, o PNMC de 2008 peca pela falta de defini&ccedil;&atilde;o sobre essas a&ccedil;&otilde;es estrat&eacute;gicas e metas. </span><span lang="PT-BR">&quot;Para realizar uma revis&atilde;o do PNMC que passe a contemplar esses pontos, precisamos  conhecer e analisar a vers&atilde;o final dos planos setoriais ainda n&atilde;o publicizados</span>&quot;, explica.</p>
	<p>
		Carlos Rittl, coordenador do programa de Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas e Energia do WWF-Brasil, que representou o OC e o FBOMS no debate, tamb&eacute;m est&aacute; preocupado com a falta de transpar&ecirc;ncia no processo de revis&atilde;o do PNMC e pediu acesso a mais informa&ccedil;&otilde;es. &quot;Um artista n&atilde;o pode fazer uma cr&iacute;tica a uma obra de arte sem antes ver toda a obra. N&oacute;s n&atilde;o nos consideramos capazes de fazer uma reflex&atilde;o sobre o conte&uacute;do da revis&atilde;o do PNMC, j&aacute; que n&atilde;o temos os elementos m&iacute;nimos para isso&rdquo;, concluiu.</p>
	<p>
		O Decreto 7.390, de 9 de dezembro de 2010, que institui a Pol&iacute;tica Nacional sobre Mudan&ccedil;a do Clima, prev&ecirc; a incorpora&ccedil;&atilde;o dos Planos Setoriais de Mitiga&ccedil;&atilde;o e Adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas ao PNMC. O Decreto determinava que os Planos Setoriais fossem elaborados at&eacute; 15 de dezembro de 2011. Pelo Decreto 7.643, de 15 de dezembro de 2011, esse prazo foi alterado para 16 de abril de 2012.</p>
	<p>
		No entanto, em reuni&atilde;o do F&oacute;rum Brasileiro de Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas (FBMC), realizado em 2013, na cidade do Rio de Janeiro, foi dado in&iacute;cio ao processo de atualiza&ccedil;&atilde;o do PNMC, sem que os Planos Setoriais tivessem sido conclu&iacute;dos.</p>
	<p>
		Na audi&ecirc;ncia desta quinta-feira, a representante do Minist&eacute;rio do Meio Ambiente, Karen Cope, informou que os planos j&aacute; est&atilde;o conclu&iacute;dos e aprovados. &ldquo;Eles est&atilde;o aprovados e ser&atilde;o lan&ccedil;ados pela Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, o que deve ser feito numa reuni&atilde;o da presidente com o F&oacute;rum Brasileiro de Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas. Mas o n&atilde;o lan&ccedil;amento n&atilde;o impediu o avan&ccedil;o na implementa&ccedil;&atilde;o dos planos. O Plano Ind&uacute;stria, por exemplo, tem comiss&atilde;o t&eacute;cnica instalada e tem tido debate de alt&iacute;ssima qualidade&rdquo;, disse.</p>
	<p>
		A senadora Vanessa Grazziotin, que preside a Comiss&atilde;o Mista de Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas, tamb&eacute;m fez press&atilde;o para que o governo divulgue os planos setoriais. Ela afirmou que formalizar&aacute; pela Comiss&atilde;o o pedido para receber tanto o novo texto b&aacute;sico da atualiza&ccedil;&atilde;o do PNMC, quanto os planos setoriais.</p>
	<p>
		Invent&aacute;rio de emiss&otilde;es brasileiras</p>
	<p>
		Outra cobran&ccedil;a que surgiu por parte dos movimentos sociais e dos parlamentares durante a Audi&ecirc;ncia foi para a divulga&ccedil;&atilde;o do invent&aacute;rio de emiss&otilde;es brasileiras de gases do efeito estufa pelo Minist&eacute;rio de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia (MCT). Segundo representante do MCT na Audi&ecirc;ncia, Gustavo Luedemann, o invent&aacute;rio j&aacute; est&aacute; pronto e vai ser divulgado em breve. Ele adiantou que as emiss&otilde;es provenientes do desmatamento agora ocupam uma fatia menor do total das emiss&otilde;es brasileiras, fruto da queda do desmatamento na &uacute;ltima d&eacute;cada.</p>
	<p>
		 </p>
	<p>
		<strong>Mais informa&ccedil;&otilde;es com assessoria de imprensa da CI-Brasil:</strong></p>
	<p>
		 </p>
	<p>
		Gabriela Michelotti (61) 3226-2491 e (31) 8407-7125</p>
	<p>
		gmichelotti@conservacao.org</p>
</div>
<p>
	 </p>
<p>
	 </p>
]]></description>
<pubDate>09/05/13</pubDate></item><item><title>Observatório do Clima participa de audiência pública</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=654</link><description><![CDATA[<p>
	O Observat&oacute;rio do Clima, rede brasileira de ONGs e movimentos sociais que trabalham na agenda de mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas no pa&iacute;s, da qual a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI-Brasil) faz parte, re&uacute;ne-se com a Frente Parlamentar Ambientalista da C&acirc;mara dos Deputados e a Comiss&atilde;o Mista de Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas em audi&ecirc;ncia p&uacute;blica nesta quinta-feira (9 de maio).</p>
<p>
	O tema da audi&ecirc;ncia ser&aacute; o processo de revis&atilde;o do Plano Nacional sobre Mudan&ccedil;a Clim&aacute;tica. A audi&ecirc;ncia ocorre no Anexo II do Plen&aacute;rio 8 da C&acirc;mara dos Deputados, em Bras&iacute;lia (DF), &agrave;s 10h.</p>
<p>
	Participam da audi&ecirc;ncia Carlos Rittl, coordenador do programa de Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas e Energia do WWF-Brasil que integra o Observat&oacute;rio do Clima; Neilton Fidelis da Silva, assessor no F&oacute;rum Brasileiro de Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas; Gustavo Luedemann, coordenador-Geral de Mudan&ccedil;as Globais de Clima do Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de representantes do Minist&eacute;rio do Meio Ambiente e da Casa Civil. Artur Paiva, coordenador de servi&ccedil;os ambientais da CI-Brasil, tamb&eacute;m estar&aacute; presente.</p>
<p>
	O objetivo do Observat&oacute;rio do Clima &eacute; entregar uma carta solicitando &agrave; ministra-chefe da Casa Civil, Sra. Gleisi Helena Hoffmann, que apresente a vers&atilde;o final de quatro Planos Setoriais de Mitiga&ccedil;&atilde;o e Adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s Mudan&ccedil;as do Clima: da Ind&uacute;stria, dos Transportes, da Sa&uacute;de, e da Minera&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m de cobrar a divulga&ccedil;&atilde;o da vers&atilde;o final dos planos setoriais pendentes, o Observat&oacute;rio do Clima refor&ccedil;ar&aacute; a necessidade de que a revis&atilde;o do Plano Nacional seja feita de forma a transformar o documento em um plano de fato, com a inclus&atilde;o de metas e a&ccedil;&otilde;es envolvendo a postura do pa&iacute;s com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s mudan&ccedil;as no clima mundial. </p>
<p>
	O Decreto 7.390, de 9 de dezembro de 2010, que institui a Pol&iacute;tica Nacional sobre Mudan&ccedil;a do Clima, prev&ecirc; a incorpora&ccedil;&atilde;o dos planos setoriais de mitiga&ccedil;&atilde;o e adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas, ao Plano Nacional sobre Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas. O Decreto determinava que os Planos Setoriais fossem elaborados at&eacute; 15 de dezembro de 2011. Pelo Decreto 7.643, de 15 de dezembro de 2011, esse prazo foi alterado para 16 de abril de 2012.</p>
<p>
	Em reuni&atilde;o do F&oacute;rum Brasileiro de Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas (FBMC), realizada em 2013, na cidade do Rio de Janeiro, foi dado in&iacute;cio ao processo de atualiza&ccedil;&atilde;o do Plano Nacional sobre Mudan&ccedil;a do Clima, sem que os Planos Setoriais tenham sido conclu&iacute;dos.</p>
<p>
	De acordo com Artur Paiva, n&atilde;o h&aacute; como fazer uma revis&atilde;o do Plano Nacional sobre Mudan&ccedil;a do Clima sem antes conhecer e analisar a vers&atilde;o final dos Planos Setoriais ainda n&atilde;o finalizados. &ldquo;Estamos em processo de revis&atilde;o, mas n&atilde;o temos um texto-base de a&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica, nem um balan&ccedil;o do que foi feito. O que n&oacute;s queremos s&atilde;o os ajustes significativos para que este processo de revis&atilde;o seja objetivo e &uacute;til &agrave; sociedade civil&rdquo;, explica.</p>
<p>
	<strong>Mais informa&ccedil;&otilde;es com assessoria de imprensa da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional:</strong></p>
<p>
	Gabriela Michelotti (61) 3226-2491 e (31) 8407-7125</p>
<p>
	gmichelotti@conservacao.org</p>
]]></description>
<pubDate>08/05/13</pubDate></item><item><title>Evento no Wilson Center discute sustentabilidade na Amazônia</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=653</link><description><![CDATA[<p> No dia 15, o Programa de Seguran&ccedil;a e Mudan&ccedil;a Ambiental do Instituto 
  Wilson Center, em Washington, em parceria com a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional 
  e o Instituto de Estudos Avan&ccedil;ados da Universidade de S&atilde;o Paulo 
  (IEA-USP) vai sediar um semin&aacute;rio sobre iniciativas inovadoras voltadas 
  &agrave; sustentabilidade da Amaz&ocirc;nia.<br>
  <br>
  Durante o evento, a antrop&oacute;loga e ambientalista do IEA-USP, Maritta Koch-Weser, 
  ex-funcion&aacute;ria s&ecirc;nior do Banco Mundial, que desde 2009 lidera um 
  grupo de estudo sobre a transforma&ccedil;&atilde;o da Amaz&ocirc;nia no IEA-USP, 
  vai discutir planos para o estabelecimento da Rainforest Continent Business 
  School, seguida de uma mesa redonda com especialistas. Esta ser&aacute; a primeira 
  escola de neg&oacute;cios do mundo voltada para a preserva&ccedil;&atilde;o 
  da floresta. O objetivo da nova escola &eacute; habilitar uma nova gera&ccedil;&atilde;o 
  de profissionais dedicados a agregar valor &agrave; &quot;floresta em p&eacute;&quot;, 
  com meios para aproveitar seu potencial econ&ocirc;mico &uacute;nico e fazer 
  a sua prote&ccedil;&atilde;o e preserva&ccedil;&atilde;o a partir de uma decis&atilde;o 
  empresarial sensata.<br>
  <br>
  O evento tamb&eacute;m ter&aacute; a participa&ccedil;&atilde;o do governador 
  do Amap&aacute;, Camilo Capiberibe, e Andr&eacute; Guimar&atilde;es, diretor-executivo 
  da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI-Brasil). A abertura fica por 
  conta de Thomas Lovejoy, professor de ci&ecirc;ncia e pol&iacute;tica ambiental 
  da Universidade George Mason.<br>
  <br>
  Camilo Capiberibe falar&aacute; sobre o desenvolvimento econ&ocirc;mico sustent&aacute;vel 
  do Amap&aacute; e o papel do estado como provedor e benefici&aacute;rio dos 
  servi&ccedil;os ambientais. O Amap&aacute; &eacute; o estado brasileiro que 
  abriga uma das maiores e mais diversificadas &aacute;reas de floresta tropical 
  intocada do mundo. Mais de tr&ecirc;s quartos do estado &eacute; protegido, 
  conservando 73% de suas florestas nativas em 12 unidades de conserva&ccedil;&atilde;o 
  e cinco terras ind&iacute;genas. Trabalhando com a Conserva&ccedil;&atilde;o 
  Internacional, o governo do Amap&aacute; est&aacute; desenvolvendo projetos 
  que buscam o crescimento econ&ocirc;mico com a manuten&ccedil;&atilde;o de seu 
  capital natural cr&iacute;tico. Andr&eacute; Guimar&atilde;es apresentar&aacute; 
  os projetos que a CI-Brasil desenvolve atualmente no estado, como a Iniciativa 
  Amap&aacute;.<br>
  <br>
  <strong>Mais informa&ccedil;&otilde;es sobre o evento podem ser obtidas no site 
  do centro:</strong> <a href="http://www.wilsoncenter.org" target="_blank">www.wilsoncenter.org</a><br>
  <br>
  <strong>Sobre a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional</strong><br>
  <br>
  A Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI) &eacute; uma organiza&ccedil;&atilde;o 
  privada, sem fins lucrativos, fundada em 1987 com o objetivo de promover o bem-estar 
  humano fortalecendo a sociedade no cuidado respons&aacute;vel e sustent&aacute;vel 
  para com a natureza &#8211; nossa biodiversidade global &#8211; amparada em 
  uma base s&oacute;lida de ci&ecirc;ncia, parcerias e experi&ecirc;ncias de campo. 
  Como uma organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o governamental (ONG) global, a 
  CI atua em mais de 40 pa&iacute;ses, distribu&iacute;dos por quatro continentes. 
  Em 1988, iniciou seus primeiros projetos no Brasil e, em 1990, se estabeleceu 
  como uma ONG nacional. Possui escrit&oacute;rios em Belo Horizonte-MG, Bel&eacute;m-PA, 
  Bras&iacute;lia-DF e Rio de Janeiro-RJ, al&eacute;m de uma unidade avan&ccedil;ada 
  em Caravelas-BA.<br>
  <br>
  <a href="http://www.conservacao.org.br" target="_blank">www.conservacao.org.br</a><br>
  <a href="http://www.twitter.com/cibrasil" target="_blank">twitter.com/cibrasil</a> <br>
  <a href="http://www.youtube.com/cibrasil" target="_blank">youtube.com/cibrasil</a><br>
  <a href="http://www.facebook.com/ConservacaoInternacional" target="_blank">www.facebook.com/ConservacaoInternacional</a><br>
  <br>
  <strong>Mais informa&ccedil;&otilde;es</strong><br>
  Gabriela Michelotti - Gerente de Comunica&ccedil;&atilde;o / Programas Cerrado-Pantanal 
  e Pol&iacute;tica Ambiental<br>
  gmichelotti@conservation.org<br>
  (31) 8407 7125<br>
  <br>
  Mar&iacute;lia Figueredo - Estagi&aacute;ria de Comunica&ccedil;&atilde;o<br>
  mfigueredo@conservation.org<br>
  (61) 3226-2491</p>
]]></description>
<pubDate>07/05/13</pubDate></item><item><title>CI-Brasil discute alimentação sustentável no Green Rio</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=652</link><description><![CDATA[<p>
	&ldquo;Rio Food Vision: Construindo uma proposta para alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel e sustent&aacute;vel para as Olimp&iacute;adas de 2016&rdquo; &eacute; o tema da mesa redonda marcada para o dia 09 de maio, quinta-feira, &agrave;s 16h, no Espa&ccedil;o Tom Jobim, do Jardim Bot&acirc;nico do Rio de Janeiro. CI-Brasil, WWF-Brasil, Marine Stewardship Council, Instituto-e e Planeta Org&acirc;nico debater&atilde;o sobre o projeto que ser&aacute; implementado na alimenta&ccedil;&atilde;o das Olimp&iacute;adas 2016 no Rio, visando um legado de longo prazo. O evento integra a programa&ccedil;&atilde;o do Green Rio, aberto ao p&uacute;blico, que acontece amanh&atilde; (08) e depois (09), a partir das 10h, no mesmo local. </p>
<div>
	A alimenta&ccedil;&atilde;o &eacute; uma parte importante de todo e qualquer grande evento e, os organizadores das Olimp&iacute;adas de 2016 no Rio de Janeiro, j&aacute; manifestaram seu forte compromisso quanto &agrave; sustentabilidade dos alimentos que os atletas, as autoridades e os espectadores ir&atilde;o consumir durante as Olimp&iacute;adas. O dossi&ecirc; da Candidatura Rio de Janeiro 2016 explicita claramente que:  &ldquo;Medidas espec&iacute;ficas ser&atilde;o inclu&iacute;das, como a redu&ccedil;&atilde;o dos materiais de embalagem, a utiliza&ccedil;&atilde;o de materiais de embalagem biodegrad&aacute;veis, o uso de alimentos org&acirc;nicos, equipamentos eletr&ocirc;nicos sustent&aacute;veis, produtos de limpeza e mobili&aacute;rio biol&oacute;gicos, instala&ccedil;&otilde;es e equipamentos que poder&atilde;o ser utilizados ap&oacute;s os Jogos&rdquo;. </div>
<div>
	As Olimp&iacute;adas de Londres em 2012 mostraram que pol&iacute;ticas de compra criativas e bem planejadas podem resultar em melhorias significativas no desempenho de sustentabilidade, estimular inova&ccedil;&otilde;es e ainda funcionar como efeito demonstrativo para plateias globais. Londres apresentou os &ldquo;jogos mais verdes da hist&oacute;ria&rdquo; e deixou um desafio para o Rio de Janeiro de igualar ou superar esse desempenho.</div>
<div>
	A  Food VIsion 2012 /  Vis&atilde;o de Alimenta&ccedil;&atilde;o para as Olimp&iacute;adas de Londres em 2012 foi o primeiro documento desse tipo desenvolvido para os Jogos Ol&iacute;mpicos e Paraol&iacute;mpicos. Este documento, por sua vez, ir&aacute; proporcionar uma estrutura adequada para o desenvolvimento de uma Vis&atilde;o de Alimenta&ccedil;&atilde;o Sustent&aacute;vel em 2016.</div>
<div>
	Convocados e liderados pela ISEAL Alliance, e com uma Secretaria coordenada pelas institui&ccedil;&otilde;es Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional e WWF-Brasil, representantes de organiza&ccedil;&otilde;es, governo e empresas, entre elas o Planeta Org&acirc;nico, fazem parte do grupo que discutir&aacute; em mesa redonda, no dia 09 de maio, &agrave;s 16h. </div>
<div>
	O objetivo deste grupo multifacetado, que envolve  ISEAL, PNUMA, Minist&eacute;rio do Meio Ambiente, FairTrade, Planeta Org&acirc;nico, Instituto e, Marine Stweardship Council, Imaflora, FGV, al&eacute;m de representantes do governo federal e do Estado do Rio de Janeiro,  &eacute; iniciar um di&aacute;logo e construir uma proposta que contemple  uma vis&atilde;o de alimenta&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel para as Olimp&iacute;adas do Rio em 2016 que possa aproveitar os ganhos de Londres em 2012 e que deixe um legado duradouro de sustentabilidade ao Brasil.</div>
<div>
	Os Jogos Ol&iacute;mpicos s&atilde;o um dos eventos de maior visibilidade do mundo e deixam tamb&eacute;m uma profunda marca nos pa&iacute;ses que os sediam. Uma Vis&atilde;o de Alimenta&ccedil;&atilde;o Sustent&aacute;vel abrangente, que seja bem preparada e eficazmente apresentada, pode deixar um legado significativo e motivar globalmente a expans&atilde;o do consumo sustent&aacute;vel.</div>
<div>
	 </div>
<div>
	Confira a programa&ccedil;&atilde;o completa do evento: <a href="http://www.greenrio.com.br/conferencia2013.htm">http://www.greenrio.com.br/conferencia2013.htm</a></div>
<div>
	 </div>
<div>
	Os visitantes dever&atilde;o cadastrar-se pelo site: <a href="http://www.greenrio.com.br">www.greenrio.com.br</a></div>
<div>
	<div>
		 </div>
	<div>
		<strong>Maiores informa&ccedil;&otilde;es:</strong></div>
	<div>
		Ana C&iacute;ntia Guazzelli, Coordenadora de Comunica&ccedil;&atilde;o Programa Marinho, aguazzelli@conservation.org - (21) 7913-7785</div>
</div>
<p>
	 </p>
]]></description>
<pubDate>07/05/13</pubDate></item><item><title>Prêmio de Reportagem sobre a Mata Atlântica prorroga inscrições</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=651</link><description><![CDATA[<p>
	Aqueles que ainda n&atilde;o se inscreveram no Pr&ecirc;mio de Reportagem sobre a Mata Atl&acirc;ntica 2013 ainda podem faz&ecirc;-lo. Est&atilde;o prorrogadas, at&eacute; o dia 7 de junho, as inscri&ccedil;&otilde;es da 12&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do Pr&ecirc;mio, realizado pela Alian&ccedil;a para a Conserva&ccedil;&atilde;o da Mata Atl&acirc;ntica, uma parceria entre a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional e a Funda&ccedil;&atilde;o SOS Mata Atl&acirc;ntica. Seu objetivo &eacute; promover o jornalismo ambiental no Brasil, fomentar a produ&ccedil;&atilde;o de reportagens sobre o bioma Mata Atl&acirc;ntica e reconhecer a excel&ecirc;ncia profissional de jornalistas que cobrem temas ambientais. A iniciativa tem o patroc&iacute;nio do Bradesco Capitaliza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>
	Podem se inscrever jornalistas brasileiros, residentes no pa&iacute;s, atuantes na imprensa escrita e televisiva nacional. Necessariamente, a mat&eacute;ria inscrita dever&aacute; ter sido publicada ou veiculada no per&iacute;odo de 1&deg; de abril de 2012 a 31 de mar&ccedil;o de 2013. </p>
<div>
	Os jornalistas podem submeter reportagens sobre uma grande variedade de assuntos ligados ao bioma, como: Rio+20 e a Mata Atl&acirc;ntica; C&oacute;digo Florestal e a Mata Atl&acirc;ntica; economia verde; crimes ambientais e den&uacute;ncias; ecoturismo; Pagamento por Servi&ccedil;os Ambientais (PSA); restaura&ccedil;&atilde;o florestal e ambiente urbano, entre outros.</div>
<div>
	As inscri&ccedil;&otilde;es devem ser realizadas pelo website do Pr&ecirc;mio &ndash;<a href="http://www.premioreportagem.org.br"> www.premioreportagem.org.br</a> &ndash; totalmente reformulado para esta edi&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Neste ano, o processo de inscri&ccedil;&atilde;o ser&aacute; feito em uma nova plataforma que permitir&aacute; maior praticidade. Em poucos passos, o jornalista concluir&aacute; sua inscri&ccedil;&atilde;o, podendo fazer o processo todo pela internet, inclusive o envio da mat&eacute;ria&rdquo;, explica Marcele Bastos, coordenadora de comunica&ccedil;&atilde;o da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional e da iniciativa. </div>
<div>
	Outra novidade deste ano &eacute; que agora os jornalistas podem inscrever s&eacute;ries. &ldquo;Se a s&eacute;rie foi exibida ou publicada em cinco dias, por exemplo, o jornalista poder&aacute; enviar as cinco reportagens em um s&oacute; arquivo, na mesma inscri&ccedil;&atilde;o&rdquo;, esclarece Afra Balazina, diretora de Comunica&ccedil;&atilde;o da Funda&ccedil;&atilde;o SOS Mata Atl&acirc;ntica. </div>
<div>
	<strong>Pr&ecirc;mios</strong></div>
<div>
	S&atilde;o tr&ecirc;s as categorias do Pr&ecirc;mio de Reportagem sobre a Mata Atl&acirc;ntica neste ano: Jornal Impresso, Revista e Televis&atilde;o. </div>
<div>
	Nas duas primeiras categorias os textos devem ter, no m&iacute;nimo, 300 palavras, e ter sido publicados em jornais ou revistas impressas do pa&iacute;s. </div>
<div>
	Para a categoria Televis&atilde;o, as reportagens devem ter sido exibidas no contexto de programas jornal&iacute;sticos, document&aacute;rios ou de variedades, transmitidos pela televis&atilde;o aberta ou por assinatura, operando em territ&oacute;rio nacional.</div>
<div>
	Para os vencedores de cada categoria ser&atilde;o oferecidos os seguintes pr&ecirc;mios: primeiro lugar &ndash; R$ 10.000,00; segundo lugar &ndash; R$ 5.000,00 e terceiro lugar &ndash; R$ 2.500,00. Al&eacute;m do pr&ecirc;mio em dinheiro todas as coloca&ccedil;&otilde;es receber&atilde;o um certificado.</div>
<div>
	Confira o regulamento completo em <a href="http://www.premioreportagem.org.b">www.premioreportagem.org.b</a>r. </div>
<div>
	<strong>Sobre a Alian&ccedil;a para a Conserva&ccedil;&atilde;o da Mata Atl&acirc;ntica</strong></div>
<div>
	Parceria entre a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI-Brasil) e a Funda&ccedil;&atilde;o SOS Mata Atl&acirc;ntica, a Alian&ccedil;a para a Conserva&ccedil;&atilde;o da Mata Atl&acirc;ntica foi criada em 1999 para ampliar a escala de atua&ccedil;&atilde;o das duas organiza&ccedil;&otilde;es, a partir de uma estrat&eacute;gia comum, em favor da conserva&ccedil;&atilde;o da Mata Atl&acirc;ntica. Com a proposta de diminuir o processo de destrui&ccedil;&atilde;o de um dos biomas mais amea&ccedil;ados do planeta, a uni&atilde;o entre as institui&ccedil;&otilde;es est&aacute; fundamentada em duas linhas estrat&eacute;gicas: &Aacute;reas Protegidas e Comunica&ccedil;&atilde;o para Conserva&ccedil;&atilde;o. Dentre os principais projetos conduzidos pela Alian&ccedil;a est&atilde;o o Pr&ecirc;mio de Reportagem sobre a Mata Atl&acirc;ntica, o Programa de Apoio &agrave;s Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o P&uacute;blicas e o Programa de Incentivo &agrave;s Reservas Particulares do Patrim&ocirc;nio Natural da Mata Atl&acirc;ntica. Mais informa&ccedil;&otilde;es em <a href="http://www.aliancamataatlantica.org.br">www.aliancamataatlantica.org.br</a>. </div>
<div>
	<strong>Sobre a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional</strong></div>
<div>
	A Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI) &eacute; uma organiza&ccedil;&atilde;o privada, sem fins lucrativos, fundada em 1987 com o objetivo de promover o bem-estar humano fortalecendo a sociedade no cuidado respons&aacute;vel e sustent&aacute;vel para com a natureza &ndash; nossa biodiversidade global &ndash; amparada em uma base s&oacute;lida de ci&ecirc;ncia, parcerias e experi&ecirc;ncias de campo. Como uma organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o governamental (ONG) global, a CI atua em mais de 40 pa&iacute;ses, distribu&iacute;dos por quatro continentes. Em 1988, iniciou seus primeiros projetos no Brasil e, em 1990, se estabeleceu como uma ONG nacional. Possui escrit&oacute;rios em Belo Horizonte-MG, Bel&eacute;m-PA, Bras&iacute;lia-DF e Rio de Janeiro-RJ, al&eacute;m de uma unidade avan&ccedil;ada em Caravelas-BA.</div>
<div>
	<a href="http://www.conservacao.org.br">www.conservacao.org.br </a></div>
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	<a href="http://twitter.com/cibrasil">twitter.com/cibrasil  </a></div>
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	<a href="http://youtube.com/cibrasil">youtube.com/cibrasil</a></div>
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	<a href="http://www.facebook.com/ConservacaoInternacional">www.facebook.com/ConservacaoInternacional </a></div>
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	<strong>Sobre a Funda&ccedil;&atilde;o SOS Mata Atl&acirc;ntica</strong></div>
<div>
	Criada em 1986, a Funda&ccedil;&atilde;o SOS Mata Atl&acirc;ntica &eacute; uma organiza&ccedil;&atilde;o privada sem fins lucrativos, que tem como miss&atilde;o promover a conserva&ccedil;&atilde;o da diversidade biol&oacute;gica e cultural do bioma Mata Atl&acirc;ntica e ecossistemas sob sua influ&ecirc;ncia. Assim, estimula a&ccedil;&otilde;es para o desenvolvimento sustent&aacute;vel, promove a educa&ccedil;&atilde;o e o conhecimento sobre a Mata Atl&acirc;ntica, mobiliza, capacita e incentiva o exerc&iacute;cio da cidadania socioambiental. A Funda&ccedil;&atilde;o desenvolve projetos de conserva&ccedil;&atilde;o ambiental, produ&ccedil;&atilde;o de dados, mapeamento e monitoramento da cobertura florestal do bioma, campanhas, estrat&eacute;gias de a&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, programas de educa&ccedil;&atilde;o ambiental e restaura&ccedil;&atilde;o florestal, voluntariado, desenvolvimento sustent&aacute;vel, prote&ccedil;&atilde;o e manejo de ecossistemas. </div>
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	<a href="http://www.sosma.org.br">www.sosma.org.br </a></div>
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	<a href="http://twitter.com/sosma">twitter.com/sosma </a></div>
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	<a href="http://youtube.com/sosmata">youtube.com/sosmata </a></div>
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	<a href="http://facebook.com/SOSMataAtlantica">facebook.com/SOSMataAtlantica </a></div>
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	 </div>
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<pubDate>06/05/13</pubDate></item><item><title>A água que bebemos é o nosso capital natural</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=650</link><description><![CDATA[<p>
	Se voc&ecirc; soubesse que a cerveja do fim de semana est&aacute; diretamente relacionada &agrave; exist&ecirc;ncia de uma reserva florestal em seu estado, estaria mais preocupado com o desmatamento? Ser&aacute; que se as pessoas soubessem que a &aacute;gua que bebem e se banham tem as nascentes protegidas por um parque, teriam interesse em visit&aacute;-lo? Fala-se muito sobre capital natural, patrim&ocirc;nio natural, economia verde, termos que atualizam e tornam mais tang&iacute;vel o conceito do desenvolvimento sustent&aacute;vel. De forma bem direta, o capital natural &eacute; a &aacute;gua que bebemos, que usamos na irriga&ccedil;&atilde;o das lavouras, que gera a energia que gela a cerveja.</p>
<div>
	&Eacute; tamb&eacute;m o solo onde plantamos nossa comida e o clima que nos propicia harmonia com o meio em que vivemos. &Eacute; a biodiversidade que nos assombra com sua beleza e que gera boa parte dos materiais e produtos que nos alimentam, aquecem, vestem. A boa gest&atilde;o deste capital natural, que o conserva ao mesmo tempo em que o transforma em bem-estar para as pessoas, &eacute; o que se pode chamar de desenvolvimento sustent&aacute;vel. </div>
<div>
	Infelizmente, o capital natural n&atilde;o &eacute; valorado nem valorizado como o capital financeiro. N&atilde;o &eacute; tratado com a pompa do capital tecnol&oacute;gico. N&atilde;o recebe a import&acirc;ncia do capital social. Sem capital natural n&atilde;o se constr&oacute;i capital humano, n&atilde;o se pode ser feliz. O capital natural &eacute; o &uacute;nico sem o qual n&atilde;o h&aacute; vida em nosso planeta. Sem dinheiro e tecnologia, e mesmo sem justi&ccedil;a social e felicidade, podemos viver. Mas sem &aacute;gua n&atilde;o.</div>
<div>
	Ent&atilde;o por que n&atilde;o protegemos com unhas e dentes o capital mais vital &agrave; nossa vida? Ainda mais no Brasil, onde est&aacute; a maior parte da &aacute;gua, da biodiversidade, do carbono florestal e dos solos agricult&aacute;veis do mundo. Uns v&atilde;o dizer que nosso capital natural &eacute; por demais abundante para nos preocuparmos com seu custo ou seu fim. De certa forma isso &eacute; verdade. Para ficar apenas na &aacute;gua doce, o Brasil tem 14% do total mundial para abastecer menos de 3% da popula&ccedil;&atilde;o do planeta. Ent&atilde;o estamos tranquilos? Ledo engano. Mais de 70% de nossos munic&iacute;pios n&atilde;o t&ecirc;m estrat&eacute;gias consistentes para saneamento b&aacute;sico. Sujamos nossas &aacute;guas de maneira sem precedentes na hist&oacute;ria. Da mesma forma, utilizamos nosso capital natural sem recebermos nada em troca por isso.</div>
<div>
	Ao exportarmos um quilo de soja, despachamos 4mil litros de &aacute;gua necess&aacute;rios para sua produ&ccedil;&atilde;o. Para cada quilo de milho, s&atilde;o 3,5 mil litros de &aacute;gua. Disse-me uma vez Pavan Sukdev, um dos maiores especialistas nas rela&ccedil;&otilde;es entre neg&oacute;cios e meio ambiente: &ldquo;se os l&iacute;deres de uma d&uacute;zia de pa&iacute;ses resolverem cobrar pela &aacute;gua que produz a soja e o milho que alimentam o gado e os su&iacute;nos na Europa e no Jap&atilde;o, aconteceria uma verdadeira revolu&ccedil;&atilde;o nos mercados internacionais.&rdquo; Estamos estragando nosso patrim&ocirc;nio ao poluir rios e lagos, e deixando de ganhar dinheiro ao n&atilde;o valoriz&aacute;-lo.</div>
<div>
	Prefiro acreditar que as pessoas n&atilde;o s&atilde;o perdul&aacute;rias nem gostam de rasgar dinheiro, mas sim desinformadas sobre o valor do capital natural. O caso do Parque Estadual dos Tr&ecirc;s Picos, na regi&atilde;o serrana do Rio &eacute; ilustrativo. Nele est&atilde;o as nascentes que abastecem cerca de 4 milh&otilde;es de habitantes de Niter&oacute;i, Itabora&iacute; e vizinhan&ccedil;as. Se fizermos uma enquete nas ruas dessas cidades, certamente pouqu&iacute;ssimas pessoas ter&atilde;o conhecimento da rela&ccedil;&atilde;o parque-&aacute;gua-qualidade de vida.</div>
<div>
	Felizmente, o Brasil &eacute; um dos pa&iacute;ses que mais protege a natureza. Cerca de 13% do pa&iacute;s est&atilde;o em parques e reservas, guardando parte do capital natural para as gera&ccedil;&otilde;es futuras. Mas h&aacute; muito que fazer para proteger o futuro. Mais parques e melhor gest&atilde;o s&atilde;o necess&aacute;rios, &aacute;reas devem ser reflorestadas, solos t&ecirc;m que ser recuperados, biodiversidade precisa ser protegida. Mas o essencial &eacute; conhecer a origem e entender a import&acirc;ncia do capital natural para o bem-estar.</div>
<div>
	Comprometa-se a levar uma crian&ccedil;a este ano para visitar um parque onde existem nascentes de &aacute;gua, c&oacute;rregos l&iacute;mpidos, plantas e animais nativos. Quando estiver debaixo da sombra de um jequitib&aacute; de 500 anos, converse com ela sobre capital natural. Este simples gesto pode garantir para as gera&ccedil;&otilde;es futuras a &aacute;gua boa para beber e a energia para gelar a cerveja.</div>
<div>
	 </div>
]]></description>
<pubDate>17/04/13</pubDate></item><item><title>Descoberta nova espécie na Mata Atlântica do Nordeste</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=649</link><description><![CDATA[<p>
	Pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo (UFES), liderados por Ant&ocirc;nio Rossano Mendes Pontes, da UFPE, publicaram recentemente a descoberta de uma nova esp&eacute;cie de porco-espinho, que recebeu o nome de Coendou speratus.</p>
<p>
	Os pesquisadores avistaram pela primeira vez indiv&iacute;duos da nova esp&eacute;cie na Usina Trapiche, &aacute;rea situada na Mata Atl&acirc;ntica do Nordeste, uma das regi&otilde;es mais ricas em biodiversidade e, ao mesmo tempo, mais amea&ccedil;adas do mundo. O artigo com a descoberta foi publicado na Zootaxa, uma revista cient&iacute;fica internacional dedicada, principalmente, &agrave; publica&ccedil;&atilde;o de artigos que cont&ecirc;m descri&ccedil;&otilde;es de esp&eacute;cies novas e, tamb&eacute;m, revis&otilde;es taxon&ocirc;micas de v&aacute;rios grupos de animais.</p>
<p>
	A descoberta fez parte de um estudo de 5 anos que contou com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico - CNPq, Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste  - CEPAN, Funda&ccedil;&atilde;o de Amparo &agrave; Ci&ecirc;ncia e Tecnologia do Estado de Pernambuco - FACEPE, Funda&ccedil;&atilde;o de Amparo &agrave; Pesquisa do Esp&iacute;rito Santo - FAPES  e da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional &ndash; CI-Brasil. </p>
<div>
	Os porcos-espinhos s&atilde;o roedores arb&oacute;reos de pequeno e m&eacute;dio porte e pesam cerca de 1,5 kg. Segundo Rossano, &ldquo;a esp&eacute;cie foi batizada de &#39;speratus&#39;, que significa esperan&ccedil;a, para representar nossa esperan&ccedil;a de preservar o que resta deste importante hotspot&rdquo;. Diante desse achado, os cientistas confirmam que na Mata Atl&acirc;ntica do Nordeste esp&eacute;cies est&atilde;o desaparecendo antes mesmo de terem sido descritas pela ci&ecirc;ncia. &ldquo;&Eacute; urgente a necessidade de se preservar este fragmento de Mata Atl&acirc;ntica e da realiza&ccedil;&atilde;o de mais levantamentos para se determinar a riqueza real destas &aacute;reas que ainda s&atilde;o muito pouco conhecidas&rdquo;, conclui Rossano.</div>
<div>
	Segundo o pesquisador, mais de 50% dos mam&iacute;feros de grande porte, como on&ccedil;as e antas, est&atilde;o extintos regionalmente, e qualquer animal de m&eacute;dio e grande porte na Mata Atl&acirc;ntica do Nordeste corre o risco de desaparecer, pois os fragmentos de mata s&atilde;o muito pequenos, possuem caracter&iacute;sticas de borda, s&atilde;o isolados uns dos outros e n&atilde;o tem a estrutura suficiente para manter a comunidade biol&oacute;gica original. Os mam&iacute;feros remanescentes se distribuem de forma irregular e imprevis&iacute;vel no que resta dessa floresta. </div>
<div>
	No caso da nova esp&eacute;cie descrita, ela foi encontrada depois que os pesquisadores fizeram o levantamento de cerca de 33 fragmentos de floresta, entre os estados de Pernambuco e Alagoas. Um pequeno grupo de 5 indiv&iacute;duos foi avistado na Usina Trapiche, uma propriedade particular localizada aos sul de Pernambuco. A usina realiza um programa de restaura&ccedil;&atilde;o de suas matas e possui importantes fragmentos de floresta na propriedade.</div>
<div>
	Dos 56.400 km2 de floresta original da Mata Atl&acirc;ntica, ao norte do rio S&atilde;o Francisco, sobraram menos de 2.000 km2 (menos de 4% da &aacute;rea original) de florestas, em sua grande parte dominadas por &aacute;reas em processo de regenera&ccedil;&atilde;o, distribu&iacute;dos em pequenos fragmentos (abaixo de 50 hectares). A destrui&ccedil;&atilde;o da floresta nesta regi&atilde;o &eacute; muito antiga, e &eacute; decorrente do uso e ocupa&ccedil;&atilde;o do territ&oacute;rio desde a &eacute;poca do Brasil Col&ocirc;nia. </div>
<div>
	A Mata Atl&acirc;ntica do Nordeste, acima do rio S&atilde;o Francisco, &eacute; denominada Centro de Endemismo de Pernambuco, pois a regi&atilde;o apresenta v&aacute;rias esp&eacute;cies end&ecirc;micas, ou seja, n&atilde;o encontradas em nenhuma outra parte do planeta. Para Luiz Paulo Pinto, diretor s&ecirc;nior de Biomas da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional, &quot;a descoberta dessa esp&eacute;cie nova mostra, mais uma vez, a riqueza biol&oacute;gica e as surpresas que a Mata Atl&acirc;ntica ainda proporciona. Mesmo sendo o bioma mais bem estudado do Brasil e j&aacute; bastante alterado, ainda temos muito que aprender com essa floresta. O porco-espinho novo da Mata Atl&acirc;ntica do Nordeste se junta a outras 701 esp&eacute;cies de mam&iacute;feros j&aacute; registrados para o Brasil. Em m&eacute;dia duas novas esp&eacute;cies de mam&iacute;feros foram descritas no pa&iacute;s semestralmente nesses &uacute;ltimos 20 anos. A Mata Atl&acirc;ntica e a Amaz&ocirc;nia foram os biomas com o maior n&uacute;mero de descobertas. Esses n&uacute;meros refor&ccedil;am o Brasil como um pa&iacute;s de megadiversidade e a grande responsabilidade que temos para manter esse patrim&ocirc;nio.&quot;</div>
<div>
	Os pesquisadores acreditam que, para reverter o processo de degrada&ccedil;&atilde;o da Mata Atl&acirc;ntica nessa regi&atilde;o, &eacute; preciso uma nova abordagem, criando uma rede de paisagens sustent&aacute;veis e ampliando a conectividade entre os remanescentes florestais, que torne poss&iacute;vel a manuten&ccedil;&atilde;o e regenera&ccedil;&atilde;o da floresta associado ao desenvolvimento econ&ocirc;mico e bem estar da popula&ccedil;&atilde;o local. &ldquo;Essa bel&iacute;ssima descoberta vem a corroborar a import&acirc;ncia biol&oacute;gica dos remanescentes de Floresta Atl&acirc;ntica do Nordeste que, apesar de possuir o pior cen&aacute;rio de remanescentes de habitats naturais do Brasil abriga uma riqueza de esp&eacute;cies ainda pouco conhecida. Essa nova esp&eacute;cie vem a trazer mais evidencias para o aumento dos esfor&ccedil;os de conserva&ccedil;&atilde;o nessa regi&atilde;o.&rdquo;, salienta Severino Rodrigo Ribeiro, diretor do Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste &ndash; CEPAN e P&oacute;s-doutorando do Laborat&oacute;rio de Ecologia Vegetal da UFPE. </div>
<div>
	<strong>Fontes: </strong></div>
<div>
	-Antonio Rossano Mendes Pontes - Invent&aacute;rios e Status de Conserva&ccedil;&atilde;o &ndash; (81) 9602-3834</div>
<div>
	-Yuri Leite e Leonora Pires Costa - An&aacute;lises Moleculares e Conserva&ccedil;&atilde;o &ndash; (27) 9275-0511 e (27)9275-0522</div>
<div>
	<strong>Mais informa&ccedil;&otilde;es com assessoria de imprensa da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional:</strong></div>
<div>
	Marcele Bastos &ndash; m.bastos@conservacao.org &ndash; (31) 3261-3889</div>
<div>
	Fotos dispon&iacute;veis sob consulta</div>
<div>
	<strong>Sobre a Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional</strong></div>
<div>
	A Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI) &eacute; uma organiza&ccedil;&atilde;o privada, sem fins lucrativos, fundada em 1987 com o objetivo de promover o bem-estar humano fortalecendo a sociedade no cuidado respons&aacute;vel e sustent&aacute;vel para com a natureza &ndash; nossa biodiversidade global &ndash; amparada em uma base s&oacute;lida de ci&ecirc;ncia, parcerias e experi&ecirc;ncias de campo. Como uma organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o governamental (ONG) global, a CI atua em mais de 40 pa&iacute;ses, distribu&iacute;dos por quatro continentes. Em 1988, iniciou seus primeiros projetos no Brasil e, em 1990, se estabeleceu como uma ONG nacional. Possui escrit&oacute;rios em Belo Horizonte-MG, Bel&eacute;m-PA, Bras&iacute;lia-DF e Rio de Janeiro-RJ, al&eacute;m de uma unidade avan&ccedil;ada em Caravelas-BA.</div>
<div>
	<a href="http://www.conservacao.org.br">www.conservacao.org.br</a>;</div>
<div>
	<a href="http://www.twitter.com/cibrasil">twitter.com/cibrasil</a>;</div>
<div>
	<a href="http://www.youtube.com/cibrasil">youtube.com/cibrasil</a> ;</div>
<div>
	<a href="http://www.facebook.com/ConservacaoInternacional">www.facebook.com/ConservacaoInternacional</a></div>
<div>
	 </div>
]]></description>
<pubDate>11/04/13</pubDate></item><item><title>Filme sobre ilustradora botânica é lançado em abril</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=648</link><description><![CDATA[<p>
	No dia 26 de abril ser&aacute; lan&ccedil;ando em nove cidades brasileiras o document&aacute;rio &ldquo;Margaret Mee e a flor da lua&rdquo;, dirigido por Malu De Martino, com produ&ccedil;&atilde;o de Elisa Tolomelli e EH! Filmes. O filme fala sobre a trajet&oacute;ria de vida e obra da ilustradora bot&acirc;nica Margaret Mee, cujas ilustra&ccedil;&otilde;es s&atilde;o at&eacute; hoje fonte de pesquisa para a ci&ecirc;ncia bot&acirc;nica.</p>
<div>
	O document&aacute;rio foi filmado em Londres, S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro e na floresta amaz&ocirc;nica, onde Margaret fez 15 expedi&ccedil;&otilde;es durante os 36 anos em que viveu no Brasil. E foi ainda no Brasil que a ilustradora fez seu trabalho mais cobi&ccedil;ado: a flor da lua. Essa flor rara &eacute; um cacto nativo da Amaz&ocirc;nia que vive uma &uacute;nica noite e somente pode ser vista entre os meses de maio e junho, quando ocorrem as cheias do rio Amazonas. </div>
<div>
	Al&eacute;m de ser uma talentosa e importante artista, Margaret foi uma forte defensora da natureza, em especial da preserva&ccedil;&atilde;o da flora amaz&ocirc;nica. Atrav&eacute;s dos arquivos de Margaret Mee, o filme retrata seu ativismo ecol&oacute;gico. &ldquo;Minha proposta era fazer o registro de uma artista que n&atilde;o apenas foi uma das maiores ilustradoras bot&acirc;nicas do mundo, como tamb&eacute;m foi uma defensora incans&aacute;vel da necessidade de preserva&ccedil;&atilde;o da flora amaz&ocirc;nica. Essa &uacute;ltima representante dos grandes expedicion&aacute;rios come&ccedil;ou a chamar a aten&ccedil;&atilde;o em 1956 para um problema que hoje vem sendo amplamente discutido e divulgado: a preserva&ccedil;&atilde;o da Amaz&ocirc;nia brasileira&rdquo;, afirma a diretora Malu De Martino.</div>
<div>
	Dentro desse cen&aacute;rio, o document&aacute;rio traz depoimentos de diversos estudiosos e pesquisadores, entre eles F&aacute;bio Scarano, Vice-Presidente S&ecirc;nior da Divis&atilde;o das Am&eacute;ricas da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional, que fala sobre a miss&atilde;o da CI e o papel da Margaret Mee na conserva&ccedil;&atilde;o da Amaz&ocirc;nia. </div>
]]></description>
<pubDate>09/04/13</pubDate></item><item><title>Dia de Campo mostra muvuca a produtores</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=647</link><description><![CDATA[<p>
	<span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 14.545454025268555px;">Cerca de 70 pessoas, entre produtores rurais, agentes de &oacute;rg&atilde;os ambientas, associa&ccedil;&otilde;es de classe do setor rural, consultores e professores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) estiveram presentes na &uacute;ltimo s&aacute;bado, dia 6, na Fazenda Liberdade, em Lu&iacute;s Eduardo Magalh&atilde;es, no oeste da Bahia, para conhecer durante Dia de Campo os resultados da t&eacute;cnica do plantio direto de uma mistura de sementes nativas do Cerrado, tamb&eacute;m conhecida como muvuca. </span></p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	 </p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	<font face="Calibri, sans-serif"><span style="font-size: 14.545454025268555px;">A t&eacute;cnica reduz os custos da recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas em rela&ccedil;&atilde;o ao tradicional plantio de mudas, j&aacute; que utiliza o maquin&aacute;rio agr&iacute;cola das pr&oacute;prias fazendas para recuperar grandes extens&otilde;es de terra com esp&eacute;cies nativas. Enquanto a restaura&ccedil;&atilde;o pelo plantio tradicional de mudas custa em torno de R$ 12 a R$ 15 mil por hectare, o plantio com a t&eacute;cnica da muvuca sai por R$ 5 mil por hectare. Cerca de 6,7 hectares de &aacute;reas degradadas em &Aacute;reas de Preserva&ccedil;&atilde;o Permanentes (APPs) j&aacute; foram recuperados desde o ano passado em 9 propriedades de Lu&iacute;s Eduardo Magalh&atilde;es por esta t&eacute;cnica. A iniciativa faz parte da Campanha LEM APP 100% Legal, que tem a realiza&ccedil;&atilde;o da Prefeitura de Lu&iacute;s Eduardo Magalh&atilde;es, do Instituto Lina Galvani e da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional, com parceria da Monsanto.</span></font></p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	 </p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	<font face="Calibri, sans-serif"><span style="font-size: 14.545454025268555px;">O produtor rural Vilson Gatto, propriet&aacute;rio da Fazenda Liberdade, onde foi feita a primeira experi&ecirc;ncia piloto da Campanha LEM APP 100% Legal, est&aacute; bastante satisfeito com o apoio t&eacute;cnico oferecido na restaura&ccedil;&atilde;o da APP degradada de sua propriedade, com a t&eacute;cnica da muvuca. &ldquo;J&aacute; plantamos mais outro hectare com a muvuca, e estamos monitorando o crescimento das esp&eacute;cies do Cerrado junto com a equipe t&eacute;cnica da Campanha LEM APP 100% Legal. Espero que fique melhor ou igual ao que era&rdquo;, afirma. Os t&eacute;cnicos e consultores presentes durante o Dia de Campo tamb&eacute;m se mostraram interessados na nova t&eacute;cnica.  A bi&oacute;loga Tain&aacute; Rodrigues, da Religare Consultoria Ambiental, de Lu&iacute;s Eduardo Magalh&atilde;es, acredita que a t&eacute;cnica pode ser uma nova op&ccedil;&atilde;o principalmente para os grandes propriet&aacute;rios da regi&atilde;o. &ldquo;O principal diferencial da muvuca &eacute; o envolvimento dos produtores ao utilizar o mesmo tipo de equipamento usado para o plantio de gr&atilde;os como soja e milho. Em compara&ccedil;&atilde;o com o plantio de mudas, a manuten&ccedil;&atilde;o e o controle &eacute; mais f&aacute;cil, pela inexist&ecirc;ncia de formigas e por n&atilde;o haver necessidade de irriga&ccedil;&atilde;o durante o per&iacute;odo seco&rdquo;, afirma.</span></font></p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	 </p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	<font face="Calibri, sans-serif"><span style="font-size: 14.545454025268555px;">Durante o Dia de Campo, o engeheiro florestal e t&eacute;cnico da Baob&aacute; Consultoria Florestal, Paolo Sartorelli, respons&aacute;vel por disseminar a t&eacute;cnica da muvuca pela regi&atilde;o, explicou que os resultados neste primeiro momento s&atilde;o bastante satisfat&oacute;rios. &ldquo;Percebemos que houve uma redu&ccedil;&atilde;o das perdas das esp&eacute;cies principalmente no per&iacute;odo de estiagem, em rela&ccedil;&atilde;o ao plantio tradicional de mudas&rdquo;, afirma. Georgina Cardinot, da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI-Brasil), acredita que a muvuca transforma-se a partir de agora numa op&ccedil;&atilde;o economicamente vi&aacute;vel para os produtores rurais, al&eacute;m de fomentar uma nova cadeia econ&ocirc;mica no munic&iacute;pio com a forma&ccedil;&atilde;o de uma rede de coletores de sementes nas comunidades rurais. Esta t&eacute;cnica pode ser empregada tamb&eacute;m por pequenos: j&aacute; foi realizado o plantio em dois assentamentos do munic&iacute;pio de LEM.</span></font></p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	 </p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	<font face="Calibri, sans-serif"><span style="font-size: 14.545454025268555px;"><b>Programa&ccedil;&atilde;o </b>- Com o tema &ldquo;Como superar o desafio da adequa&ccedil;&atilde;o socioambiental da propriedade&rdquo;, Rodolfo Ribeiro, do Rabobank, tamb&eacute;m integrou as atividades do Dia de Campo, ao explicar como mitigar os riscos ambientais e trabalhistas em uma propriedade rural; Paolo Sartorelli, da Baob&aacute; Consultoria Florestal, discorreu sobre os resultados da t&eacute;cnica da muvuca no oeste da Bahia. Georgina Cardinot, da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI-Brasil), e o prefeito de Lu&iacute;s Eduardo Magalh&atilde;es, Humberto Santa Cruz, pontuaram os impactos positivos da Campanha LEM APP 100% Legal, principalmente no que diz respeito &agrave; sensibiliza&ccedil;&atilde;o dos propriet&aacute;rios e das comunidades rurais para a necessidade de conserva&ccedil;&atilde;o e recupera&ccedil;&atilde;o das APPs. </span></font></p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	 </p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	<font face="Calibri, sans-serif"><span style="font-size: 14.545454025268555px;"><b>Campanha LEM APP LEM 100% Legal</b></span></font></p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	 </p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	<font face="Calibri, sans-serif"><span style="font-size: 14.545454025268555px;">Com o apoio da Associa&ccedil;&atilde;o dos Irrigantes e Agricultores da Bahia (AIBA), Sindicato Rural dos Produtores Rurais de LEM e Associa&ccedil;&atilde;o Baiana de Produtores de Algod&atilde;o (Abapa), a Campanha vem apoiando desde agosto de 2011 os produtores rurais de Lu&iacute;s Eduardo Magalh&atilde;es que voluntariamente queiram restaurar suas APPs (como &aacute;reas de nascentes, &agrave;s margens de rios e encostas) degradadas. Para refor&ccedil;ar a import&acirc;ncia dessas &aacute;reas para a melhoria dos servi&ccedil;os ambientais, como qualidade de &aacute;gua e prote&ccedil;&atilde;o dos solos, fauna e flora, a Campanha tamb&eacute;m mobiliza estudantes da rede p&uacute;blica de ensino com o Festival das Sementes, e uma rede de coletores de sementes nas comunidades tradicionais. As sementes coletadas s&atilde;o utilizadas na restaura&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas que precisam ser recuperadas de acordo com a legisla&ccedil;&atilde;o ambiental, estimulando a valoriza&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies do Cerrado no oeste da Bahia.</span></font></p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	 </p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	 </p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	<font face="Calibri, sans-serif"><span style="font-size: 14.545454025268555px;"><b>Mais informa&ccedil;&otilde;es com assessoria de imprensa:</b></span></font></p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	 </p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	<span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 14.545454025268555px;">Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional &ndash; Gabriela Michelotti &ndash; <a href="mailto:gmichelotti@conservacao.org" style="color: rgb(17, 85, 204);" target="_blank">gmichelotti@conservacao.org</a> </span></p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	<span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 14.545454025268555px;"><a href="tel:%2861%29%203226-2491" style="color: rgb(17, 85, 204);" target="_blank" value="+16132262491">(61) 3226-2491</a></span></p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	 </p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	<font face="Calibri, sans-serif"><span style="font-size: 14.545454025268555px;">Ascom Prefeitura de Luis Eduardo Magalh&atilde;es -  <a href="mailto:ascomlem@gmail.com" style="color: rgb(17, 85, 204);" target="_blank">ascomlem@gmail.com</a> </span></font><a href="tel:%2877%29%203628%209013" style="color: rgb(17, 85, 204); font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 15px;" target="_blank" value="+17736289013">(77) 3628 9013</a><span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 15px;"> </span></p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	 </p>
<p style="font-size: 13px; font-family: arial, sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">
	<font face="Calibri, sans-serif"><span style="font-size: 14.545454025268555px;">Araticum Assessoria de Comunica&ccedil;&atilde;o: Hebert Regis - </span></font><a href="mailto:hebert@araticum.jor.br" style="color: rgb(17, 85, 204); font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 15px;" target="_blank">hebert@araticum.jor.br</a> <a href="tel:%2877%29%209978%200913" style="color: rgb(17, 85, 204); font-size: 14.545454025268555px; font-family: Calibri, sans-serif;" target="_blank" value="+17799780913">(77) 9978 0913</a></p>
]]></description>
<pubDate>08/04/13</pubDate></item><item><title>CI participa de audiência sobre PSA no Congresso</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=646</link><description><![CDATA[<p>
	 </p>
<p>
	A Comiss&atilde;o Mista Permanente sobre Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas realizou hoje audi&ecirc;ncia p&uacute;blica sobre valora&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os ecossist&ecirc;micos como pol&iacute;tica para a adapta&ccedil;&atilde;o e mitiga&ccedil;&atilde;o das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas. A audi&ecirc;ncia aconteceu no &acirc;mbito das discuss&otilde;es do  Projeto de Lei 792/07, em tramita&ccedil;&atilde;o no Congresso, que estabelece um marco legal para regulamentar o pagamento por servi&ccedil;os ambientais no Brasil.</p>
<p>
	Entre os debatedores convidados pela comiss&atilde;o estavam Artur Paiva, coordenador de servi&ccedil;os ambientais da CI-Brasil, o deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), relator do projeto na Comiss&atilde;o de Finan&ccedil;as e Tributa&ccedil;&atilde;o da C&acirc;mara dos Deputados, J&uacute;lio C&eacute;sar Roma, do IPEA, e Adriano Santhiago de Oliveira, diretor do Departamento de Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas do Minist&eacute;rio do Meio Ambiente.</p>
<p>
	Segundo Artur Paiva, as previs&otilde;es cient&iacute;ficas mostram que no Brasil haver&aacute; redistribui&ccedil;&atilde;o de vegeta&ccedil;&atilde;o e do regime pluvial ocasionada pelas mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas e, portanto, &eacute; fundamental estabelecer uma estrat&eacute;gia de adapta&ccedil;&atilde;o baseada na preserva&ccedil;&atilde;o de ecossistemas saud&aacute;veis, que serviriam como um escudo natural contra os efeitos das mudan&ccedil;as. &ldquo;Essa estrat&eacute;gia apresenta um custo muito mais baixo do que outras solu&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas. Por exemplo, sai mais barato preservar ecossistemas do que construir diques contra inunda&ccedil;&otilde;es.&rdquo;</p>
<p>
	Para Paiva, uma das formas de se conseguir essa adapta&ccedil;&atilde;o baseada na preserva&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas naturais e servi&ccedil;os ecossist&ecirc;micos &eacute; por meio da valora&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os ambientais prestados, que deve ser estabelecida no &acirc;mbito de uma Lei de PSA. &ldquo;J&aacute; h&aacute; uma s&eacute;rie de iniciativas locais sendo desenvolvidas no Brasil que est&atilde;o gerando m&eacute;tricas e metodologias para valorar servi&ccedil;os ambientais e estabelecer pagamentos a esses servi&ccedil;os. &Eacute; importante que o novo marco legal n&atilde;o trave essas iniciativas j&aacute; em curso&rdquo;, concluiu.</p>
<p>
	Julio C&eacute;sar Roma, do IPEA, destacou a iniciativa TEEB (sigla em ingl&ecirc;s para a Economia dos Ecossistemas e Biodiversidade) como uma das mais importantes em termos de valora&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os ecossist&ecirc;micos atualmente em curso. O IPEA deve lan&ccedil;ar em breve, em parceria como o MMA, um relat&oacute;rio TEEB sobre as principais iniciativas de valora&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os ecossist&ecirc;micos no setor p&uacute;blico. Dentro da iniciativa TEEB, a CI-Brasil desenvolve o TEEB para o Setor de Neg&oacute;cios Brasileiro (<a href="http://www.teebnegociosbrasil.org/">www.teebnegociosbrasil.org</a>), que tra&ccedil;a um panorama dos riscos e das oportunidades de neg&oacute;cios relacionados &agrave; biodiversidade e aos servi&ccedil;os ecossist&ecirc;micos no Brasil.</p>
<p>
	O deputado Arnaldo Jardim discorreu mais detalhadamente sobre o Projeto de Lei 792/07, que define os conceitos, objetivos e diretrizes da Pol&iacute;tica Nacional de Pagamento por Servi&ccedil;os Ambientais, al&eacute;m de criar a Comiss&atilde;o Nacional da Pol&iacute;tica de Pagamento por Servi&ccedil;os Ambientais; o Programa Federal de Pagamento por Servi&ccedil;os Ambientais; e o Fundo Federal de Pagamento por Servi&ccedil;os Ambientais. Jardim defende que o novo marco legal possibilite n&atilde;o apenas o pagamento de recursos p&uacute;blicos a quem presta esses servi&ccedil;os, mas tamb&eacute;m o estabelecimento de acordos entre agentes privados. O deputado citou o exemplo de uma ind&uacute;stria de cosm&eacute;tico que pagasse a uma comunidade tradicional por determinado ativo bioqu&iacute;mico proveniente de seu conhecimento tradicional.  </p>
<p>
	Adriano Santiago de Oliveira, do MMA, tamb&eacute;m destacou a import&acirc;ncia de um marco legal para os PSA e sua ader&ecirc;ncia a iniciativas locais j&aacute; em curso e a outras legisla&ccedil;&otilde;es ambientais, como o C&oacute;digo Florestal e a Pol&iacute;tica Nacional de Mudan&ccedil;a Clim&aacute;tica. &ldquo;Precisamos evitar a duplicidade de esfor&ccedil;os.&rdquo; Para ele, tamb&eacute;m &eacute; importante priorizar atividades espec&iacute;ficas a serem contempladas por PSA, como a agricultura familiar e as atividades de comunidades tradicionais e ind&iacute;genas.  </p>
<p>
	Ao longo de todo este ano a Comiss&atilde;o dever&aacute; organizar novos debates sobre o Projeto de Lei de PSA, trazendo discuss&otilde;es sobre temas espec&iacute;ficos relacionados a servi&ccedil;os ambientais pass&iacute;veis de remunera&ccedil;&atilde;o,e iniciativas individuais ou coletivas que possam favorecer a manuten&ccedil;&atilde;o, recupera&ccedil;&atilde;o ou o melhoramento dos servi&ccedil;os ambientais ou ecossist&ecirc;micos.</p>
<p>
	 </p>
<p>
	Mais informa&ccedil;&otilde;es com a assessoria de imprensa:</p>
<p>
	Gabriela Michelotti +61 3226-2491 gmichelotti@conservacao.org</p>
]]></description>
<pubDate>02/04/13</pubDate></item><item><title>Dia de Campo da Campanha LEM APP 100% Legal</title><link>http://www.conservacao.org/noticias/noticia.php?id=645</link><description><![CDATA[<p>
	Ser&aacute; realizado neste s&aacute;bado, 6 de abril, um Dia de Campo para apresentar a t&eacute;cnica de plantio mecanizado de uma mistura de sementes nativas do Cerrado, tamb&eacute;m conhecida como muvuca. Essa t&eacute;cnica permite a restaura&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas que precisam ser recuperadas, e vem sendo implantada em propriedades rurais de Luis Eduardo Magalh&atilde;es, no oeste da Bahia, no &acirc;mbito da Campanha LEM APP 100% Legal.</p>
<p>
	O Dia de Campo acontece na Fazenda Liberdade, de propriedade do sr. Vilson Gatto, onde foi feita a primeira experi&ecirc;ncia piloto da Campanha LEM APP 100% Legal para a recupera&ccedil;&atilde;o de uma &aacute;rea com a utiliza&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica da muvuca. Os participantes poder&atilde;o conhecer os resultados de perto ap&oacute;s um ano do plantio. O evento contar&aacute; com a presen&ccedil;a do prefeito de Luis Eduardo Magalh&atilde;es, Humberto Santa Cruz, criador e incentivador da Campanha LEM APP 100% Legal.</p>
<p>
	Com o tema &ldquo;Como superar o desafio da adequa&ccedil;&atilde;o socioambiental da propriedade&rdquo;, o Dia de Campo ainda ter&aacute; a presen&ccedil;a de Rodolfo Ribeiro, do Rabobank, que vai explicar como mitigar os riscos ambientais e trabalhistas em uma propriedade rural; Paolo Sartorelli, da Baob&aacute; Consultoria Florestal, respons&aacute;vel t&eacute;cnico pela implanta&ccedil;&atilde;o da muvuca no oeste da Bahia; e de Georgina Cardinot, da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional (CI-Brasil), uma das organiza&ccedil;&otilde;es realizadoras da Campanha LEM APP 100% Legal, juntamente com a Prefeitura de Luis Eduardo Magalh&atilde;es e do Instituto Lina Galvani. A campanha conta ainda com a parceria da Monsanto. </p>
<div>
	<strong>Campanha APP LEM 100% Legal </strong></div>
<div>
	Com o apoio da Associa&ccedil;&atilde;o dos Irrigantes e Agricultores da Bahia (AIBA), Sindicato Rural dos Produtores Rurais de LEM e Associa&ccedil;&atilde;o Baiana de Produtores de Algod&atilde;o (Abapa), a Campanha vem apoiando desde agosto de 2011 os produtores rurais de Luis Eduardo Magalh&atilde;es que voluntariamente queiram restaurar suas APPs (nascentes e margens de rios e encostas) degradadas. Para refor&ccedil;ar a import&acirc;ncia dessas &aacute;reas para a melhoria dos servi&ccedil;os ambientais, como qualidade de &aacute;gua e prote&ccedil;&atilde;o dos solos, fauna e flora, a Campanha tamb&eacute;m mobiliza estudantes da rede p&uacute;blica de ensino com o Festival das Sementes, e uma rede de coletores de sementes nas comunidades tradicionais. As sementes coletadas s&atilde;o utilizadas na restaura&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas que precisam ser recuperadas de acordo com a legisla&ccedil;&atilde;o ambiental, estimulando a valoriza&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies do Cerrado no oeste da Bahia.</div>
<div>
	<strong>Servi&ccedil;o:</strong></div>
<div>
	<strong>Dia de Campo da Campanha LEM APP 100% Legal</strong></div>
<div>
	<strong>Data:</strong> 06 de abril, com inscri&ccedil;&otilde;es e abertura &agrave;s 7h30</div>
<div>
	<strong>Local:</strong> Fazenda Liberdade &ndash; BR-020 &ndash; Sentido Bras&iacute;lia &ndash; 17 quil&ocirc;metros do centro de Luis Eduardo Magalh&atilde;es, &agrave; esquerda do rio Bor&aacute;, pr&oacute;ximo &agrave; entrada do assentamento Rio de Ondas.</div>
<div>
	<strong>Informa&ccedil;&otilde;es: </strong>(77) 9978 0913</div>
<div>
	 </div>
<div>
	<strong>Informa&ccedil;&otilde;es para a imprensa:</strong></div>
<div>
	Araticum Assessoria de Comunica&ccedil;&atilde;o</div>
<div>
	Hebert Regis - (77) 9978 0913 - <a href="http://hebert@araticum.jor.br">hebert@araticum.jor.br</a></div>
<div>
	N&aacute;dia Borges - (77) 9115 8050 - <a href="http://nadia@araticum.jor.br">nadia@araticum.jor.br</a></div>
]]></description>
<pubDate>02/04/13</pubDate></item></channel>
</rss>



